LUIZ CASTRO EM: DECOLORES
O Documento “Cristãos leigos e leigas na Igreja e na sociedade, sal da terra e luz do mundo”, aprovado na Assembléia Geral Ordinária da CNBB, retoma e aprofunda a participação dos leigos e leigas na Igreja e na sociedade. Chamados pelo Batismo e pela Crisma ao seguimento de Jesus Cristo, os leigos e leigas assumem a responsabilidade de serem sujeitos na Igreja e na sociedade como sal e luz!
A beleza e o sentido da Igreja vêm expressos na realidade fundada em um só Senhor, em uma só fé, em um só Batismo (cfr Ef 4,5). Na Igreja, a dignidade de todos está na regeneração em Cristo e na vocação comum à santidade. Todos vivem de uma só salvação, porque “não há mais judeu ou grego, escravo ou livre, homem ou mulher, pois todos vós sois um só, em Cristo Jesus” (Gl 3,28).
No dom do Espírito Santo, nasceram as primeiras comunidades. Elas nasceram pela pregação dos apóstolos e outros discípulos de Jesus. Os Atos dos Apóstolos lembram a pregação realizada em Antioquia: “E começaram a pregar também aos gregos, anunciando-lhes a Boa Nova trazida por Jesus. E a mão do Senhor estava com eles. Muitas pessoas acreditaram na Boa Nova e se converteram ao Senhor” (At 11,20-11). Os que receberam a graça do seguimento tornaram-se missionários, dando início a uma Igreja missionária.
No dom de ser cristãos – no modo de Jesus viver – todos se tornaram discípulos missionários. Na descoberta do viver como Jesus, tornam-se anunciadores e
testemunhas desta vida nova. Na dinâmica amorosa e suave do Espírito que anima e dinamiza, os discípulos missionários recebem uma variedade de ministérios, carismas, vocações e serviços como expressões do modo de os batizados viverem em Cristo, fecundados pelo Espírito.
O critério da ação é a edificação da comunidade em função do bem comum para todos. Os modelos de organização eclesial podem mudar ao longo da história, mas permanece a regra fundamental: a primazia do amor, donde advém a possibilidade de integrar organicamente a diversidade de carismas e serviços na comum-unidade da mesma fé.
Jesus ao convocar seus discípulos poderia convidar os fariseus importantes que eram doutores da lei e caridosos, oficiais romanos e pessoas de influência do Império Romano, no entanto preferiu convocar pescadores, até mesmo um ladrão (Judas Iscariote), Cobrador de Impostos corrupto (Mateus), homem de pouca fé (Tomé), Traidor na hora que Ele mais precisava (Pedro), entre outros. O importante é que Jesus acreditou e acredita no leigo e o convoca para transformar esse mundo em que vivemos cheio de mentiras , contradições, corrupção onde transmite para as pessoas o descrédito total.
Ficamos tristes quando vemos pessoas sendo convidadas para fazer parte de governos municipais, estaduais e federal que nada tem a oferecer de positivo a população brasileira, vemos sim o interesse de levar vantagem, sugar o erário público até quando puderem. Políticos que se profissionaram de tal maneira que a cada governo mudam de partido, mostrando que a ética já não existe mais, o caráter é coisa do passado.
Portanto Jesus convida os leigos cristãos para mudar esse quadro político que aí está, denunciando esses corruptos, não votando nesses falsos defensores do povo e que o lugar certo onde devem estar é nos legítimos tribunais e na cadeia pagando pelos seus atos malignos que fizeram contra a humanidade.
Colaboração de Luiz Castro
Bacharel Administração de Empresa



























































