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:: 23/maio/2019 . 21:35

UFSB oferece 145 vagas na segunda edição do Sisu 2019

A Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) participa pela primeira vez na segunda edição do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), com a oferta de 145 vagas para os cursos de Segundo Ciclo. A oferta está regulada pelo Termo de Adesão e pelo Edital nº 12/2019,divulgados nesta quarta-feira (22).

As inscrições poderão ser feitas no período de 4 a 7 de junho pelo endereço eletrônico do SisuPoderá se inscrever quem fez as provas do Enem 2018 e que, cumulativamente, tenha obtido nota acima de quinhentos pontos na prova de Redação.

Do total, 34 vagas são da modalidade ampla concorrência e 111 vagas são para as diferentes modalidades de políticas afirmativas definidas pela Lei Federal nº 12.711/2012 (Lei de Cotas). Os cursos, campus e a quantidade de vagas em cada um são as seguintes:

Campus Jorge Amado (Itabuna)

  • Engenharia Agrícola e Ambiental – 20 vagas
  • Engenharia Ambiental e da Sustentabilidade – 30 vagas
  • Engenharia Florestal – 20 vagas

 

Campus Sosígenes Costa (Porto Seguro)

  • Antropologia – 20 vagas
  • Artes do Corpo em Cena – 5 vagas
  • Ciências Biológicas – 10 vagas
  • História – 10 vagas
  • Oceanologia – 20 vagas
  • Som, Imagem e Movimento – 10 vagas

 

 Cronograma

1ª chamada

  • Inscrições – 04 a 07/junho
  • Resultado da 1ª chamada – 10/junho
  • Matrícula presencial (14h às 20h) – 13, 14 e 17/junho
  • Publicação das matrículas homologadas – 19/junho
  • Recebimento de recursos – 21 a 23/junho
  • Publicação do resultado dos recursos – 27/junho
  • Indicação de interesse na Lista de Espera – 11 a 17/junho

 

2ª chamada

  • Convocação dos candidatos selecionados – 03/julho
  • Matrícula presencial (14h às 20h) – 12, 15 e 16/julho
  • Publicação das matrículas homologadas – 19/julho
  • Recebimento de recursos – 22 e 23/julho
  • Publicação dos resultados dos recursos – 26/julho

 

Chamada Geral

  • Convocação dos candidatos – 01/agosto
  • Recebimento de documentação e matrícula (14h às 20h) – 05 a 07/agosto
  • Publicação das matrículas homologadas – 12/agosto
  • Recebimento de recursos – 13 e 14/agosto
  • Publicação dos resultados dos recursos – 19/agosto
  • Preenchimento das vagas restantes por meio da lista de candidatos habilitados – 19 a 21/agosto
  • Publicação da relação final de matrículas homologadas – 22/agosto

 

Documentos relacionados

Edital nº 12/2019 – Processo Seletivo SiSU 2019 2ª edição

:: LEIA MAIS »

Cíclicas Varieté celebra primeiro ano do grupo As Madalenas nesta sexta

Há cerca de um ano, um grupo de mulheres se reuniu para uma série de oficinas de palhaçaria. Desses encontros sobre a comicidade, técnicas de interpretação e reflexões sobre o papel feminino no humor, surgiu As Madalenas. Formado exclusivamente por palhaças, o grupo celebra seu primeiro aniversário com o espetáculo Cíclicas Varieté, que acontece nesta sexta-feira (24) às 19 horas, no Espaço Cultural Dilazenze, bairro da Conquista. A entrada é franca e a classificação é livre.

Como uma festa de aniversário não acontece sem a presença de convidados, o grupo As Madalenas será o anfitrião para receber uma série de performances em seu show de variedades. Cíclicas Varieté contará com as presenças de Irmãos Batuque, Núcleo Drag Queen do Grupo Teatro/Circo Maktub e apresentações de dança do ventre de Camile Pena e Carol Borges do Estúdio Aisha Gaby. “Agradecemos o Espaço Cultural Dilazenze por ceder o palco para este encontro que promete ser uma divertida confraternização entre artistas e público”, declarou a diretora artística Driely Alves.

O elenco do grupo As Madalenas é formado por integrantes de diferentes gerações, tendo a mais jovem 12 anos e a mais experiente 71 anos. Periodicamente, as integrantes se encontram periodicamente para realização de oficinas e criação de números cômicos. “Somos o primeiro grupo de Ilhéus formado, exclusivamente, por palhaças. Estamos em constante processo de amadurecimento, estudando, trocando experiências com outros artistas e vivenciando a palhaçaria através da ótica feminina”, destaca Driely Alves.

