:: 13/nov/2014 . 11:38
HOMENS BRASILEIROS SUBESTIMAM O RISCO DE OSTEOPOROSE, DIZ PESQUISA
Segundo a Fundação Internacional de Osteoporose, a doença pode levar a fraturas, dor, incapacidade e morte prematura, mas permanece desconhecida pelo o público em geral e ignorada pelos médicos durante as consultas de rotina
Resultados de uma pesquisa inédita, publicada pela Fundação Internacional de Osteoporose (IOF), revelam que 89% dos adultos brasileiros não estão cientes de quão comum são as fraturas causadas pela osteoporose em homens mais velhos. Com um em cada cinco homens com mais de 50 anos de idade afetados, os dados confirmam que, apesar de comum e debilitante, a osteoporose ainda é um problema de saúde subestimado e negligenciado.
De acordo com esta pesquisa internacional – realizada em homens e mulheres de 12 países, essa falta de conhecimento era universal e independente do gênero ou da geografia. O reumatologista Cristiano Zerbini, membro de Board Global da IOF e Diretor do Centro Paulista de Investigação Clínica (Cepic), em São Paulo, explica que a osteoporose é uma doença que torna os ossos fracos e propensos a quebrar com facilidade. “Por ser mais comum em mulheres na pós-menopausa, o público em geral, e até mesmo os médicos, muitas vezes não percebem que a osteoporose também é um problema de saúde sério para os homens mais velhos”, afirma o médico.
Reforma da Central de Abastecimento do Hernani Sá inicia dia 24
Será realizada substituição do telhado do equipamento, pintura dos boxes, requalificação dos banheiros e revisão da rede elétrica.
A reforma da Central de Abastecimento do Hernani Sá, zona sul de Ilhéus, terá início na próxima segunda-feira, dia 24, e está prevista para ser concluída no prazo de 45 dias. A ação resulta da parceria entre a Prefeitura Municipal com a Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba), proposta pelo prefeito Jabes Ribeiro, e consiste na substituição do telhado do equipamento, pintura dos boxes na cor branca, requalificação dos banheiros, além de revisão de toda a rede elétrica.
Em reunião com os feirantes na quarta-feira, dia 12, o titular da Secretaria Municipal de Indústria e Comércio (Sedic), Roberto Garcia, acompanhado dos engenheiros da Coelba, Rômulo Oliveira Moreira, e da Macrofest, empresa contratada para a execução da obra, Carlos Peruna, informou sobre as providências necessárias para manter o funcionamento do comércio durante o período da reforma.
Conforme explicou Roberto Garcia, será montada uma estrutura no campo de futebol ao lado da Central de Abastecimento e no estacionamento do local para acomodar os vendedores. A remoção dos trabalhadores terá início na próxima semana, e nesta sexta-feira, dia 14, haverá nova reunião para definir os detalhes funcionais do espaço provisório.
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Secretaria de Comunicação Social – Secom
JEITINHO BRASILEIRO
Todos nós já reparamos, em propagandas de medicamentos na TV, aquela tradicional frase que aparece no final e é dita por um locutor:
No Brasil, parece que as palavras “Lei” e “obrigatório” são coisas sempre abomináveis, perversas, ruins ou desnecessárias, cujo cumprimento tem que ser desvirtuado, burlado ou coisa parecida. É daí que surge uma vertente do famoso “jeitinho brasileiro”.
As frases devem ser faladas e estampadas na tela, mas a Lei não especifica a velocidade da fala. Foi a brecha para os laboratórios anunciantes e respectivas agências publicitárias ganharem alguns segundos, que seriam economizados na conta do caríssimo tempo de exibição do comercial televisivo.
Chega a ser engraçada a velocidade, mas, em muitos casos, nossos ouvidos e cérebros não conseguem acompanhar; de tão rápido, em algumas locuções as palavras ficam totalmente ininteligíveis. Os órgãos reguladores nada fazem – nem mesmo tentam mudar o teor da lei – para coibir a esperteza (ou malandragem, como queira).
Um dia, pensei com meus botões: e se baixassem uma nova lei obrigando que todo o anúncio fosse na mesma velocidade “the flash” que hoje é praticada só no trecho final obrigatório? É, ia ser um desespero.
Seguimos, então, com o jeitinho brasileiro escancarado nas propagandas de remédios da TV.
Nilson Pessoa
A LETRA “P”
Apenas a língua portuguesa nos permite escrever isso…
> Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas,
> paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos.
> Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.
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> Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para
> Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém,
> pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém
> posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém
> personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para
> Papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris.
> Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los.



























































