:: mar/2015
Primeira embarcação de pesca oceânica da Bahia realiza testes e fará doação de pescado
A primeira das quatro embarcações para pesca oceânica, resultado de convênio entre a Secretaria da Agricultura da Bahia (Seagri), através da Bahia Pesca, Ministério da Pesca e Banco do Nordeste do Brasil (BNB), está ancorada no Terminal Pesqueiro de Salvador, finalizando os testes para entrar em operação. Com capacidade para 35 toneladas de pescados, o barco, batizado como COOMPI-I, foi entregue à Cooperativa de Pescadores de Itacaré, que receberá ainda outro barco. A Cooperativa de Pescadores de Camaçari, no Litoral Norte de Salvador, também será atendida com duas embarcações. Um segundo barco, segundo o estaleiro Estalbrás, de Maceió, já está pronto, e outros dois em processo de construção.
Na manhã dessa quarta-feira (11), o secretário da Agricultura, Paulo Câmera, e o presidente da Bahia Pesca, Dernival Oliveira, visitaram a embarcação, que realizou testes dos equipamentos pescando em mar aberto, e retornou ao terminal com cerca de três toneladas de pescados, parte dos quais será doada às Obras Sociais Irmã Dulce, e o restante comercializado.
“A Bahia, com 1.200 quilômetros de costa, não tem frota de barcos de pesca em mar aberto. Essa realidade será mudada, e esse representa o primeiro passo nesse sentido”, disse o secretário. Para Agnaldo Green, diretor da Cooperativa de Pescadores de Itacaré, “trata-se de uma mudança de estrutura que em muito vai influenciar as atividades de pesca na Bahia”.
A construção das quatro primeiras embarcações faz parte do Pró-Frota (Programa Nacional de Financiamento da Ampliação e Modernização da Frota Pesqueira Nacional) que financia a aquisição de barcos pesqueiros para a pesca oceânica para cooperativas de pescadores em todo o País. O Pró-Frota tem por objetivo incentivar a formação de uma frota genuinamente brasileira; incrementar a produção nacional de pescado; recuperar recursos que estão em situação de colapso, promover a exploração da Zona Econômica Exclusiva e de águas internacionais, e proporcionar a eficiência e sustentabilidade da frota pesqueira costeira, continental e oceânica.
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Ascom Seagri – 11 de março de 2015
Josalto Alves – DRT-BA 931
71.9975.2354 2115.2794
Relatório de Impacto Ambiental da Ferrovia de Integração Oeste-Leste está disponível no site da Prefeitura de Ilhéus
Documento traz informações acerca dos impactos negativos ou favoráveis do empreendimento à região.
A Prefeitura de Ilhéus disponibiliza em sua página oficial na internet o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) da obra da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL). O documento está disponível neste link http://goo.gl/hL0vMZ. A FIOL é um empreendimento do Governo Federal, executado por meio da estatal Valec Engenharia, com traçado estendendo-se entre os municípios de Figueirópolis/Tocantins e Ilhéus/Bahia, onde se integrará ao complexo Porto Sul, totalizando cerca de 1.500 km de extensão.
O RIMA é uma espécie de tradução dos estudos técnicos realizados acerca dos impactos ambientais favoráveis ou negativos à região do empreendimento. Ele é necessário para fomentar discussões com a sociedade, nas audiências públicas. De acordo com Alex Coutinho, gerente de Gestão Ambiental da Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo (Semau) de Ilhéus, o estudo detalhado está disponível na sede da secretaria, localizada à Praça Dr. Antonio Vianna, s/n, Cidade Nova.
O relatório foi elaborado pela Oiko Pesquisa Aplicada. De acordo com a estatal responsável pela obra, a ferrovia integrará as regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste. A FIOL tem como objetivo principal interferir na matriz de transportes brasileira, substituindo, quando possível, o transporte rodoviário pelo ferroviário nas trocas de cargas entre o Oeste, o Centro e o Leste do País.
Nesse mesmo sentido, a FIOL também acumula um número elevado de funções essenciais: é uma ferrovia voltada à exportação: ao interligar o Norte (Tocantins e Maranhão), o Centro (Goiás) e o Nordeste (Bahia), no município de Ilhéus, proporcionando significativa redução dos custos de transporte de grãos, álcool e minérios destinados ao mercado externo.