TERRAS AVISTADAS POR CABRAL

OS TABULEIROS DA MATA ATLÂNTICA DO SU DA BAHIA

Luiz Ferreira da Silva

Engenheiro Agrônomo e Escritor.

luizferreira1937@gmail.com

Cabral, depois de muitas milhas marítimas em sua avidez de descobridor

Deparou-se, ao chegar à Bahia, com o esplendor florestal

Que beleza, esta mata exuberante a perder de vista!

Cenário nunca apreciado em sua terra natal.

Caminha, o Escrivão da frota, com visão mais profunda

Avistou não só as belas planícies verdejantes; também as falésias ao mar

Nas encostas, o solo amarelado, profundo e com camadas distintas

Em carta ao Rei: “aqui em se plantando tudo haverá de dar”.

Estava assim descoberta a Mata Atlântica do Sul da Bahia

Também os sedimentos formadores dos solos de tabuleiros planos

Ecossistema úmido tropical, rico em recursos naturais e espécies endêmicas

A interação “fito-edafo-ecológica”, em clímax e compartilhada em milhares de anos.

463 anos depois (1963), novos descobridores carimbaram o fato

Pesquisadores (CEPLAC) estudaram o solo, a vegetação, o clima e demais correlacionados

Implantaram cultivos, desenvolveram tecnologias de manejo e mapearam a região

Concluíram: “floresta rica em espécies e solo apto para plantios diversificados”.

Hoje, depois de uma devastação sem igual, com reflexos danosos ao solo

Um novo momento agrícola explode, contrapondo à região contígua – cacaueira

Esta com os males da monocultura e limitações às técnicas de precisão

Enquanto os tabuleiros da mata atlântica aptos à agricultura de primeira.

(Maceió, AL, 01 de outubro de 2017)

VIA CRUCIS DE UM PAIS DE ME……

Duarte Coelho 1498, Pedro Álvares Cabral 1500. Rio Grande do Norte, Pernambuco, Maranhão, Bahia? Quem e aonde foi descobrida ou achada a terra brasilis. Em virtude do inicio controverso, podemos afirmar que não sabemos onde a me… Começa,entretanto,vou mostra a todos os fatos marcantes ocorrido ate a presente data.

Comecemos pela COLONIZAÇÃO, com a matança dos índios em nome da respeitável e superior civilização européia com a convivência da  igreja. O surgimento da lavoura  da cana de açúcar e a mão de obra escassa,  requereu uma providencia e assim em 1539, com  a chegada  dos primeiros escravos, inicia-se uma das partes mais vergonhosa da nossa historia.

 Torna-se a sede do IMPÉRIO português a partir de 1808 por conta da invasão de Napoleão a península ibérica. Em 1821 D. João retorna a Portugal e deixa seu filho Pedro para governar como regente; Pedro começa a discordar de Portugal e em 1822, às margens do Ipiranga sem sequer dar tiro de garrucha proclama a INDEPENDENCIA.

Já com Pedro II, acontece a guerra do Paraguai, fomentada pela Inglaterra, na época a dona do mundo a tríplice aliança, Brasil/Argentina/Uruguai, promovem o massacre, que segundo alguns historiadores só sobraram velhos e crianças paraguaias

A elite(sempre ela),tem restrições a Pedro  II que só tinha filhas, o trono  seria da princesa Isabel,  casada com um Frances, Gastão de ORLEANS,a elite,acerta; ORLEANS,desde o império!!!!!!!!!! Outra restrição era que os negros que chegaram a partir de 1839, lutaram na guerra e quando retornaram permaneceram escravos.

Num golpe civil militar acontece a PROCLAMAÇÃO da republica, em 1889 e pasmem. somente uma pessoa por conta da lambança, o comandante LADARIO, tomou um tiro na bunda.

Como contador da história, fui fiel aos fatos, deixo para os leitores, caso apareçam à fineza de completar o título “MERDA OU MENTIRA;

TONHODEMACUCO

MAIO/2019

UMAS E OUTRAS DA CIDADE (XXIX)

(NOTAS DE BELMONTE – ‘BEBEL’ PARA OS MAIS CHEGADOS)

A 28ª parte destas Notas, a passada, expôs a maneira, vamos dizer assim, intemperante do belmontense Zé Bermuda diante da instituição matrimônio, esta (a 29ª) –, continuando com a prodigalidade de Bebel em gestar figuras folclóricas e fatos inusitados–, expõe a maneira parcimoniosa como o artesão Temístocles de Almeida Barbosa, popularmente chamado de Zimbu, encarou a referida união.

