por  José Everaldo Andrade Souza .’.

Universalidade da maçonaria

Ir.’. Everaldo.

A Universalidade é uma das caracteristicas fundamentais da Franco-Maçonaria, que não conheçe fronteiras para a prática da fraternidade e filantropia.

Todo Maçom é livre para participar ou não de outros movimentos ideológicos; porém, cabe-lhes respeitar a neutralidade de sua Instituição.

As Constituições maçonicas de 1815 reconheçeram essa liberdade e neutralidade ao promulgarem, no tocante a cultos religiosos: “Por motivo de sua religião ou crença, ninguem é excluido da Ordem, desde que creia no glorioso Arquiteto do céu e da terra e pratique os sagrados deveres da moralidade”.

E, coerente com esse principio, a Grande Loja da Inglaterra declinou de limitar ou definir qualquer tipo de crença em Deus, que se requer do candidato, e prescreveu que o Volume da Lei Sagrada a expor-se nas Lojas tanto pode ser a Biclia como o Alcorão, o Zend-avesta, os Shatras, o Rig Veda ou qualquer outra escritura.

Poucos anos depois de surgir em Londres, a Maçonaria especulativa, suas doutrinas de fraternidade entre os homens, de solidariedade para com os pobres e os infelizes e de proteção à viuva e ao orfão e, principalmente, seus ensinamentos visando a elevar seus adeptos a principios de moral mais elevados, espalharam-se pelo mundo afora até os rincões mais afastados, estabelecendo uma cadeia de união que abrange o universo inteiro.