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Secretaria de Comunicação Social – Secom.
APAE DE ILHÉUS ORIENTA MÃES SOBRE DIREITOS E BENEFÍCIOS SOCIAIS
Certificada como entidade beneficente de Assistência Social na área da Educação pela lei federal 12.101 de 1999 (CEBAS), a Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Ilhéus, oferece orientação às mães dos apaeanos sobre benefícios sociais assegurados por legislações federais, que tutelam o direito de pessoas deficientes e maiores de 65 anos.
Por ser constituída como uma pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos e reconhecida como entidade beneficente de assistência social com finalidade de prestação de serviços na área da educação, a APAE de Ilhéus se adéqua às exigências da lei do CEBAS, para o processo efetivo de inclusão social por meio dessa política pública, que também disciplina o acesso de pessoas e as com deficiência as bolsas para educação e o atendimento às populações em risco social.
De acordo com a Assistente Social do município, professora universitária e voluntaria da entidade, Miriam Cabral, algumas pessoas têm direitos a benefícios como o de Prestação Continuada (BPC) destinado à pessoas com deficiência e maiores de 65 anos, conforme as especificações da lei. “Na APAE de Ilhéus existem pessoas que temos a certeza de que podem ser beneficiadas com esse direito. Oferecemos toda a orientação e encaminhamos para o INSS”, informa a Assistente Social, Miriam Cabral, que atende às segundas e terças-feiras pela manhã na instituição.
A “Moda” do Food Truck: origem.

Primeiro Food truck: criado pelo texano Charles Goodnight.
“Quem pensa que a moda do Food Truck (caminhão de comida) é nova se engana. Há mais de um século, os americanos já utilizavam o conceito desse restaurante ambulante. O primeiro Food Truck de que se tem notícia foi criado por Charles Goodnight em 1866, no estado do Texas. Charles sabia da dificuldade que os tocadores de rebanhos enfrentavam quando o assunto era alimentação. Por esse motivo decidiu adaptar um pequeno caminhão militar para levar comida a esses grupos de cowboys. No caminhão não havia refrigerador e a comida era basicamente grãos secos e outras difíceis de estragar. Carne somente salgada ou se algum animal do rebanho se machucasse e tivesse que ser sacrificado. Em 1890 já se via Food Trucks nas noites de Nova Iorque prontos para servir os trabalhadores de turnos noturnos. Já em 1950 cantinas ambulantes invadiram os EUA.
Em anos recentes o Food Truck voltou ao mercado. Principalmente depois da crise de 2009, quando muitas pessoas perderam seus empregos, os Food Trucks, a meu ver, servem a dois objetivos. Àqueles que perderam seus empregos, uma fonte de renda. Aos que não podem mais pagar restaurantes na hora do almoço, uma opção mais barata de comida preparada na hora. E a comida, como é?
As opções são muitas. Tem Food Truck para todos os gostos, até vegetariano. Mas logicamente, o que vai trazer mais retorno para o dono do caminhão é o gosto da maioria. Em cidades grandes como Nova Iorque, em um centro mais empresarial, onde as pessoas vão à academia todos os dias e são obcecadas pelo “fat free”, comidas muito gordurosas não farão o salário do fim do mês gordinho também. Mas existem Food Trucks de várias cozinhas e de diversos horários. Alguns são somente de café da manhã, outros de almoço e também outros só de jantar. Tem comida americana, italiana, grega, japonesa, chinesa etc.
No GOTAS DE PAZ
VÍTIMA DE SI MESMO
Pode parecer estranho, mas nosso maior inimigo está dentro de nós mesmos. Somos nós que criamos problemas e obstáculos em nossa vida. Somos nós, que com nossos pensamentos negativos atraímos situações e pessoas negativas para perto de nós. Somos nós que com nosso inconformismo, nosso orgulho, nosso desespero, nossa falta de fé que criamos doenças emocionais e que acabam por adoecer o corpo físico. Somos vítimas de nós mesmos. Se quisermos uma vida melhor, com saúde, prosperidade e alegria, temos de fazer mudanças no nosso interior. Reflitamos e vejamos o que temos feito de bom por nós mesmos. Se pararmos para pensar poderemos constatar que pensamos mal, agimos mal, sentimos mal. Coloquemos o bem, o amor e a alegria em nossa vida e tudo melhorará para nós. Ter uma existência boa ou má só depende de nós!
