PSICOMUNDO – COTAS RACIAIS OU ONDA DE MARÉ POLÍTICA?
Tenho observado que no Brasil são criadas tantas coisas, e pouco se vê alguma que traga um meio de oferecer aos brasileiros, bem-estar e qualidade de vida! Atualmente surgiram duas ondas de cotas raciais nas escolas e para servidores negros. O governo sempre tentando “tapar o sol com a peneira”. Tudo em decorrência da falta de atenção pelo destino que colocam o Brasil e as inúmeras farras com o erário público, ficando de fora os gastos com coisas sérias e bem organizados em nosso País.
Será que tudo vai bem à Nação Brasileira? Segurança, Educação, Saúde e bem-estar social se encontram em perfeitas condições? E fico imaginando e indagando por que os nossos governantes de forma geral, não propalam e procuram melhorar o que tange ao assunto mais importante “qualidade de vida do ser humano”!
Mais adiante, bem visto aos olhos da nossa população de brasileiros pacatos e confiantes nessa onda, ficam vendo quantas escolas destruídas e suas portas fechadas por falta de manutenção e melhores salários para os professores em todo nosso País. E frequentemente, presenciamos greves anunciadas porque falta tudo no tocante ao ensino educacional. Não podemos deixar de informar quantos profissionais de ensino, são espancados e humilhados por alguns alunos que infelizmente não receberam educação familiar!
O necessário mesmo é aumentar os investimentos na educação de base das nossas crianças e jovens, mantê-los em escolas por tempo integral, com professores qualificados. Dessa forma, os filhos da maioria dos brasileiros podem concorrer com dignidade por uma vaga em qualquer universidade ou concurso. Essa medida do governo, além de ser discriminatória, é vergonhosa e lamentável (cotas raciais ou escolas públicas).
O Congresso Nacional aprovou, na noite de terça-feira (7), um projeto de lei que obriga a todas as universidades e institutos federais de ensino superior, além dos institutos federais de nível médio, a instituir uma reserva de 50% do total de vagas do vestibular a estudantes oriundos de escola pública. Existe contradição nas informações dessas cotas, pois segundo o último censo, ficaram determinados que 48% dos brasileiros se declararam brancos, 43% pardos e 7,6% negros, e os índios brigando pelas áreas de terra!
Volto a perguntar: como serão atribuídas as aptidões desses brasileiros, qualidades de vida, e suas condições reais para desenvolver essas duas atividades criadas: cotas para o ensino educacional e cotas que prevê também incentivo fiscal às empresas que contratarem negros? E tem negros contrários a essa política, achando melhor medir as qualidades de cada cidadão, e desejando do ser humano a sua atitude de querer conquistar seus benefícios por própria vontade. O que entendemos é que para executar suas atividades educacionais e profissionais é necessário ser uma pessoa que a lei considere capacitada a desempenhar certa função ou pratica de determinado ato.
Resumindo, comentamos, dizendo que não acredito que um estudante negro ou índio tenha menos condições de passar em vestibular, pois o que aprova o aluno não é sua raça ou poder aquisitivo econômico social, e sim seu conhecimento básico adquirido ao longo da sua infância, mesclada ao convívio familiar, e finalmente seu conhecimento em ciências filosóficas aplicadas, nas áreas da humana e exata. De forma geral, como se diz no popular, o estudante tem que ter bagagem intelectual mesmo. O que não podemos entender a principio é o acesso à educação e em vez de cota racial.
Eduardo Afonso – (73) 8844-9147 – Ilhéus-Bahia



























































Caro amigo, é muito fácil criticar as cotas raciais quando não se olha o passado. Como voce bem sabe, os negros foram libertados e jogados nas ruas sem nehuma estrutura e assim permanecer por décadas. Durante muito tempo, para assumir cargos públicos as pessoas teriam que possuir um bom “QI”. Ou seja, quem o indicasse, e voce acha que algúem indicava um negro para posições de comando?