:: out/2012
OBRIGADO, ILHÉUS!
Como candidatos pelo PSOL, saímos de modo independente, sem vícios, sem amarras, com o compromisso de apenas trabalhar pela organização e o bem estar da população, tendo como único aliado o nosso povo. Procuramos fazer uma nova história na política de Ilhéus, onde as necessidades da população falassem mais alto que os interesses dos grupos que, como moscas de padaria, sempre estão em torno do poder.
Foi esse grande desejo de mudança, presente na maioria da população, que impulsionou a nossa candidatura. Por isso que, mesmo sendo a primeira vez que concorremos a uma eleição e sem dinheiro ou uma campanha milionária, conseguimos essa votação expressiva e que marcou nossa presença na política de Ilhéus. Nossa campanha, feita no corpo a corpo, ganhou inúmeros simpatizantes que logo buscavam multiplicar os votos. Ficamos longe da guerra de boataria inerente aos outros candidatos, por entendermos que não é correto brincar com a confiança do cidadão ilheense.
Agora, diante do resultado final, continuamos na militância e cobrando o julgamento do pedido de impugnação das outras candidaturas. O candidato foi eleito, mas pode não levar, tendo em vista que responde a vários processos por crimes contra o dinheiro público. Em época de CPIs, de julgamentos de deputados e senadores e de bandeiras levantadas pela ficha-limpa, vamos cobrar que não se deixe vigorar o manto da impunidade.
O PSOL de Ilhéus, declaradamente de oposição a tudo o que não for bom para a cidade, continuará a fiscalizar a política, denunciando todas as ações e propostas que tragam danos à população. Pode ter certeza que estaremos de olho!
A você, que abraçou nossas propostas e nossa campanha, muitíssimo obrigado. Tenha certeza de que a luta continua e estaremos ao seu lado sempre, defendendo o que é certo e bom para toda a população de Ilhéus.
Um abraço fraterno de Jorge Luiz e Coronel Batista.
A MAÇARANDUBEIRA DO BAHAMA
por Luiz Ferreira da Silva*
Há um ano, praticamente resido no Arquipélago do Sol/Bahama (Quadra A-06; Lote 04), possibilitando-me conhecer o seu ecossistema (complexo flúvio-marinho/restinga), notadamente as árvores, originais e plantadas.
Pela sua pujança, chamou-me a atenção um exemplar magnífico – um pé de maçaranduba (Manikara uberi). Situada a uns 15 metros da margem direita do rio niquim, expande a sua sombra por mais de 100 m de circunferência, cobrindo uma área de aproximadamente 800 m2. Outorguei-lhe com a minha autoridade de Engenheiro Agrônomo, o título de patronesse do pedaço.
Todos os dias, a reverencio, energizo-me ante a sua fábrica de oxigênio e até lhe peço ajuda nas horas necessitadas, por ela representar dignamente a Natureza criada por Deus, diferentemente do ser humano, cuja maioria não merece crédito algum.
Por tudo que ela representa, veio-me a inspiração de implantar um mini-bosque com árvores do seu habitat, tirando-a do isolamento e lhe possibilitando reminiscências de tempos idos, quando convivia harmonicamente com suas amigas e parentes da Mata Atlântica.
Já estão vicejando 27 árvores e mais 13 serão plantadas posteriormente, espaçadas em 4 em 4 metros. Tenho certeza que ela ficará feliz e agradecida.
Por falar nisso, este sentimento – ser grato – anda meio negligenciado pela nossa espécie, vale a pena lembrar a revolta do grande Ruy Barbosa, que dizia : “a gratidão é tão importante que deveria constar no código civil”.
Por outro lado, fiquei triste ao constatar que muitos condôminos nem sabem que ela existe. Uns andam de óculos escuros, ouvindo MP3, sem perceber o verde de sua copa frondosa e, tampouco, ouvir o ruído do balançar de sua folhagem, impulsionada pelo vento marinho que se canaliza pelo talvegue do rio niquim, sem se contar do tilintar das aves e o barulho das brincadeiras dos saguins comendo os seus frutos e de outras espécies, como a ingazeira.