GOTAS DE PAZ:
http://www.gotasdepaz.com.br/vitima-de-si-mesmo/?utm_source=Mensagem+11%2F03%2F2015&utm_medium=email&utm_campaign=Mensagem+11%2F03%2F2015
Secult de Ilhéus convoca inscritos no projeto Águia da Cultura para entrega de documentos
Quem se inscreveu tem até esta quarta-feira, 11, para apresentar a documentação à sede da Secult
A Prefeitura de Ilhéus convoca todos os inscritos no projeto Águia da Cultura para comparecer à sede da Secretaria Municipal de Cultura, situada à Rua Jorge Amado, nº 2, centro, até esta quarta-feira, 11, para apresentar a documentação complementar, possibilitando o pleno julgamento dos projetos cadastrados no edital. O atendimento será feito somente das 8 às 12h e os produtores e/ou artistas que não apresentarem os documentos terão suas propostas desconsideradas. Outras informações podem ser obtidas através do e-mail secultilheus@gmail.com ou pelo telefone 3231-7531.
Projeto – Idealizado na terceira gestão do prefeito Jabes Ribeiro, o Águia da Cultura tem por objetivo divulgar, utilizando de um ônibus, a produção cultural local, promover apresentações de artes cênicas (música, teatro e dança), e estimular o acesso aos bens culturais pela população.
Secretaria de Comunicação Social – Secom
ILHÉUS / VI Caminhada Penitencial
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ORIGENS E RAÍZES DA FRANCO – MAÇONARIA – PARTE III
Ir.’. Everaldo
Por José Everaldo Andrade Souza
Prezados seguidores do nosso conceituadíssimo R2CPRESS, Irmãos maçons e interessados na história da Franco-Maçonaria.
Nessa parte do nosso atual enfoque, estudaremos algumas teorias a respeito da origem da Maçonaria….
RAÍZES TRIBAIS?
Nessa teoria acredita-se que a Maçonaria tenha suas raízes em tribos, que prosperaram no Período Megalítico, ao redor de 7000 a 2500 a.C. Havendo descoberto a Ciência e a Astronomia, os homens daquela época construíram observatórios astronômicos, que incluem Stonehenge da Inglaterra, às margens da planície de Salisbury, obras impressionantes àquela época. Esses observatórios permitiram às tribos que os construíram calcular as estações e os anos pela observação do Sol e de Vênus, o planeta mais brilhante do céu noturno. De fato, isso lhes permitiu ter uma noção do tempo. Sem essas noções, as primeiras civilizações não teriam condições de planejar o futuro ou de progredir eficientemente.
Um dos Manuscritos do Mar Morto, descobertos em cavernas no Oriente Médio, perto do mar do mesmo nome, entre 1947 e 1958, e que se acredita terem sido escritos entre os anos 100 a.C. e 68 d.C., é o Livro de Enoch. Ele explica os princípios científicos pelos quais esses primeiros observatórios operavam. Esses princípios foram compartilhados com outras tribos antes do dilúvio que devastou o mundo ao redor do ano 150 a.C.
Os sobreviventes mantiveram as tradições e quando os romanos expulsaram seus sacerdotes de Jerusalém, em 70 d.C., esconderam os manuscritos, nos quais haviam escrito seus conhecimentos de construção nas ruínas do Templo de Salomão. Ali ficaram até que foram recuperados por seus descendentes, os homens que fundaram os Cavaleiros Templários. Em 1140, liderados por Hugues de Payens, um grupo de Templários recuperou os manuscritos, levando-os para a Europa. Ali, as habilidades secretas dos construtores da época do Velho Testamento foram passadas para os homens que as usaram para construir as grandes catedrais da Europa, os homens cujos rituais, organizações, símbolos e sinais são tão evidentes na Franco-Maçonaria Moderna.
SOBRE MISTÉRIOS E MESTRES
Barriga de Trigo, do cardiologista William Davis.
Olá, queridos leitores do R2CPress!! Após uma pequena pausa viajando a trabalho e também degustando diversos tipo de pães – entre eles o pão de queijo! -, bolos, hambúrgueres e salgados de festa sem glúten e sem lactose e caseína (proteína do leite), muito muito saborosos e aproximados do sabor “real” dos produtos aos quais estamos “adaptados ou acostumados” pela agroindústria, volto aqui no Blog do querido Rabat com a recente bibliografia na qual estou mergulhada: Barriga de Trigo, do cardiologista americano William Davis.
