Recentemente, coisa de mês e pouco, tive que ir a Itabuna comprar um produto fácil de encontrar, mas que não encontrei em Ilhéus ( clique aqui ).
Pois bem, precisei comprar um outro tipo de produto que, salvo engano, é vendido em apenas uma loja de Ilhéus. Consultei preço e condições de pagamento por telefone e achei muito caro. Comentei com um colega, que adquiriu o mesmo produto há pouco tempo, e este me disse ter pesquisado antes em Itabuna e que, ao chegar à mesma loja para a qual liguei, em Ilhéus, ele notou a diferença de preço e deu uma “chorada”, argumentando que em Itabuna era mais barato e com parcelamento maior. A loja de Ilhéus não deu a mínima, não demonstrou nenhum interesse em conceder um desconto ou facilitar o parcelamento e o cidadão preferiu, óbvio, comprar em Itabuna.
Sem maiores delongas, resolvi também fechar negócio em Itabuna. É lógico que gostaria que o dinheiro ficasse no município onde resido mas, pela segunda vez em 40 dias, não foi viável.
O detalhe é que nem precisei ir a Itabuna. Telefonei, o vendedor me passou todas as características e especificações do produto e, constatados melhor preço e condição de pagamento, negócio fechado. A loja me trouxe o aparelho no dia e horário marcados e instalou (nenhum custo adicional). Moral da história: adquiri a mercadoria por um preço mais em conta, um prazo maior, efetuei o pagamento e concluí a transação sem sequer botar os pés fora de casa.
Os especialistas, em bom economês, dizem que “…é uma questão do mercado aquecido de Itabuna, dada a demanda do conjunto de municípios do entorno, favorecidos pelo acesso rápido e fácil àquele centro de comércio regional…”.
Sei não… a maneira de atender e negociar tem que mudar tanto assim em vinte e poucos quilômetros?

Nilson Pessoa