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:: 5/abr/2014 . 22:55

JORGE VIEIRA / CEPLAC EM 30 ARTIGOS (XXIII)

REALIZAÇÕES E HISTÓRIA DA CEPLAC 1957-2014

 2003 – CEPLAC – ABSORÇÃO  PELA  EMBRAPA

 

                    Esta foi mais uma tentativa. Momentos de irritação pelo descaso e falta de cumprimento da “promessa feita” pelo Presidente Fernando Henrique e Ministro Pratinni de Moraes. Em visita à região do Cacau, rápida, política e cheia de seguranças, os aproximadamente 170 presentes à reunião ouviram a promessa de resolver os problemas do funcionalismo da Ceplac. Isto é: incluir no chamado PCC – Plano de Cargos e Carreira, os desesperados servidores públicos do Cacau.

Diga-se de passagem, até hoje três de abril, NADA foi feito. Os poucos funcionários incluídos no plano de carreira, foram por uma decisão, ajuizada, séria e correta, da justiça federal brasileira.

Foi neste período de incertezas e insatisfação que os técnicos, em especial os pesquisadores da Ceplac, manifestaram o desejo de passar para o quadro de servidores da Embrapa.  Reuniões e até a busca de uma liderança científica foram aventadas, no sentido de fortalecer a idéia e resolver o angustiante problema dos ocupantes do Centro de Pesquisas do Cacau.

Logo, logo os pesquisadores começaram a sentir que as funções desempenhadas pela Ceplac não se restringem apenas às áreas de estudos e pesquisas agro-econômicas. A transferência de novos conhecimentos tecnológicos – via Extensão Rural – e a formação de uma mão-de-obra especializada – via Escolas Profissionalizantes –   representavam uma grande parcela dos objetivos institucionais.

Verificou-se que na Embrapa também existiam problemas salariais e funcionais e seu interesse institucional restringia-se à área de pesquisas – Centro de Pesquisas do Cacau, – com seus projetos técnicos científicos, seus respectivos autores e o importante patrimônio físico das áreas experimentais.

Outro aspecto considerado foi o fato de os servidores da Ceplac serem regidos pela legislação do serviço público federal e a Embrapa, tendo seu funcionalismo vinculado à CLT, o que diferencia significativamente quando o tema é aposentadoria.

Imaginava-se que esta absorção tinha algo de positivo. Talvez mais recursos financeiros para as pesquisas, facilidades de utilização da estrutura científica da Embrapa (laboratórios e equipamentos), melhoria salarial e o relacionamento com uma equipe técnico-científica das melhores no Brasil.

Finalmente, chegou-se a um consenso, que esta não era a melhor solução para o futuro da Ceplac. Melhor seria manter um enlace institucional, permanente, intenso e cooperativo visando à busca de soluções para os problemas da economia e da produção de Cacau.

Brasília, DF – abril 2003.

    Jorge Raymundo Vieira, Eng. Agrônomo MS – aposentado CEPLAC.


PARA LER O ARTIGO Nº 22 CLIQUE AQUI.

PSICOMUNDO <> CIDADE DO FAZ DE CONTA 1º ATO <>

Não podemos conceber que uma cidade tão visitada e com bastantes movimentações de pessoas e principalmente veículos, os semáforos esteja queimados ou desligados provocando uma insensatez tacanha contra a segurança da sua população! No centro da cidade e no bairro do Pontal se encontra assim há muito tempo, e nada se faz por parte da administração pública municipal para resolver um problema tão pequeno.

Imaginem os problemas maiores que estão por ai sem nenhuma solução, como por exemplo, a rede de esgoto que quando acontecem fortes chuvas a nossa Praça Caírú e adjacências ficam parecendo oceanos de águas impuras com lama contaminada, e que com certeza causarão enfermidades às pessoas que por aqui vivem e transitam. Não sabemos que são os responsáveis, então faz de conta que sejam a Prefeitura e a Embasa, que se transformaram em corpos estranhos ao desenvolvimento da nossa cidade.

A população de Ilhéus precisa acordar desse trágico sono cheio de inercia e viver a plenitude da sua coragem de defender sua Terra e obrigar aos inconsequentes algozes que estão destruindo-a, e obrigá-los a desocupar esse espaço demolidor criado por eles. Há muitos anos a nossa população não ouve ou ver a prefeitura anunciar obras de grande vulto concluído com recursos próprios.

