Luiz Castro em: DECOLORES
COMPORTAMENTO HUMANO
O querido Papa Francisco , certa vez fez uma reflexão, tecendo considerações e conselhos à respeito de como deve ser o comportamento humano: “ Não sei como você trata sua secretária doméstica. O varredor de sua rua. O ascensorista de seu prédio. O porteiro de seu edifício. A telefonista de sua repartição. A atendente de seu médico. Não sei como você trata estas pessoas. O que sei é que se você não usar de delicadeza para com elas; é que se você não lhes valorizar o serviço; é que se você não lhes abrir caminho à promoção; é que se você não as chamar pelo nome; é que você não as cumprimenta com respeito; é que se não lhes agradece o benefício que elas lhes fazem, você não está tendo um comportamento humano, evangélico, cristão.
Vale a pena, por isto, rever seu tipo de vida e ser melhor, caso não esteja agindo em sintonia com os mandamentos do Cristo que nos manda amar o próximo como a nós próprios.
Por aí, há muita gente falando de paz. Definindo paz. Lendo sobre paz. Discutindo sobre paz. E não encontrando paz. E por que? Porque procura paz nas coisas grandes e, às vezes ela se encontra nas coisas pequenas. Procura paz na mansão e, às vezes, ela se encontra numa simples fonte. Porque procura paz numa farmácia e, às vezes, ela se encontra num simples chá caseiro. Porque procura paz no saber e, às vezes, ela se encontra em não saber. Porque procura paz nos outros e às vezes, ela se encontra em nós mesmos. Porque procura a paz no ter e, às vezes, ela se encontra no simples ser. Porque procura paz no clarão de um lustre e, às vezes, ela se encontra na mera chama de uma vela. Porque esquece de que ela é fruto de respeito, de amor e de justiça. E, sobretudo, destas coisas.
È bom que os amigos o sejam em todo momento. Que os governos governem como quem serve. Que as crianças não fiquem insatisfeitas nas suas perguntas. Que os matemáticos não sejam frios como os números que eles tão bem administram. Que os cientistas não se julguem donos do mundo só porque foram vitoriosos numa pesquisa. Que os filósofos não se julguem sabichões só porque sabem definir o tempo e o espaço. Que, apesar da tremenda crise, nenhum brasileiro duvide das possibilidades brasileiras e descreia do futuro do Brasil. Que ninguém duvide da existência de uma verdade só porque não a entendeu, como não deixe de crer no mistério só porque está ele acima de sua razão”.
Faça sua análise e procure viver como Jesus nos ensinou “Amai vosso irmão como vos amei”
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Colaboração de Luiz Castro
Bacharel Administração de Empresa



























































