Anísio Cruz – abril 2018

As notícias da pressão feita pelo MST, CUT, e movimentos sindicais, além de políticos ligados ao presidiário Lula, estão chegando a um limite aceitável, por parte das autoridades constituídas que cuidam do assunto. A intenção de tumultuar a vida organizada, e segura da capital paranaense, dão mostras claras do que está sendo articulado, pelos seus líderes, criando a chance de, no caudal dos protestos, fincar pés nos seus propósitos de dominação que os movem, e que pretendem para a nação brasileira, como de resto, para toda a América Latina, incluindo-se os países do Cone Sul, e do Golfo do México. Não se trata de alarmismo, como muitos poderão pensar, mas de uma ânsia de poder, gestado no Foro de S. Paulo, contando com a conivência de políticos, intelectuais de esquerda, e até, pasmem, de igrejas cristãs, inclusive a Católica.

Há alguns anos, intuindo que tais fatos poderiam ocorrer, escrevi aqui mesmo, no R2CPRESS, um artigo intitulado A URSA VEM AÍ, no qual manifestava a minha preocupação, desde aquela época (e são decorridos cerca de 10 anos), com coisas que agora estão ocorrendo às claras, sem qualquer pudor. E que seria a URSA à qual me referia? Algo como UNIÃO DAS REPÚBLICAS SOCIALISTAS DAS AMÉRICAS – URSA, que está hoje sendo designada por outra sigla. Pena que os arquivos do velho e bom R2CPRESS dos primórdios, em boa hora criado pelo pioneiro da blogosfera ilheense, o saudoso jornalista ROBERTO RABAT, não mais possam ser resgatados, perdidos que foram num desenlace ocorrido com o hospedeiro da época. Eu não tive o cuidado de manter o original, para testemunhar tal publicação, o que faço hoje, sob os cuidados da minha querida NAIANA RABAT. Os céticos de então, taxaram de louca premonição aquilo que escrevi, e não deram o crédito devido. Agora confirma-se, e está estampado nas páginas dos jornais, e nos noticiários televisivos.

E porque faço esse registro? Sem qualquer resentimento pelo descaso dos amigos que leram o artigo, sinto que apesar da mobilização patriótica que ora ocorre, fruto das inconsequentes decisões de alguns magistrados, e autoridades, a quem caberia coibir os abusos que se alastram país a fora, e o engajamento de personalidades de notória expressão nacional, as respostas e as reações proporcionais, tardaram em demasia. Agora já se fala em derramamento de sangue, principalmente de inocentes, ecoando nas casernas, e repercutindo entre a população que denomino de VERDE E AMARELO (para diferenciá-la dos vermelhos). Assisto, revoltado, aos ultrajes, e a queima da nossa bandeira, praticados por inconsequentes, alem de vandalismos em monumentos que fazem parte do nosso Patrimônio Histórico, incentivados por políticos irresponsáveis e oportunistas, e por professores universitários, vestidos e travestidos com estrelas vermelhas, e emblemas de movimentos sociais, que encontram nos jovens, o necessário caudal de cultura para fazer proliferar os seus ideais políticos.

Já se conhecem alguns manifestos militares, que se colocam firmemente contra esse estado de coisas, e que advertem sobre a possibilidade, muito evidente, de lutas fratricidas, que infelicitarão muitos lares brasileiros, de norte a sul, fragmentando famílias, e até mesmo colocando em risco a integridade do território pátrio. Espero estar apenas exagerando.