Zimbu era –numa rápida olhada em sua origem familiar preambulando a cautelosa ocorrência nupcial– filho de José Pedro Barbosa, conhecido como Juca Chapadeiro, mineiro de Diamantina, cidade das bandas da nascente do Jequitinhonha e que, seguindo o curso, desceu o rio e veio parar no Salto da Divisa, lugar onde, ao fazer amizade com gente influente, em especial com os Cunha Peixoto, da casta de grandes pecuaristas, se estabeleceu economicamente. Não tardou a correnteza o conduzir à Bebel do território sul-baiano –e de sua foz– e aí, ao lado da esposa Gerosina de Almeida Barbosa tornar-se belmontense por adoção e gerar a prole de 9 filhos na construção de conceituada família. Dentre os manos: Zimbu, o ruim –sem eufemismo– pra cacete de matrimonio! Esticando um pouco mais, era uma época que, subindo e descendo nas caudalosas águas do rio, num vai e vem sem fim, se destacavam os singulares canoeiros e tropeiros a transportar o cacau brotado em abundância das férteis margens aluviônicas. Para se ter uma ideia as canoas giravam em torno de 22,00m x 1,60m largura por 0,80m de altura construídas do vinhático e de outras árvores do pedaço, e se diga, de um tronco só, e suportavam cerca de 6 toneladas do ouro vegetal.

Pois é, caro ledor, deixando de blábláblá, em Bebel de tempos idos alguns bichos homens tinham essa de ser ‘oito’, como o quase precipitado casamento do Zé Bermuda, ou de ser ‘oitenta’, como a de tirar de ‘gato mestre’ e querer enrolar uma moça por longo tempo. Citável, como lembra Rogério Gomes de Oliveira (Gaje para os amigos), é o caso de Rui Delvale (o Rui Faz Tudo como carinhosamente muitos o tratam em Bebel) que, entre namoro e noivado com a amada levara 25 anos, portanto, com direito adquirido à tradicional “Bodas de Prata”, não obstante –para não se cometer injustiça–, hoje estejam bem casados e com herdeiros. Mas esse ocorrido é –por passar ‘meio século’ a fazer juras de amor à sua Durvalina Figueiredo e, jamais ter raspado pela cabeça o enlace matrimonial– café pequeno para o do supramencionado Temístocles. Os que lhe eram mais chegados contam que Zimbu tinha duas paixões na vida: a confecção com maestria de tamancos na própria tamancaria, situada no prolongamento do casarão (rua D. Pedro II esquinada com a J. J. Seabra) dos seus progenitores e, a de cortejar a nubente –na casa dela– das 7 às 10 horas da noite. Com um detalhe: chegada e saída com pontualidade britânica. Tal rigor se prendia a duas questões: a primeira por nesse tempo a iluminação de Bebel ser gerada por energia termoelétrica e ficar os citadinos sujeitos a preestabelecidos horários de início e fim do seu funcionamento (das 17 às 24 horas; exceções em certas ocasiões como nos dias de festas, que ia até o amanhecer); a segunda e privada, por prevenir a dupla amorosa da indiscreta curiosidade da vizinhança. Se na residência da noiva, Zimbu, num lapso, ultrapassasse o limite –da volta e o das luzes acesas–, com certeza “inocentes” comentários iriam correr soltos pela cidade; valendo dizer que em

matéria de ‘tagarelar vida dos outros’, Bebel tirava dez com louvor em qualquer teste concorrencial. Por haver morado defronte à casa da noiva e de sua irmã Nininha na popular Rua do 7 (oficializada de Cel José Gomes de Oliveira), a belmontense Maria das Graças é uma prova viva e inconteste desses austeros ‘chega’ e ‘sai’ do comprometido.

– Sem bisbilhotar, sem bisbilhotar ninguém; eu era muito criança! Ressalta Graças com humor, moradora hoje de Salvador, num papo com este escrevinhador a respeito.

Para o sobrinho Corbiniano Lemos (ou simplesmente Cobi), residente atual de Lauro de Freitas na Bahia, a possibilidade de Zimbu fazer acontecer no ‘escurinho da noite’, seria uma expectativa errônea ou intrigante dos vizinhos espectadores porque seu tio, garante ele, embora heterossexual, macho como se dizia antigamente, não chegaria aos ‘finalmente’. – O relacionamento deles era casto, de ‘amor platônico’, jamais passando pelo par a intenção sexual além da relação afetuosa, completa. O curioso, e porreta é que havia uma Durvalina irmã do noivo, logo, xará da noiva Durvalina, advindo daí, possivelmente em razão do já respeitável longo tempo de noivado, a nubente ser tratada pelos familiares do noivo, com a deferência de Tia Dudu. À biológica tratavam-na de Tia Duva.

Finda aqui as “Bodas de Ouro” de noivado, exclusivamente; não entrando na conta os três anos de namoro do casal. :: LEIA MAIS »

POSTOS DOM EDUARDO A QUALIDADE QUE VOCÊ CONFIA





















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