Leonardo Garcia Diniz em: PERSUASÃO!
A MAÇONARIA EXECUTIVA

Leonardo Garcia Diniz
Na Maçonaria, na família e nas mais diversas atividades sociais que envolvidos estamos, seremos tanto melhores, piores, se, pertinentemente, estivermos conectados ao nosso poder de “persuadir” e de poder nos fazer entender por todos aqueles os que em nossa volta vivem.
A MAÇONARIA, ao longo dos séculos, procurou sempre manter suas doutrinas, dogmas, estudos, razões morais, filantropia, rituais e, também, a aplicação desses valorosos saberes sob (muita) DISCRIÇÃO e, por ser uma Ordem de natureza iniciática, guardou reserva, sobre tudo o que ocorre dentro de seus Templos.
Nosso Grão-Mestre, GLEB, ir.’. Jair Tercio, em recente pronunciamento a sociedade, afirmou que vivemos novos tempos, nova realidade, que estamos, nós maçons, em meio a um franco processo evolutivo, e que neste momento da história da Maçonaria ela avança para deixar de ser ESPECULATIVA e se transmuta para ser uma Maçonaria “EXECUTIVA”.
Portanto, a maçonaria desde que se tem notícia de sua atividade como ordem iniciática, no mundo, teve suas classificações aceitas por todos os obreiros, pois que entendemos, reconhecemos, termos sido MAÇONS PRIMITIVOS, OPERATIVOS, ESPECULATIVOS e, hoje, já existe entre nós, eu, aqueles que assim entendam, possuem o conceito, de que poderemos nos considerar estar vivenciando uma nova fase, atual e moderna, a MAÇONARIA “EXECUTIVA”.
Em Maçonaria, voltando ao título primeiro do texto, o único poder que se reconhece é o da PERSUASÃO, pois que, em cumprindo nossos LANDMARKS, os obreiros não estão sujeitos a autoridade maior que a do seu próprio entendimento de JUSTIÇA, CIÊNCIA E DEUS. Ou somos persuadidos, com inteligência e razão, ou está prejudicada a EGREGORA e a loja tem sua cadeia de união rompida.
Obedeço a mim, consulto a mim, se o comando for justo e perfeito, havendo consenso da maioria, me obrigo a respeitar os comandos daqueles que estão exercendo cargos maçônicos. Assim caminhamos.
Isto exposto, claro está que o poder exercido sobre maçons, é meramente ilusório, pois, que ordens ao ser emanada, dada, o obreiro segue/obedece, tais ordens, se quiser e ou se com ela, pacificamente, concordar; caso discorde não estará ele sujeito a uma cega obediência, sendo cada um de nós livre para a qualquer momento solicitar seu próprio afastamento, desligamento e ou até mesmo mudar de loja; desde que ele discorde da condução dada pela diretoria da sua loja durante certa administração. Somos livres!,… nossas decisões individuais são soberanas e respeitadas.
A maçonaria prima pela liberdade individual, nunca, em tempo algum, violou a consciência pessoal, singular, de quaisquer de seus obreiros.
A nova fase da maçonaria, citada por nosso Grão-Mestre, MAÇONARIA EXECUTIVA, reconheço, sugere a chegada de novos tempos, novas formas de comunicação, velocidade no divulgar de novos conhecimentos e saberes, que impõe domínio sobre os seres humanos nestes tempos de hoje em dia.
A conectividade instantânea, cibernetizada, a necessidade de respostas imediatas, o advento de ferramentas geridas (cada vez mais) via inteligência artificial, a abundância de opções e de maneiras outras, diferenciadas, que oferecidas e direcionadas para as mais distintas capacitações profissionais existentes no mercado mundial, a escassez de oferta de capacidades certificadas para o constante treinamento desta nova sociedade, que milhares estão alienados por WhatsApp / Face Books bem como a outros meios de atividade social, pode, deve, a Maçonaria acompanhar tal evolução para ai, neste meio, também, aprendendo e ensinando, participar mais e ser melhor entendida.
A Maçonaria aproveitando de forma mais que perfeita as descobertas tecnológicas, cientificas, modernas, avançadas, quer ser definitivamente inserida neste contexto e assim poder sobreviver na sociedade atual.
A maçonaria “EXECUTIVA”, citada pelo Ir.’. Grão-Mestre Jair Tercio, leva-me a crer que estamos (pelo menos), sim, querendo conquistar, nós, a maçonaria, através dessa uma moderna autodenominação, especial, socializada, alguma concreta intenção de vir a nos “conectar” à esta nova sociedade da qual participamos.
Fui persuadido!,… sim!,,.. desejo ser um maçom “EXECUTIVO”…
Leonardo Garcia Diniz
A.’.R.’.L.’.S.’. Vigilância e Resistência n° 70 – Ilhéus – Bahia.


























































