PSICOMUNDO – PAZ PELA COMPREENSÃO – 71ª PARTE
Passamos por várias fases da existência humana e muitas vezes deixamos de perceber os dons que mulheres e homens professam e com muita dedicação ensinam os caminhos da pujança da aprendizagem da ciência da cultura traduzida pela arte do conhecimento do nosso idioma. São coisas que publicamente transformam às espécies humanas no crescimento dos conhecimentos através dos estudos emanados pela cultura na escola da vida.
Nessa data, “15 de outubro”, queremos agradecer a Deus pela vida dos nossos abnegados professores, especialmente os que agem com muita decência, dedicação e carinho com as pessoas de todas as classes sociais e idades, as quais sempre precisam conhecer os ditames da consciência da sua própria existência e do conhecimento escolar que visualize as trajetórias do mundo em que vivemos, mostrando-lhes os seus direitos e deveres de cidadania.
Educar no Brasil atualmente é uma tarefa bastante árdua e só Deus sabe os percursos que são alcançados no combate ao analfabetismo; tão prejudicados pelos desairosos desvios de verbas e ausências de incentivos aos homens que aqui nascem, crescem e vivem, muitos são desumanamente jogados tragicamente no mundo das ignorâncias e chegando até às praticas dos bárbaros crimes. Lamentamos sem dúvida quando atingidos pela falta da observação dos “Direitos Humanos”, recaem nos desrespeitos aos seus próprios interesses básicos traduzidos pela incapacidade de sentir os benefícios da solidariedade e da paz interior.
Podemos imaginar e analisar que a ignorância é uma das maiores purezas sociais e humanas. Custa caro quando se olha pelo lado dos escassos estabelecimentos de ensino e a falta de manutenção, especialmente com os autores intelectuais sustentam essas dificuldades provocadas na maioria das vezes pelos administradores do nosso País. Entretanto, vale ressaltar que: “Se você acha que a Educação é cara, experimente a ignorância”.
O povo brasileiro tem as necessidades básicas de exercitar sua caminhada, em busca da sua melhor educação para viver de forma mais ou menos num padrão, que o faça estar sempre em conexão com todas as culturas do seu país e do mundo. Para isso tem que possui paz e saúde mantendo-o firme de forma salutar, com a mente perfeitamente em condições de poder oferecer suas reais qualidades, com a predominância de trazer a força da sua capacidade de conduzir uma sociedade cheia coisas importantes, e dando sua parte e seu exemplo de vida.
Diante de tantos acontecimentos bons ou ruins que a vida desse mundo nos apresenta, figuramos diante de um teste da nossa força de confiar e ter robusta fé na existência de Deus, pois são nos momentos de angustia que surge essa busca, e devia ser em todos os espaços da vida! Quantos sofrimentos surgem nesse universo de prantos e desencantos. Nunca foi tão importante à necessidade de oferecer um abraço ao nosso semelhante, principalmente, aqueles que às vezes fraquejam e duvidam da existência de um Ser Supremo e Onipotente no meio de todos nós.
Existe uma falta de atenção no detalhe que determina a preservação da espécie humana. Tem muita gente preferindo o exercício trágico de ser surdo, cego e mudo, criando seu próprio isolamento. Que tão longo se tornam os caminhos da vida, se colocamos dificuldades em criar uma nova epopeia na nossa existência, deixando de destruir os alicerces arcaicos para uma nova estrutura. Ter uma visão das mudanças temporárias ou radicais para não sofrer com as transformações do mundo. Verificara ação do sentimento do abraço, porque é um ato de extrema importância para a espécie humana, em virtude de que dói muito se surgir aparente dúvida nessa atitude.
Tem muita gente necessitando de amparo e muita solidariedade! Imaginamos quantos gemidos enchem os hospitais; mulheres que se prostituem por chamados motivos honestos; mendigos e aleijados que anteriormente eram grandes profissionais receberam até medalhas de honras, hoje são restos heroicos! Inúmeras cruzes pela margem das estradas, deixando apenas lembranças de entes queridos. Foi à excessiva liberdade da pressa de chegar que deixou o apressado no meio do caminho, não mais seguirá a sua viagem.
Eduardo Afonso – (73) 8844-9147 – Ilhéus-Bahia
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