PSICOMUNDO <> (I) OS POLITICOS SÃO CULPADOS POR DESORDENS ADMINISTRATIVAS? <>
A observação dos comentários inerentes ao desenvolvimento de várias cidades do Estado da Bahia, não são assuntos agradáveis para as pessoas de várias camadas sociais, existindo as afirmativas que os eleitores não escolhem seus representantes certos para ocupação do Legislativo e Executivo e depois quem leva as desvantagens são os Municípios, os Estados ou a Nação Brasileira!
No entanto, relembrando os anais da história política de nosso País, o sufrágio dos votos nas urnas, nem sempre os eleitores medem as consequências das péssimas escolhas por homens que não estão ligados diretamente aos interesses prioritários das comunidades dos cidadãos que votam.
Então, ficamos pensando se quem decide e escolhe os candidatos a cargos políticos não são os eleitores através do voto popular? Quem seriam os culpados por tantas artimanhas e demagogias escolhidas ao gosto de certos indivíduos? As pessoas são enganadas por acaso e aceitam propositadamente as qualidades de muita gente querendo atingir o poder atribuído a um determinado cargo concedido, e foram eleitos com a ajuda da nossa comunidade?
Torna-se fácil verificar que nenhuma organização pública jamais poderá obter a prosperidade que traga relevantes benefícios aos seus munícipes, sem a compreensão da sua população formalizando sua própria retrospectiva acerca dos homens públicos, notadamente os políticos profissionais que já passaram e continuam levando vantagens com falsas projeções e sem relevantes projetos. O erário público permanecerá escasso e desprovido de saldos satisfatórios para seguir construindo através de obras com benefícios sociais, se não forem exterminados os modelos apáticos e as inexpressivas mazelas criadas pela falta responsabilidade.
Tem muita gente somente causando decepções pela falta de carinho e desvelo pelos seus munícipes. Não podemos entender tanta falta de sensibilidade por causas sérias que estão jogadas aos fatores desprezíveis da ausência de responsabilidade social. Os momentos atuais da política incluem promessas que se constituem em organizações de algumas benfeitorias destinadas fora de tempo através dos interesses individualistas da classe política visando continuar no poder.
A cidade de Ilhéus ganhou um triste destino de tantas contradições em seu desenvolvimento. São tantas conversas e promessas cheias de aparentes afinidades jogadas aos convívios de estranhas explorações. Criam carências que deveriam ser sérias para a satisfação dos seus habitantes.
A existência de enormes quantidades de canteiros de obras anunciadas em vésperas de eleições deve ser bem observada na maneira de acreditar se serão todas realizadas. Tudo faz parte de inusitado poder de gestão em alguns setores da nossa cidade que fazem uma desarrumação deixando todos os seus habitantes revoltados.
Nessa sufocante fase administrativa bastante desconfortável que passa a nossa cidade, a paz não poderá ser uma bandeira branca, falta muita gente com a alma limpa e interessada pela transparência de atitudes que organizem de fato o desenvolvimento da nossa Terra. PENSEM NISSO!!!
Eduardo Afonso – Ilhéus-Bahia


























































