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:: 28/ago/2020 . 21:24

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE.

1) 60 ANOS DE JOSÉ LEITE EM ILHÉUS.

2) NOSSA HOMENAGEM AO AMIGO DR. GERALDO MENEZES BARBOSA (2).

3) NOSSA HOMENAGEM AO AMIGO RAIMUNDO ARAÚJO (FINAL).

4) NOSSA HOMENAGEM AO AMIGO FRANCISCO DE ASSIS CARNEIRO NETO (CHIQUINHO DO IBAMA).

5) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA. :: LEIA MAIS »

Sebrae divulga recorte de pesquisa sobre o impacto da pandemia para os empreendedores negros

O Sebrae Bahia divulgou o relatório da 6ª edição da pesquisa “O impacto do Coronavírus nos micro e pequenos negócios”, com recorte de raça. No estado, mais de 68% dos entrevistados se declararam negros (pretos e pardos), sendo 45% mulheres e 55% homens.

A pesquisa apontou que os negros estão entre os empreendedores com menor percentual de dívidas (27,8%), em relação aos que se declararam de outras raças (branca, amarela e indígena), que somam 29,7%.

Outro ponto abordado foi a situação dos estabelecimentos durante o processo de isolamento social. O levantamento constatou um percentual praticamente similar para empreendedores de todas as raças no fechamento parcial (78%), havendo percentuais mais elevados para raça preta/parda com o fechamento total (9,7%) e sem restrições (1,9%).

O relatório mostrou ainda a mesma incidência entre todas as raças quanto à interrupção temporária (39,4%) e suaves diferenças de incidência para as demais situações, recaindo uma maior parcela para os empresários de raça negra na decisão de fechar a empresa (5,6%), enquanto as demais raças juntas somou-se 4,4%.

No que se reporta à adoção de alternativas para o enfrentamento do isolamento social e restrição de circulação de pessoas, houve um a maior prevalência de não ter condições de atuar no período entre os empresários das raças preta ou parda (40,7%). Consequentemente, os percentuais dos que estão utilizando ferramentas digitais também é mais elevado entre as demais raças (30,6%), enquanto pretos pardos chegam a 26,9%.

Enquadramento

Dentre os entrevistados, os empresários da raça negra são, em sua maioria, enquadrados como Microempreendedores Individuais (MEI), chegando a 68,5%. Os empreendedores de outras raças, neste mesmo perfil, atingiram 61,2%.

Quanto aos que declararam ter enquadramento jurídico de Microempresa (ME), os valores se invertem. O relatório mostra que há uma maior predominância das demais raças para os enquadramentos ME (27,8%) e Empresa de Pequeno Porte (EPP), com11%, enquanto os negros somam 24,5% para os ME e 6,9% para EPP.

Vendas e faturamento

As principais ferramentas utilizadas, pelos empreendedores negros, para as vendas, durante o período de isolamento social foram as redes sociais, aplicativos ou internet (WhatsApp, Facebook, Instagram, site etc.). Há uma proximidade de respostas entre todas as raças para a maioria das situações, havendo uma incidência um pouco maior para as demais raças nas opções “Sim, passei a vender por causa da crise” e “Não, são sei como se aplica ao meu negócio”.

Em referência à média mensal do faturamento nos seis meses anteriores ao início das medidas de restrições, há uma maior incidência do faturamento até R$ 6 mil/mês para os entrevistados que se declararam das raças preta ou parda (45%), enquanto nas demais raças o número atingiu 42%. Essa tendência se repete para a faixa de R$ 7 mil a R$ 15 mil: negros (10,1%) e demais raças (8,8%). Nos demais extratos acima de R$ 16 mil, prevalece uma maior participação das demais raças em detrimento à preta/parda.

A pesquisa

Realizada entre os dias 30 de maio e 2 de junho deste ano, a pesquisa ouviu 7.403 empresários brasileiros, de todos os estados e Distrito Federal, sendo 317 deles baianos.

A pesquisa levou em conta o universo de 17,2 milhões de pequenos negócios e, para cálculo estatístico, utilizou erro amostral de 1% para mais ou menos, e intervalo de confiança de 95%.

O relatório completo do recorte da pesquisa do Sebrae pode ser acessado neste link. Para mais informações e conteúdos, siga o perfil @sebraebahia nas redes sociais: Instagram, Facebook, Twitter, Youtube, Linkedin, e faça parte do canal no Telegram, que pode ser acessado pelo link t.me/sebraebahia.

UFSB já trabalha com acordos de pesquisa e inovação com parcerias externas

Um projeto de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) é um processo que pode envolver a pesquisa básica (pesquisa científica) e a pesquisa aplicada (pesquisa tecnológica), mais o desenvolvimento experimental, e que pode incluir um contrato de confidencialidade, se for preciso, por ter a inovação como objetivo – seja essa novidade uma tecnologia, um produto ou um processo. Uma inovação certamente gera a expectativa de um resultado que pode requerer proteção da propriedade intelectual para, entre outros motivos, preservar o direito da exploração comercial. A Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) se qualifica para essa colaboração com a sociedade e a comunidade empresarial, inclusive com projetos de parcerias em pesquisa, desenvolvimento e inovação já em tramitação.