Estou feliz com a evolução da nutrição e da gastronomia nas dietas “especiais”… e “só acho” que em pouco tempo a população perceberá que a nossa dieta regular e alguns produtos é que são de fato muitas vezes nociva a boa saúde e enfim mudaremos o conceito de “especial” para “essencial” em diversos âmbitos e hábitos!
Vale a pena entrar neste mundo e rever conceitos, melhorando sem sombra de dúvidas o seu estilo de vida, saúde e de corpo!
E vale mais a pena dar uma lida abaixo para entender melhor…
“Entre os cereais mais consumidos do mundo – em torno de 700 milhões de toneladas em 2013 –, o trigo está presente em praticamente tudo. Desde massas, pães, biscoitos e bolos até farinhas, cereais matinais, cerveja e doces. Eliminá-lo da dieta parece impossível ou um feito restrito aos *celíacos que não têm outra opção.
* Pessoas intolerantes ao glúten, um dos componentes do cereal integral.
O cardiologista sabia do grande desafio que tinha pela frente ao escrever o best seller norte-americano ‘Barriga de trigo’. Nele, o autor propõe uma vida completamente livre do cereal integral, alimento ao qual atribui não apenas a formação dos indesejados pneuzinhos na região abdominal, mas também o estímulo a uma série de outras doenças, entre elas as cardíacas, diabetes, artrite, alguns tipos de urticárias e até câncer. Sem contar os efeitos na pele, como a acne.
Boa parte dos malefícios causados pelo trigo tem como origem as alterações genéticas pelas quais o cereal passou nos últimos 50 anos. O autor explica que para aumentar a produtividade e a resistência da planta à seca e às pragas, a ciência tratou de realizar uma série de cruzamentos e modificações genéticas nas linhagens. O que pouco se questionou foram os efeitos dessas novas propriedades sobre a saúde humana.
Entre eles, William Davis cita os picos exagerados de açúcar no sangue, que acionam ciclos de saciedade alternados com um aumento do apetite, uma das principais justificativas para a formação da típica barriga que dá nome à obra. Segundo William, a elevação do nível de glicose repetidas vezes ao longo de períodos constantes culmina com a deposição de gordura principalmente no abdômen. Nos homens, o efeito se estende para as mamas, que ficam maiores à medida que mais estrogênio é produzido pelo tecido adiposo. Para se ter uma ideia, o autor garante que o consumo de duas fatias de pão integral aumenta mais a taxa de glicose no sangue do que duas colheres de sopa de açúcar branco.
A proposta, portanto, é radicalizar e eliminar o cereal de forma abrupta da dieta, mesmo que a dependência pareça insuperável. Apesar de concordar que o trigo foi geneticamente alterado a partir da década de 1960, a nutricionista e mestre em extensão rural Regina Oliveira garante que hoje a população não tem condições de abrir mão do trigo por completo. “O grão passou por uma mudança de estrutura. Se antes tinha menos de 3% de glúten em sua composição, agora esse percentual chega a 20%. Sem contar que muitas culturas são transgênicas, além de expostas a agrotóxicos”, explica. “Mas para tirá-lo da alimentação é preciso colocar outra coisa no lugar e trazer de volta outros alimentos que foram excluídos da alimentação, como alguns tubérculos”, acrescenta. O trabalho portanto é mais profundo e significa uma mudança cultural que pode levar anos.
Enquanto essa revolução não ocorre, o ideal é reduzir o consumo diário. “Hoje, a população brasileira come de quatro a cinco porções de trigo todos os dias. É, além de tudo, uma dieta pobre e homogeneizada. Com isso, há perdas nutricionais”, avalia. O ideal é tentar restringir o consumo do cereal a duas vezes ao dia. “Se consumido moderadamente, os danos, principalmente no que se refere à diabetes do tipo 2, não serão tão grandes”, garante.
