Em 24 de Jun

Leonardo Garcia Diniz

ho de 2017, nós, os maçons de todo o mundo, celebraremos Trezentos anos da existência (simbólica) da maçonaria e junto, nesta data, também, festejaremos o tricentésimo aniversário de fundação da primeira “Grande Loja Maçônica da Inglaterra”. Loja que passou a alicerçar e amparar o nascimento de uma maçonaria devidamente constituída e que através de uma associação de homens, cavalheiros, legalmente reconhecida, registrada, documentada, como hoje a conhecemos, passou a apostilar, efetivamente, o aparecimento de nossa fraternidade. A maçonaria operativa, no entanto, é uma instituição milenar.

A partir daí nossa irmandade passa a existir, simbolicamente, oficialmente, lastreada, documentada em ATAS, grafadas por secretários, assinadas e reconhecidas por Veneráveis Mestres, por eminentes discursadores, lidas em sessões regulares, aprovadas por todos os membros da oficina, constituindo-se assim, definitivamente, legitimamente, em uma loja composta pela associação de homens livres e de bons costumes.

A maçonaria foi e é praticada por obreiros que estão em constante evolução, inspirados pela sociedade em que vivem, que a vão, ao mesmo tempo em que a decompõem, fazendo-a evoluir através dos séculos. Temos sobrevividos, somos ARTE VIVA, REAL, transmitindo nossos conhecimentos de geração a geração através de homens, adequados, escolhidos e aceitos, que buscam uma existência e saber mais ILUMINADO.

Somos a maior, mais antiga, mais respeitada e reconhecida fraternidade do mundo, descendemos das guildas de pedreiros medievais; fomos batizados durante os séculos, distinguidos e reconhecidos por gerações como maçons primitivos, operativos, especulativos e já, há entre nós, os que nos consideram maçons “executivos”, pois que ainda usamos as tradições e terminologias, antiquíssimas, daqueles pedreiros do passado, agora em nossas poderosas e atuais ferramentas, modernas, tecnológicas, que a nossa disposição estão, para continuarmos a construir templos nos corações dos homens.

Afirmam que somos uma sociedade secreta; mas, os únicos segredos que em nossa ordem vivem são aqueles que cada um de seus membros, individualmente, traz e tem que descobrir sobre si mesmo para o seu próprio melhoramento como indivíduo.

Assim sendo, hoje, executivamente, me apropriando de meus modernos meios tecnológicos, computador e celular, busco informações mais adequadas, recentes, embasando-me melhor para poder formatar uma análise crítica, realista, sobre o momento por que passamos na história da maçonaria.

Cisões entre irmãos, disputas entre Lojas e Potencias Maçônicas, conflitos mundiais, ditaduras violentas e despostas, governos corruptos, corruptores, drogas, tudo isso tem provocado novos tempos e sobre estes sinais deve a maçonaria se debruçar para encontrar outras saídas, rumos, caminhos.

Parabenizo a Maçonaria com sua ARTE REAL e pela construção de um reconhecimento mundial no priorizar VIRTUDES e condenar VÍCIOS, combater a tirania, a ignorância, os PRECONCEITOS, por exaltar o direito, mais, por acossar a injustiça e a mentira.

Parabenizo os que, incansavelmente, no universo de minha A.’.R.’.L..’.S.’. Vigilância e Resistencia n° 70 – Ilhéus (BA), lutam para que continuemos a defender e a estudar “Maçonaria” entendendo-a como uma instituição que visa a construção do Homem para o Homem.

Finalmente, gostaria de lembrar que, creio eu, passamos da hora de visualizar, focar, de novo, e “REPENSAR” a nossa Maçonaria que, para tanto, apenas, enfoco a centenária frase maçônica que clama por LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE.

É hora de repensar, do caos… uma nova ordem?

Copio e penso igual a muitos irmãos espalhados pelo mundo, além, pesquiso:

ORDO AB CHAO

Leonardo Garcia Diniz

A.’.R.’.L.’.S.’. Vigilância e Resistencia n° 70 – Ilhéus (BA).