Com as recentes resoluções aprovadas no Conselho Superior, a instituição se habilitou para firmar colaborações entre parceiros externos, como empresas privadas e associações da sociedade civil, por exemplo, e integrantes da comunidade acadêmica, dedicados a projetos de PD&I. É uma forma acessível de investir em pesquisa e contribuir para que novas tecnologias cheguem à sociedade e, ao mesmo tempo, beneficiar o seu empreendimento, como afirma o coordenador de Criação e Inovação da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da UFSB, professor Matheus Ramalho de Lima: “Toda parceria tem que ser igualmente vantajosa. Assim, o primeiro contato é interessante para que as partes, em comum acordo, vejam o que pode ser feito e de que forma para que os acordos sejam efetivados. É uma prática muito comum, vantajosa para a universidade e para o parceiro, justamente porque amplia as formas de captação e investimento de recursos, bem como em contribuição com a sociedade de modo geral”. Esse modelo amplia as formas de colaboração mútua entre Universidade, Indústria e Sociedade, construindo um ecossistema saudável de inovação.

Os pesquisadores ou as empresas podem contactar a Coordenação de Criação e Inovação (CCI UFSB). Além de ser o setor responsável por etapas importantes da tramitação dos acordos de parceria, a CCI pode ajudar na construção de uma parceria com base na conciliação de interesses de eventuais parceiros externos com a produção científica e tecnológica dos pesquisadores institucionais. “Podemos fazer esse elo direcionando aos pesquisadores, muito embora, esse contato também pode ser feito direto com os pesquisadores da UFSB. Ou seja, não importa muito os meios, mas o fim”, explica o professor Matheus. Passado esse momento, o Acordo de Parceria em PD&I é organizado.

As oportunidades potenciais são tão amplas quanto a variedade de ramos de atividade de parceiros externos e a diversidade de áreas de conhecimento na UFSB. Atualmente, a instituição conta com oito Centros de Formação (CF), que são unidades acadêmicas voltadas aos cursos de perfil profissionalizante, atuando cada um nas seguintes áreas: ArtesCiências Ambientais e Ciências Humanas e Sociais em Porto Seguro; Ciências da Saúde e Desenvolvimento Territorial, em Teixeira de Freitas; Ciências Agroflorestais,  Tecno-Ciências e Inovação e Políticas Públicas e Tecnologias Sociais, em Itabuna. É muito provável que um parceiro externo encontre motivos para uma colaboração em um objetivo já desenvolvido na universidade ou que um novo tema seja pensado em conjunto para um projeto de PD&I. “Vai depender da parceria. As partes podem combinar as metas e as responsabilidades de cada um, e os produtos ou processos gerados em relação à propriedade intelectual, caso ocorra uso comercial da tecnologia desenvolvida, de um modo que ambos tenham os ganhos almejados, base de um acordo de PD&I”, afirma o professor Matheus Ramalho de Lima.

Mais novidades sobre o assunto devem aparecer em breve. Já existem alguns projetos de acordos de parceria tramitando na UFSB, conforme o coordenador da CCI. O setor está trabalhando para aprimorar as informações sobre o que o professor Matheus chama de “portfólio do capital intelectual” da universidade para facilitar essa apresentação para a comunidade externa. Além disso, a CCI tem trabalhado, em conjunto com outros setores da universidade, para tornar o fluxo o mais rápido e eficiente possível, respeitando a legislação. Um terceiro front está na exposição dessas oportunidades “da porta para dentro”, com diversos eventos online promovidos pelo setor com especialistas sobre propriedade intelectual, acordos de parceria, PD&I e as normas mais atuais sobre esses temas, incluindo o novo Marco de Ciência, Tecnologia e Inovação.

página da CCI UFSB (https://ufsb.edu.br/proppg/dpci/cci) reúne diversas informações, desde a legislação pertinente, definições, orientações até os documentos requeridos para a elaboração de projetos de parceria em PD&I. O contato direto com o setor pode ser feito com mensagem para cci.proppg@ufsb.edu.br, aos cuidados do coordenador, professor Matheus Ramalho de Lima.

 

Secti entrega Espaço Colaborar de Cruz das Almas

Ambiente de coworking idealizado pela Secti potencializa o empreendedorismo local

A Bahia está construindo a maior rede pública de espaços de empreendedorismo e inovação do Brasil com a entrega de unidades do Espaço Colaborar em todo o estado. O projeto, que é capitaneado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), em parceria com o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), tem por objetivo potencializar empreendedores e pequenos negócios voltados para a área de inovação. Cruz das Almas inaugura o seu espaço nesta sexta (28), às 10h, em transmissão virtual pelo YouTube, com a participação de autoridades locais e estaduais. Até o final de agosto, a expectativa é que as cidades de Itaparica e Santo Antônio de Jesus também inaugurem seus ambientes.