NUNCA MAIS
“Mais esguio, mais esperto, mais ágil e mais feliz” são as promessas de William Davis para quem se propuser a dar o difícil passo rumo a uma vida sem trigo. Ciente da dificuldade que muitos vão enfrentar, o autor pontua quais são os alimentos mais indicados para preencher o amplo espaço vazio que os pães e massas vão deixar. Legumes, verduras, castanhas, sementes, carnes, ovos, abacates, azeitonas e queijos serão os principais aliados nesta mudança drástica de hábitos alimentares. O livro ainda traz algumas receitas para ajudar na diversificação do cardápio.

Degustação que fiz de um fornecedor de Salvador dos pães sem glúten, lactose e caseína (proteína do leite).
O que comer sem restrição, segundo William Davis
» Vegetais (exceto batata e milho)
» Castanhas e sementes cruas (amêndoas, nozes, pecãs, avelãs, castanhas-do-pará, pistaches, castanhas-de-caju, macadâmias, amendoins, sementes de girassol e de abóbora, gergelim, farinha de castanhas)
» Óleos (azeite de oliva extravirgem e óleos de abacate, nozes, coco, manteiga de cacau, linhaça, macadâmia e gergelim)
» Carnes e ovos
» Queijos
» Outros: semente de linhaça (moída), abacate, azeitonas, coco, especiarias, chocolate (não adoçado) ou cacau.”
Fonte: Livro ‘Barriga de trigo’, de William Davis.
Média de R$19,90 na compra virtual.
Até lá, Au Revoir.
Aline Fidelman
Certificação de Beginners Chef pela Leiths School of Food & Wine – Londres (2007)
Diploma de Gastronomia pela Universidade Anhembi Morumbi – São Paulo (2010)
Pós-Graduanda em Gestão da Segurança de Alimentos – SENAC SP (Em curso)
Perfil Profissional: 3,5 anos de experiência em Catering & Eventos como supervisora de salão e Chef iniciante em Londres (2005), 2 anos de experiência como Chef em São Paulo (2009), 1,5 anos de experiência como Chef Executiva no RJ (2012), 1 ano de experiência como Gerente Operacional e Chef Executiva em Lauro de Freitas (2014).
Contato: alinefidelman@hotmail.com
Comunidades de terreiros de Ilhéus iniciam cadastro no Cadúnico
Cadastramento segue até o fim de março e terá como próximo alvo as comunidades formadas por agricultores familiares.
A Secretaria de Desenvolvimento Social (SDS) de Ilhéus iniciou na manhã desta segunda-feira, 9, o cadastramento de famílias oriundas, ligadas ou identificadas aos quilombolas (povos de terreiros). A proposta, tocada em parceria com o governo federal, é identificar grupos populacionais tradicionais na tentativa de favorecê-los com benefícios sociais e políticas públicas específicas. O trabalho, que começou no ano passado com as famílias indígenas, será realizado até o dia 24 deste mês na própria sede da SDS, na Rua Mário Alfredo, Conquista, e nas unidades do Cras (Centro de Referência de Assistência Social), localizadas no Banco da Vitória, Salobrinho, Teotônio Vilela, Barra de Itaípe e Olivença.
“Além de ampliar o número de pessoas e famílias favorecidas com os diversos benefícios do governo federal, como Bolsa Família, Tarifa Social e Minha Casa, Minha Vida, o cadastramento desses grupos populacionais também permite a aplicação de políticas públicas específicas”, reitera o secretário Jamil Ocké. “Um bom exemplo dessa realidade pode ser observado no cadastramento das famílias indígenas realizado no ano passado. O governo federal só tinha conhecimento da existência de 17 núcleos com poucos integrantes. No entanto, o cadastramento mostrou que temos cerca de 4 mil e 300 famílias”, acrescenta Ocké.
Após ressaltar que o próximo grupo populacional a ser beneficiado pelo trabalho será o dos agricultores familiares, o coordenador do CadÚnico e Bolsa Família em Ilhéus, Fernando Reis, informa quais são os documentos que devem ser levados à sede da SDS e unidades do Cras para o cadastramento: Carteira de Identidade, CPF, Título de Eleitor, Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), comprovante de residência (para maiores de 18 anos), Carteira de Identidade e Certidão de Nascimento (menores de 18 anos).
Perfil


































