Boletim Eletrônico da Agência Câmara de Notícias
Manchetes do dia |
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Luiz Castro em: DECOLORES
O BURRO DE CARGA
No tempo em que não havia automóveis, na cocheira de um famoso palácio real, um burro de carga curtia imensa amargura, em vista das pilhérias dos companheiros de apartamento.
Reparando-lhe o pêlo maltratado, as fundas cicatrizes do lombo e a cabeça tristonha e humilde, aproximou-se formoso cavalo árabe que se fizera detentor de muitos prêmios, e disse, orgulhoso:
– Triste sina a que recebeste! Não invejas minha posição nas corridas? Sou acariciado por mãos de princesas e elogiado pela palavra dos reis!
– Pudera! – exclamou um potro de fina origem inglesa – como conseguirá um burro entender o brilho das apostas e o gosto da caça?
O infortunado animal recebia os sarcasmos, resignadamente. Outro soberbo cavalo, de procedência húngara, entrou no assunto e comentou:
– Há dez anos, quando me ausentei de pastagem vizinha, vi este miserável sofrendo rudemente nas mãos do bruto amansador. É tão covarde que não chegava a reagir, nem mesmo com um coice. Não nasceu senão para carga e pancadas. É vergonhoso suportar-lhe a companhia.
Nisto, admirável jumento espanhol acercou-se do grupo, e acentuou sem piedade:
DEMARCAÇÃO: UMA LEI COM A FINALIDADE DE CRIAR RESERVAS INDÍGENAS E NÃO DE COMO EVITA-LAS.
por Edgard Siqueira
Temos defendido a necessidade de sermos realistas considerando o que sempre acontece ao final de um processo de demarcação de terras indígenas. Pela atual legislação as demarcações são inevitáveis. Não adianta ficarmos nos iludindo com perspectivas nunca acontecidas. Ao longo de mais de 03 anos foram tantas “convicções” que vimos serem demolidas como se fossem castelos de areia, por não terem encarado com realismo o que determina a perversa lei que trata das demarcações.
Na literatura desta questão não existe registro de um caso que alguém tenha comemorado um êxito e revertido à situação. Esta constatação vai de encontro a que muitos afirmam que se tivéssemos condições financeiras contrataríamos um “Grande Advogado” e o nosso problema seria resolvido. Se, assim fosse, em regiões abastadas as demarcações nunca aconteceriam. Mas, o que se vê é que, com condição ou sem, a história se repete em todo Brasil. As demarcações são inevitáveis. Para ilustrar, numa reunião no Sindicato Rural de Ilhéus com o Vice-Presidente da CNA, ele sem rodeios nos alertou sobre a atuação dos advogados nestes processos “Estão embolsando verdadeiras fabulas e não estão resolvendo nada”. O que não é o nosso caso na questão financeira, é idêntico na solução do problema. Os contratados não resolveram absolutamente nada, até, atrapalharam. Um por inexperiência e o outro por não conhecer a nossa realidade. E até hoje continua não conhecendo.
No julgamento do processo de Raposa Serra do Sol, um dos mais respeitados jurista do Brasil, o Ex-Ministro Francisco Rezek, que defendeu o Estado de Roraima, fez com brilhantismo um diagnostico preciso da lei das demarcações. “Excelências é uma lei unilateral, decidida por relatórios, pareceres e portarias, o contraditório é apenas para cumprir uma formalidade legal, não existem regras claras quanto à defesa das partes… ”. Traduzindo, é uma lei para criação de reservas indígenas, não como evita-las. A sentença é definida antecipadamente. Além do que, ficamos reféns dos simpatizantes da causa indígena, que irão examinar as nossas contestações. Sempre as invalidando. Um verdadeiro rolo compressor, injusto, mas, juridicamente legal.
As tentativas de sensibilizar as autoridades com o impacto sócio econômico que a demarcação irá causar beira a uma ingenuidade pueril. A lei das demarcações não comtempla quem faz parte da agricultura familiar, quem foi assentado pelo INCRA, quem produz alimentos, quem paga impostos, quem gera empregos e nem quem tem títulos de propriedade a varias décadas. Nada disso importa. Já passou da hora de terem este entendimento e acreditarem que pode acontecer mudanças na atual legislação.