São cobrados impostos e não observamos a transparência na informação aonde foram investidos. E os prejudicados somos nós mesmos, porque a maioria dos nossos políticos, principalmente, os vereadores nem sempre estão preocupados com o bem-estar social, querem apenas o poder de aparecer nas colunas sociais, se locupletarem, agindo como os mocinhos da corte, sem nenhum propósito de ver nossa cidade com dinamismo e prosperidade.

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O cara é bom … rs


Enviado por Marcelo Ribeiro.

Morre o ator José Wilker

Suspeita é de que ele tenha sofrido um infarto.

A última participação em novelas foi em 2013, em ‘Amor à vida’.

José Wilker

José Wilker

 O ator e diretor José Wilker morreu na manhã deste sábado (5) no Rio. Ainda não há informações oficiais sobre a causa da morte, mas a suspeita é de que ele tenha sofrido um infarto. Wilker ficou conhecido por trabalhos marcantes em novelas como “Roque Santeiro”, em que interpretou o personagem-título, e “Senhora do destino”, em que interpretou o bicheiro Giovanni Improtta. No cinema, fez filmes como “Bye Bye, Brasil” e “Dona Flor e seus dois maridos”.

A sua última participação em novelas foi em 2013, em “Amor à vida”, de Walcyr Carrasco, no papel d  médico Herbert. Em 2012, ele foi o coronel Jesuíno no remake de “Gabriela”, baseada no livro “Gabriela Cravo e Canela”,  de Jorge Amado.

Começo
De acordo com seu perfil no site Memória Globo, José Wilker de Almeida nasceu em Juazeiro do Norte no dia 20 de agosto de 1946 e se mudou com a família, ainda criança, para o Recife. A mãe, Raimunda, era dona de casa e o pai, Severino, caixeiro viajante.

Sua carreira no teatro começou no Movimento Popular de Cultura (MPC) do Partido Comunista, onde ele dirigiu espetáculos pelo sertão e realizou documentários sobre cultura popular.

Em 1967, Wilker se mudou para o Rio para estudar Sociologia na PUC, mas abandonou o curso para se dedicar exclusivamente ao teatro.

Em 1970, após ganhar o prêmio Molière de Melhor Ator pela peça “O Arquiteto e o Imperador da Assíria”, foi convidado pelo escritor Dias Gomes o para o elenco de “Bandeira 2” (1971), sua primeira novela.

Wilker interpretou o primeiro protagonista em 1975: foi Mundinho Falcão em “Gabriela”, adaptação de Walter George Durst do romance de Jorge Amado, um marco na história da teledramaturgia brasileira.

Personagens conhecidos
Wilker tem em seu currículo personagens memoráveis, como o jovem Rodrigo, protagonista da novela “Anjo Mau” (1976), de Cassiano Gabus Mendes. Em 1985, viveu Roque Santeiro, personagem central da trama homônima escrita por Dias Gomes e Aguinaldo Silva. Em 2004 interpretou o ex-bicheiro Giovanni Improtta, de “Senhora do Destino”, de Aguinaldo Silva, um personagem com diversos bordões como “felomenal” e “o tempo ruge e a Sapucaí é grande”.

O artista dirigiu o humorístico “Sai de Baixo” (1996) e as novelas “Louco Amor” (1983), de Gilberto Braga, e “Transas e Caretas” (1984), de Lauro César Muniz. Durante uma rápida passagem pela extinta TV Manchete, acumulou direção e atuação em duas novelas: “Carmem” (1987), de Gloria Perez, e “Corpo Santo” (1987), de José Louzeiro.

Apaixonado pelo cinema, o ator participou de filmes como “Xica da Silva” (1976) e “Bye Bye, Brasil” (1979), ambos de Cacá Diegues, e foi o personagem Antônio Conselheiro em “Guerra de Canudos” (1997), de Sérgio Rezende.

Wilker também se destacou em minisséries como “Anos Rebeldes” (1992), de Gilberto Braga; “Agosto” (1993), adaptada da obra de Rubem Fonseca; e “A Muralha” (2000), escrita por Maria Adelaide Amaral e João Emanuel Carneiro. Em 2006, interpretou o presidente Juscelino Kubitschek na minissérie “JK”, de Maria Adelaide Amaral e Alcides Nogueira.

O artista ainda escreveu textos para revistas e jornais e comentou a cerimônia do Oscar durante vários anos.

 Do G1, no Rio

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2014/04/morre-o-ator-jose-wilker.html





















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