O PONTAL NÃO É O VILÃO DA HISTÓRIA
Pra começar um aviso importante:
Todo servidor público, aí incluso o prefeito, o secretário, o assessor, o barnabé, o contratado, o comissionado, os que recebem o dimdim e não fazem nada, todos são considerados perante a lei como servidores públicos e sujeitos a direitos, deveres e obrigações, pois prestam serviços e recebem salários regularmente, uma simples relação governo/funcionários, muito embora ainda tenha gente que não entende o processo.
Deixemos de lado o lero lero e vamos ao que interessa, sem esquecer do início.
Não estou aqui elogiando e nem paparicando ninguém, apenasmente tenho visto a presença da prefeitura nas ruas realizando serviços, principalmente a turma da SEDUR, a cidade já apresenta um novo aspecto, ainda tímido, pois os problemas existentes são imensos, mas já é um bom começo.
Sempre cobrei aqui do R2CPress que o governo municipal mostrasse a cara, fosse para as ruas, felizmente isto está acontecendo.
Sabemos perfeitamente que os recursos considerados próprios da prefeitura não são suficientes para bancar suas altas despesas, mas com jeito, dedicação e criatividade o feijão com arroz pode ser feito e trazer grandes benefícios à cidade.
E este prato preferido do povo brasileiro, o tradicional feijão com arroz, quando bem temperado, provoca uma reação animadora na comunidade.
É muito bom quando a gente vê os nossos operários limpando as ruas, avenidas e praças, operação tapa buracos, ações contra o lixo, iluminação pública, serviços simples, mas de uma dimensão muito grande e que mostra que o desejo do cidadão não é exagerado, apenas quer que as coisas aconteçam e revigorem o aspecto físico da cidade.
O título deste comentário, quando citamos que o Pontal não é o vilão da história, é pelo provável caos no trânsito que poderá acontecer ainda neste mês de dezembro e que pode se estender até meados de fevereiro/março.
O Pontal hoje é apenas um bairro da cidade e está inserido e serve de passagem para a grande e avassaladora Zona Sul, que a cada dia toma dimensões de uma nova cidade, com seu dinâmico comércio, seus edifícios e condôminos, seus bairros populosos e também a turma que vem de Canavieiras, Una e arredores, basta dar uma olhada na rodovia Ilhéus/Olivença.
Daí que um único acesso a esta nova realidade tornou-se um fardo pesado para esta imensa população e seus milhares de veículos, que provoca diariamente e em qualquer horário engarrafamentos e trânsito lento.
Temo que a nossa SUTRAN não tenha equipamentos suficientes para amenizar o caos que vem por aí e que já está escrito e definido.
Portanto, alguma coisa tem que sair dos gabinetes visando enfrentar este sério problema, nesta temporada de verão que promete.
A estratégia tem que ser montada, principalmente com a volta as ruas dos Agentes de Trânsito, munidos de equipamentos e determinação no intuito de fazer o tráfego fluir de uma maneira menos penosa para a imensa população da Zona Sul.
A Zona Sul não pode ser considerada um problema, é uma nova e prazerosa expansão urbana que está mudando o perfil da cidade.
Com a construção da nova ponte acabará o problema? Sinceramente não sei dimensionar como vai ser a chegada desse novo acesso ao centro da cidade.
ZÉCARLOS JUNIOR



























































