O PROPONENTE

Diz-se assim do maçom possuidor do Grau de Mestre que “propõe” à Loja o nome de um profano para, depois de sindicado, ser Iniciado. Cada Loja possui seu regulamento de como é feita proposta, que segue uma tradição; genericamente, o método é idêntico para todas as obediências existentes no país. O ato de propor um profano reveste-se de cuidados extremos, uma vez que está sendo proposto alguém que irá pertencer a um grupo já coeso e formado. Não se pode propor um amigo apenas pela amizade. O proposto deve possuir as condições essenciais de poder unir-se ao grupo sem dissonâncias, mas que possa aderir de imediato à filosofia grupal. Por exemplo, a proposta derivada de um interesse profissional corporativista pode agradar aqueles que se situam no mesmo patamar, mas desagradar os demais; assim, a proposta não será aceita. O Proposto deve possuir certo carisma que faça com que seja aceito de bom grado, com simpatia e, sobretudo, com amor. O Proponente nunca deve esquecer que há risco na sua proposta, a de levar para o grupo alguém que mais tarde desafine e pertube. O Proponente deve meditar e usar de sua sensibilidade espiritual para propor alguém totalmente apto para ser assimilado
 posteriormente.

 RIZZARDO DA CAMINO

Enviado por Enault Freitas.