O brasileiro hoje é considerado um cidadão de poucas qualidades econômicas e se arrasta dentro de um labirinto cheio de coisas complicadas. Existe uma multidão de pessoas que nasceram e moram no Brasil, cobrando seriamente as providencias para suas carências em detrimento dos serviços prestados ao nosso país. Observam as cobranças de tantos impostos, aumentos de custos dos consumos de energia elétrica, consumo de água, serviços telefonias fixos e celulares sempre superfaturados, além de fornecerem sinais telefônicos de péssimas qualidades. Existem outras aberrações e não são controladas nem fiscalizadas com medidas de transparentes, dando margem a uma organização social e econômica com direitos e deveres iguais. Nada disso funciona dentro das legalidades, trazendo assim enormes prejuízos à população de uma Nação chamada BRASIL.

Existe o lado da população em desordem e seguem em seus conflitos pessoais afirmando que são sem tetos, os considerados necessitados de um lugar que os abriguem; sem terras que muitas vezes deixam de oferecer os meios de mostrarem as suas qualidades de trabalhar condignamente; e sem escolas tendo que sobreviver no analfabetismo que é a maior pobreza que massacra e destrói todos os seus mais nobres sentimentos de patriotismo.

Mesmo assim, a pressão da família e da sociedade para a formação de um lar para ter filhos, muitas vezes é enorme, e o fato de não conseguir engravidar para algumas mulheres, principalmente, ligadas à classe alta, pode fazer uma pessoa se sentir um completo fracasso. Não deixa de ser um motivo perfeitamente justo para uma mulher ficar triste nessas ocasiões. O lado cruel é a manutenção de famílias reconhecidamente pobres, com muitos filhos, dependentes de todas as essenciais necessidades para formar um País promissor e firme em seu lado educacional, social e humano com os conhecimentos básicos dos seus deveres.

Existem momentos de irregulares nos limites de projetos de vida em que o sexo virou atos com fatos de procriações de pessoas, e não de organização de um lar ou uma família. Precisamos colocar nas mentes das pessoas que passaram ou passam por essas dificuldades, sobre a fundamental observação da importante informação do fato que a pessoa reconheça que se trata de um problema sério. Sustentar uma família na maioria das vezes numerosas, não tem levado a nossa sociedade a crescer e desenvolver o ser humano livremente pela sua própria independência econômica.

Quantas crianças recém-nascidas são mortas por criminosos abortos e/ou morrem de fome em poucos dias de sua vida. A perda de um ente querido em qualquer estágio da vida cria uma sensação profunda de perda. A pessoa fica estressada, triste ou sem saber o que fazer. As mulheres, principalmente, precisam ser inteligentes e um bom começo é pensar naquilo que a pessoa não quer fazer.

A ignorância desses fatos vão nos proporcionar somente uma felicidade falsa e perigosa. Querem muitas vezes negar a presença da confiança, do amor e da fé. Mais adiante querem negar que dentro de cada um de nós exista uma força, que invisivelmente, sem que a percebamos, nos empurra e nos leva para frente, a buscar melhores condições de vida, querendo uma comodidade mais segura e um bem-estar mais tranquilo. Então vale direcionar um olhar sincero para a sustentabilidade pela razão própria da consciência elaborada pela razão e não pelas emoções.

É chegada a hora de sentirmos o que somos na qualidade de ser humano, porque acreditamos que não é destino desta geração viver com uma luta que não criaram, em um mundo que não fizemos. Existe na esfera terrestre uma profunda necessidade de seguir a evolução dos tempos e deixar de lado o que não nos faz bem. As ações que não fazem bem mesmo é sonhar com coisas impossíveis que jamais o ser humano pode chegar perto, essencialmente, os bens materiais que inevitavelmente apenas passarão como patrimônios e nunca serão propriedades dos seres humanos infinitamente. PENSEM NISSO!!!

Eduardo Afonso – Ilhéus-Bahia

OI:

http://www.r2cpress.com.br/v1/2016/11/12/psicomundo-i-dificuldades-financeiras-e-sociais-provocadas/