SITUAÇÕES DISTINTAS
Todo cidadão sabe o poder e a importância das redes sociais e o alcance ilimitado da internet.
E nesses dias duas situações se apresentaram em nossa comunidade e que precisam que sejam consideradas, pois uma situação atinge diretamente a parte de OBRIGAÇÃO DO PODER PÚBLICO e a outra atinge a FALTA DE RESPEITO para com o nosso alcaide, pois queiramos ou não, este cidadão foi eleito pelo voto popular e nomeado pela justiça eleitoral como prefeito eleito da cidade de Ilhéus. Incontestável.
Na primeira situação foi amplamente divulgada pela rede social uma construção situada logo após o viaduto Catalão, sentido Alto da Conquista, e denunciava uma construção irregular que está invadindo o passeio público.
Como o assunto foi motivo de discussões e aí se vê que o cidadão está atento a tudo o que acontece na comunidade, acredito que a nossa prefeitura tenha tomado conhecimento do fato e adotado as providências para averiguar o que realmente está acontecendo.
O cidadão comum não tem o poder de embargar, mas sim de denunciar o fato, cabe à prefeitura munida do Código de Postura e de Obras, visitar o local e definir o que está certo e o que está errado.
O que sei é que a construção ainda está lá e se a prefeitura acionou o proprietário não tenho conhecimento.
Na segunda situação foi divulgado num dos blogs de notícias da cidade, uma gravação contendo a figura e a voz de um cidadão, quando este dizia em alto e bom som que o prefeito de Ilhéus é o maior ladrão da cidade.
Salvo melhor juízo, esta situação não pode deixar de ser analisada, pois acredito que qualquer cidadão não tem o direito, exceto se tiver provas, de chamar publicamente uma autoridade do município de ladrão.
Como dizia minha avó, não morro de amores para com o nosso alcaide, como político ele lá e eu cá, mas como cidadão não tenho o direito de chamá-lo de ladrão, larápio ou coisa parecida.
Como disse no início desta nota, este cidadão foi eleito obedecendo aos trâmites legais e é considerado como responsável pelos atos e fatos de responsabilidade da prefeitura. Se ele vier a incorrer em algum deslize administrativo, que o assunto seja levado à câmara de vereadores, que é a instância responsável de legislar e fiscalizar os atos do prefeito.
Portanto, acredito que devamos ter mais cuidado com as pretensões no momento de exercermos a nossa cidadania, pois temos disponíveis outros recursos para cobrar ética e responsabilidade do alcaide eleito pelo voto popular.
Ficam aí estas duas situações, que pra uns são simples notícias da internet, mas que servem de parâmetros entre a obrigação do poder público e o direito de se expressar do cidadão.
Veja o alcance das redes sociais.
ZÉCARLOS JUNIOR


























