Como bem lembrou um mensaleiro em latim “Dura lex, sed lex” (A lei é dura, porem é a lei) Temos que encarar esta situação com realismo e ao mesmo tempo adotar a estratégia de procrastinar indefinidamente o processo até que outra portaria caia do céu. Uma já caiu, por que outra não pode? Ninguém tem a cura para este problema. Mas, remédios para evitar o pior, temos de sobra. Basta ter competência para sabê-la usa-la.
Prefeitura Municipal de Ilhéus

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Jabes diz que vai priorizar a recuperação dos serviços públicos
O prefeito eleito de Ilhéus, Jabes Ribeiro (PP), elege como prioridade a recuperação dos serviços públicos nas áreas de saúde, educação e infraestrutura. Ele foi um dos entrevistados do Programa Alerta Total da Record News, nesta segunda-feira, 8, onde disse também estar confiante na união de todos os parceiros políticos em torno da reorganização da cidade. “Quem ama Ilhéus, vai participar”, enfatiza.
Jabes foi eleito neste domingo, 7, com 39.733 votos (44.09%), confirmando a preferência sinalizada ao longo da campanha pelas pesquisas e no corpo a corpo com os ilheenses. O trabalho de reorganização das finanças é meta imediata do próximo prefeito. “A situação do município é tão caótica, que primeiro teremos que arrumar a casa, para ampliar nossa capacidade de atração dos investimentos e programas federais e estaduais”.
A construção da nova ponte e o saneamento do Pontal, segundo Jabes, já estão assegurados pelo Governo do Estado. “Chegou a hora de discutir com o novo governo de Itabuna a criação da Região Metropolitana, e trabalhar para a implantação do Polo Chocolateiro e reestruturação do Polo de Informática”, adianta, enfatizando que seu governo terá a marca do otimismo, competência e trabalho.
Ao discursar para a multidão que se aglomerou na Praça Dom Eduardo na noite de domingo comemorando sua vitória, Jabes agradeceu pelo apoio das crianças, que levavam energia da sua campanha, através da música, para dentro das casas e das “mocinhas da terceira idade”, familiares, amigos, equipes de coordenação, sobretudo dos ilheenses que acreditam no seu trabalho. Enfatizou também a importante aliança com o vice Cacá. “Cada eleição é uma história diferente, uma emoção diferente. Apesar de eleito prefeito pela quarta vez, essa vitória tem o gosto da primeira”.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apurou em Ilhéus 132.366 votos, com comparecimento de 99.329 eleitores (75,04%) e abstenção de 33.037 (24,96%), em 381 seções eleitorais. A candidata Carmelita (PT) teve 29.805 votos (33,08%) e Jorge Luiz (PSOL) saiu das urnas com 20.571 votos (22,83%). Votos brancos somaram 3.115 em nulos 6.105.
Atenciosamente,
Assessoria de Imprensa
“Respeito o resultado das urnas e espero que o vencedor cumpra as promessas de campanha”, afirma Carmelita
Segunda colocada nas eleições municipais, Professora Carmelita, do Partido dos Trabalhadores, disse nesta segunda-feira (08) pela manhã, ao analisar o resultado das urnas, que respeita a decisão democrática do povo de Ilhéus e espera que o prefeito eleito, Jabes Ribeiro, consiga transformar em realidade as promessas feitas durante a campanha eleitoral. “De há muito a população de Ilhéus aguarda por isso. Uma cidade da importância como a nossa tem que restabelecer a sua posição de liderança regional com projetos e obras que atendam as necessidades da população e estimulem a sua economia”, disse.
Professora Carmelita aproveitou para agradecer os 29.805 votos obtidos nas urnas e disse que em respeito a estes eleitores que acreditaram na sua proposta de governo, vai estabelecer uma postura contribuitiva de fiscalizar, mesmo sem mandato, os caminhos que serão tomados pelo novo governo da cidade. A candidata também agradeceu ao arco de alianças construído nesta eleição, que reuniu oito partidos políticos, e disse que percorrer as ruas de Ilhéus, ouvir a população mais sofrida e entender as demandas do dia a dia que tomam conta dos morros, da periferia e do centro da cidade a tornaram ainda mais comprometida com os destinos de Ilhéus e da sua gente.
