PSICOMUNDO – FANTASMAS DAS PROPAGANDAS ENGANOSAS
A cidade de Ilhéus, olhando pelas inúmeras visitas de pessoas do mundo inteiro, pode-se dizer que sempre será vista e colocada nos cenários de grandes escolhas de Terra boa, evidenciando-se pelo lazer e por sua exuberante beleza natural. Não existe dúvida acerca desse importante detalhe, dando ênfase para tê-la como “Princesa do Sul”!
Todavia, verificamos muitas pessoas querendo visitar a nossa cidade e viver a beleza tão propalada e sentir o calor das suas praias e da nossa gente, conhecer os mistérios das divulgações dos livros de Jorge Amado, enfim, passar momentos inesquecíveis em sua vida!
O problema da Terra de São Jorge dos Ilhéus é que existindo um imenso contingente de moradores e que daqui vivem e ganham os seus sustentos, porém, poucos ajudam ou buscam meios para mantê-la organizada. E umas das coisas que provoca um aglomerado de pessoas em Ilhéus são as suas barracas de paria! Mas, infelizmente passou a ser um território produtor de exploração. Constantemente, estamos ouvindo fortes e desprezíveis lamentos de turistas que foram, segundo eles, assaltados nos preços dessas barracas!
Um caranguejo custa o preço de uma carda, uma cerveja com preço dobrado, as refeições de pouca qualidade e vale ouro, assim nossos visitantes relatam. No fim o famoso 10% do atendimento dos garçons, e até gorjetas por fora! Tem casos que nos foi informado por um turista que quando resolvem conferir a conta, foi incluído algo que não passou pela mesa! Tudo servido e vendido nas praias realmente é muito caro, todavia, cabe aos clientes que passam por esses vexames conferir item por item para ver se foi cobrado dentro da normalidade.
Nossa linda cidade tem praias por todas as orlas, lindos jardins em todos os bairros, e faltam que essas belezas circunstanciadas de forma natural sejam preservadas. E verificando bem, poucos têm as noções exatas do belo, e assim essa cidade vai se esvaindo, e não sabemos até quando vai continua a desfalecer nas mãos de tantas criaturas que administram e controlam suas qualidades de benfeitora de muita gente que aqui desembarcam, aportando sem nenhuma dificuldade e recebem todas suas honras com se estivessem em suas próprias casas.
Essa Terra tão boa e acolhedora sofre muito pelas inconsequentes maldades dos torpes senhores da vida mundana, e com eles e por causa deles, sofrendo e vivendo seus maus tempos! Momentos criados por seus administradores que a deixa nos escuros, e tantos recantos se luzes são aconchegos para o povoamento de indivíduos indecorosos, que se aproveitando das luzes apagadas dos postes das ruas das Quintas, Conselheiro Dantas, Praça Castro Alves, Antonio Lavigne de Lemos, próxima à nossa Igreja de São Jorge fiquem a mercês dos caprichos dos agentes dos crimes, prepostos preparados pelo vício do mal, assaltando, destruindo veículos, arrombando residências de famílias, destruindo sonhos de pessoas que aprenderam a viver as dádivas da paz.
Ilhéus é uma cidade que precisa de um local seguro para que os residentes das artérias públicas tenham um local para sentir-se como gente. E que as marquises não sejam locais onde todas as noites se transformem em pousadas para um aparente descanso deles! Falta a criação do trabalho para que esses indivíduos de ruas possam sentir a força da ação diante das suas dificuldades e procurem solucioná-la por sua livre e espontânea vontade de buscar seus ideais. Ficou muito triste sair às ruas e verificar que as pessoas estão apenas esperando a vida passar e embriagando-se com fortes bebidas alcoólicas e drogas. Que as nossas autoridades de forma geral atuem de imediato e ajudem a salvar tantos indigentes úteis. Que o policiamento organizem visitas diárias nesse locais que relacionamos, pois muitas pessoas, principalmente, idosas estão rigorosamente punidas pela falta de segurança. PENSEM NISSO!!!
Eduardo Afonso – Ilhéus-Bahia




























































Afonso:
Nao apenas nas barracas de praia de Ilheus acrescentam na conta itens nao consumidos.
Numa pizzaria que nao serve alcool, na virada da rua do Carro (Coronel Pessoa), no Pontal, uma conta minha, certa noite, veio com o valor praticamente dobrado.
Um dia, numa hora de descanso, listei diversas maneiras de se “errar” no troco mas perdi este rascunho; eram dezenas, os truques. O mais comum e bater com forca, no balcao, a fracao miuda do troco e esperar para ver se o otario quer ainda receber a fracao maior.
Vivo ha trinta anos em Ilheus e, ha trinta, nao piso naquelas barracas,algumas com apartamentos com paredes internas de tijolos e, ate, ar-condicionado. Muitas delas ficam tao juntas umas das outras que impedem a visao do mar e da praia por quem passa no asfalto.
Ilheus, como Princesa do Sul, ha muito ja era.