Luiz Castro em: DECOLORES
CORRUPÇÃO MALIGNA E DESTRUIDORA QUE ESTAMOS VENDO
Eis que chega a corrupção maldita que não arrefece, mas desdita. Surge voraz, dilacerando corações sofredores. Eis que chega fagueira e sem rumores, para corruptos e corruptores, sem dores. Estende as mãos não para o carinho, mas para encher os ”bolsinhos” e as contas bancárias já permeadas pela ambição, pelo egoísmo e a desventura. Não para afagar a criança, a mãe, o idoso e sim para locupletar os insanos patrimônios. Os que se vestem simples não tem voz e vez, no entanto ela não tem humildade, apenas maldade, selada nos corações da maioria dos políticos, verdadeiros demônios em forma de gente. Não mora aqui… Nem ali… Ela está em todo lugar a afanar os cofres públicos da nação.
Meu irmão o que será de nós brasileiros? Fecha as portas de tua alma para impedi-la de entrar em teu recinto, nem amanhã nem hoje, e sim aqui e agora! Ela é maligna, é uma doença virótica tenaz, pois de tudo é capaz. Para os inocentes e os incautos uma pergunta se faz. Quem é ela? Onde se oculta essa peste que desonra e não enternece e nem consola! Não é esmola é furto e dos maiores, visto que causa dores e horrores ante a condição humana. A corrupção é impura ela afana, pois o que a mão direita dá a esquerda não vê. Se todos nós somos vítimas dessa dolorosa situação, o que fazer para acabarmos com essa tal corrupção?
Se a justiça é branda e a pena pequena, resta apelar para Deus, mesmo sem o aval dos ateus. As mãos generosas retiram espinhos doridos e ameniza o castigo de quem não merece. De toga ou sem toga teremos que fazer justiça, não com as próprias mãos, mas com nossos votos em época de eleição. Já não me lembro de um natal feliz… Vejo crianças a sofrerem com fome e a barriga clamando por alimentos, vejo idosos abandonados, pedintes nas ruas aumentando com a pobreza, é uma tristeza que não tem fim.
O Natal nos faz lembrar alegria no roçado, pó de milho, queijo fresco misturado com melado, hoje a farinha com carne seca faz a festa, pois é o que resta para os irmãos nordestinos, vítimas da seca e da estiagem. O calor, o sol inclemente maltrata a gente sem só e piedade, qual será o nosso pecado? O Padre dizia a missa.
E se adorava o Deus – Menino, a festa era outra, com todos cantando o hino, hoje as carpideiras mulheres mercenárias entoam o canto fúnebre de mais um ser humano que morre de fome e sem o amparo das autoridades insanas, amnésicas, e dos Direitos Humanos que são verdadeiros insanos, carcomanos, carunchos das ruínas, visto que, a investidura tem outra destinação, esquecem o cidadão e vão aliar-se ao hominal que anula o bem e se irmana ao mal.
Colaboração de Luiz Castro
Bacharel Administração de Empresa – Aposentado Sofredor



























































