LIVRO: CACAU UM BEM DA NATUREZA PARA PROVEITO DO HOMEM
Luiz Ferreira da Silva
Altenides Caldeira Moreau
Quem nunca se deliciou com uma barra ou bolo de chocolate? E muitos nem sabem do esforço dos pioneiros do cacau, chamados pejorativamente de “coronéis”; dos peões que labutam sol-a-sol e nem dos burros que carregam o cacau colhido e operam outras funções nas roças! O livro vai lhes contar.
A quatro mãos, escrevemos esta obra como gratidão ao fruto-ouro, numa nova visão sobre a planta dadivosa, na tentativa de divulgar, em primeiro plano, as suas propriedades fito-ecológicas.
A obra acaba de ser publicada pela Editora VIA LITTERARUM (www.vleditora.com.br
Vendas. Através dos autores: luizferreira1937@gmail.com e acmoreau@uol.com.br; ou da própria editora: vendas@vleditora.com.br.
(R$ 30,00 (incluindo porte registrado)
RESUMo
Os autores, servidores da CEPLAC, se sentem agraciados pelo cacau, fruto-ouro que lhes facultou excepcionais condições por toda trajetória profissional, razão pela qual escreveram a presente obra como forma de gratidão.
Através de 15 capítulos, em síntese enfocam:
Ø. A epopeia dos pioneiros homens que, com esforço e luta, inclusive beligerante, implantaram a lavoura cacaueira, deixando ensinamentos para as gerações subsequentes, criando uma história agrícola sem igual.
Ø. As características do cultivo e posterior beneficiamento de suas sementes, além da interação do cacaueiro com o meio fitogeográfico da Mata Atlântica.
Ø. A importância da cacauicultura nos aspectos sociais, econômicos, ecológicos, além de se constituir num vetor de atração financeira e epicentro de desenvolvimento rural.
Ø. O chocolate, pelas suas características alimentícias, energéticas e até, como muitos acreditam, afrodisíacas, sem se esquecer do seu encanto que exerce entre as mulheres, companheiro nas suas crises emocionais, sobretudo ligadas a uma desdita amorosa.
Ø. As crises da cacauicultura em 1931 e 1957, ocasionando a intervenção do Estado com a criação do ICB e da CEPLAC, bem como a atual que se arrasta por mais de 20 anos.
Dessa forma, com uma linguagem simples e concisa, pretendem os autores dispor aos leitores as informações necessárias para ajuizarem sobre o valor deste cultivo para a região, para a Bahia e para o Brasil, podendo até ser considerado como Patrimônio Nacional.




















