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AI/CAMPANHA
Rompemos mais uma campanha/eleição
Olá,
Paz e Luz!
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Por conhecer os candidatos (a grande maioria) e, para prefeito, os 3, foi mais um desafio vencido quando chegamos ao final do pleito sem colocar o site em risco.
No começo da campanha, aliás como em todas elas, os mais próximos insistem (por amizade) para arranjarmos um cantinho aqui pra eles massificarem nomes e números. Não abrimos. Hoje, foi uma alegria tremenda por aqui. Dois, dos mais contundentes na busca pelo espaço, ligaram e disseram que no calor da emoção foram “indelicados com o amigo”. Confesso que fiquei muito feliz porque perder amigos, conhecidos e ou colegas não é fácil pra mim. Fico todo estranho e sempre achando que falhei em algum momento dando margem para o arranhar da amizade. Foi massa!.
Vou aproveitar para dizer a um amigo que considero medianamente inteligente – e que abordou um colaborador do site na rua – e disse que o site estava mais para a coligação tal do que para outras.
Observe/lembre que optamos por divulgar os informes/releases de assessorias das coligações. Se em determinado momento uma coligação foi mais divulgada do que outra aí a insatisfação deveria ser canalizada para, repito, as assessorias e não para o site. Confesso que estranhei essa abordagem. Ontem fiquei sabendo que o amigo estava torcendo para a coligação que foi menos divulgada em determinados dias e, por isso, seu “inconformismo”.
A grande verdade do mundo é que o site cumpriu o que prometeu.
Agora é esperar o desenrolar dos acontecimentos e lembrar que o ESPAÇO DO LEITOR continuará sendo uma tribuna livre dentro do respeito e no cuidado com o dito uma vez que determinadas “cobranças” ferem/incomodam os que fazem “piseiro” no site e se acostumaram com uma linguagem compatível com a seriedade. Aqui não se fala em erros e sim no tipo de palavras muitas vezes usadas indevidamente. Outras dizem a mesma coisa e não “inojam”.
Valeu mesmo e grato por tudo…
Bjo grande e fiquem com DEUS (Sempre!).
Rabat.
O ELEITO
Já temos um novo mandatário Senhor JABES RIBEIRO.
Intensa campanha, promessas de todo tipo, a partir de janeiro estará mais uma vez à frente da administração pública municipal de Ilhéus.
Vamos esquecer neste momento o passado do novo alcaide, principalmente seu último mandato que provocou esses oito anos de desleixo e de falta de respeito com a coisa pública na nossa cidade.
Com certeza o Senhor Jabes nesse período que ficou afastado da prefeitura, deve ter refletido bastante a sua última atuação e, aliado à sua experiência de homem público, terá mais uma oportunidade para mostrar ao povo de Ilhéus que o tempo é outro, que o cidadão Jabes está mais maduro, com intenções de reparar o estrago provocado e se redimir perante o povo.
No início do ano, logo após a posse oficial, o Senhor Jabes terá sob a sua responsabilidade a administração de uma cidade repleta de problemas, necessitando ser resgatada política/administrativamente e fazer valer o seu conhecimento de já ter sido por três vezes prefeito.
Agora é descansar, saldar os compromissos de campanha, começar a montar a equipe de trabalho e planejar o que fazer nos primeiros meses de mandato.
Caro Jabes Ribeiro! Independente de partido ou coligação política, de quem votou ou não, a partir de janeiro o Senhor será o prefeito de todos os ilheenses que esperam uma administração com competência, ética, responsabilidade, decência, compromisso com a causa pública.
PARABÉNS e que Deus na sua infinita sabedoria lhe abençoe e proteja na difícil missão que terá pela frente.
ZÉCARLOS JUNIOR






























