O lançamento do Espaço Colaborar marca a requalificação dos antigos Centros Digitais de Cidadania (CDC), que chegará em 24 cidades na primeira etapa, e mais 17 na segunda, tendo sido a unidade de Irecê a primeira a ser inaugurada em 16 de agosto de 2019. O local, que funciona como um ambiente de coworking, está disponível para toda a população do município, com foco no ecossistema de inovação, composto por pesquisadores, empreendedores, donos de micro e pequenos negócios, etc, onde eles podem realizar reuniões de trabalho, encontros profissionais, entrevistas, treinamentos, palestras, entre outros.

O Espaço Colaborar traz ferramentas para trabalho como computadores, mobílias de escritório, como mesas e cadeiras, além de televisão e aparelho de videogame para momentos de descontração entre compromissos profissionais e acesso à internet. Em cada lançamento, a equipe responsável pela inauguração realiza um processo chamado “ativação do ecossistema de inovação”, quando diversos entes como a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), a Associação Comercial da Bahia (ACB), além de universidades, Institutos Federais, empresas e escritórios do Sistema S como Senai, são acionados e comunicados sobre o lançamento, a fim de direcionar o uso e a ocupação para o público-alvo.

A secretária da Secti, Adélia Pinheiro, destaca a importância da construção de parcerias com os agentes de inovação para que possam potencializar ainda mais o local. “Parceiros como o Sebrae, o Iel, as prefeituras, organizações sociais, ou quaisquer prestadores de serviço que fomentem a cultura empreendedora no município serão sempre bem-vindos para buscarmos as melhores formas de promover o projeto”, disse. Vale ressaltar que o Espaço Colaborar faz parte de uma ação da Secti, denominada Espaços Dinamizadores, com o objetivo de oferecer à população locais de coworking, pesquisa e desenvolvimento de projetos. Além do Colaborar, outros equipamentos estão previstos no projeto, como, por exemplo, os espaços Fazer, Inovar e Fortalecer.

Para acompanhar a inauguração do Espaço Colaborar de Cruz das Almas, basta acessar, nesta sexta (28), às 10h, o canal da Secti no YouTube. A transmissão estará disponível através do endereço www.youtube.com/sectibahia

. O cronograma de implantação de espaços Colaborar prevê que outras cidades devem ser contempladas ainda nessa primeira fase de implantação, a exemplo de Porto Seguro, Feira de Santana, Ilhéus, Itapetinga, Jacobina, Jequié, Juazeiro, Lauro de Freitas, Madre de Deus, Paulo Afonso, Seabra, Senhor do Bonfim, Teixeira de Freitas, Valença e Vitória da Conquista.

Comitê Emergencial da UFSB divulga 22º boletim semanal sobre a pandemia de covid-19 no Sul da Bahia

O Comitê Emergencial de Crise da Pandemia de Covid-19 liberou o 22º Boletim do Observatório da Epidemia do Novo Coronavírus no Sul da Bahia nesta terça-feira (25). Referente ao período observado entre 15 e 21 de agosto de 2020 nos territórios do Sul e Extremo Sul do estado da Bahia, o boletim semanal traz os seguintes destaques:

–>Análise do panorama semanal nos municípios do Sul e Extremo Sul: Do total de 229.743 casos e 4.757 óbitos confirmados na Bahia, 24.001 casos (10,4%) e 483 óbitos (10,2%) são de residentes em municípios onde a UFSB tem Unidade Acadêmica (UA) e/ou colégio universitário (CUNI), um incremento de 2.606 casos (12,2%) e 50 óbitos (11,5%) em relação ao acumulado da semana anterior (21.395 casos e 433 óbitos). Quanto ao risco de adoecer, apenas Porto Seguro (1.528,7/100 mil hab.) e Nova Viçosa (917,6/100 mil hab.) apresentaram Coeficiente de Incidência (CI) inferior à média estadual (1.544,7/100 mil hab.), enquanto todos os demais apresentaram risco de infecção superior à taxa nacional (1.674,9/100 mil hab.), com destaque para os municípios de Itabuna (3.806,8), Ilhéus (2.941,8) e Itamaraju (2.675,0). No intervalo de 14 a 21/08, apenas Teixeira de Freitas (97,9%), Ilhéus (25,5%) e Coaraci (7,3%) apresentaram variação positiva da incidência (número de casos novos na semana de 15 a 21/08 foi maior do que na semana de 8 a 14/08), mas a variação média dos 10 municípios onde a UFSB tem UA ou CUNI foi positiva (5,0%).
Quanto ao risco de morrer por COVID-19, Ilhéus (90,6 óbitos/100 mil hab.), Itabuna (78,3/100 mil hab.) e Ibicaraí (55,3/100 mil hab.) apresentaram coeficientes de mortalidade (CM) superiores à taxa nacional (53,7/100 mil hab.), enquanto Itamaraju (38,8/100 mil hab.), Teixeira de Freitas (36,8/100 mil hab.) e Santa Cruz Cabrália (32,4/100 mil hab.) apresentaram CM inferiores à média nacional, mas superiores à média estadual (32,0/100 mil hab.). Os demais apresentaram risco de morrer inferior à média estadual. Trata-se de indicador que permite avaliar a qualidade da assistência, mas que sofre grande influência do perfil demográfico e da cobertura da testagem, que define o denominador (número de pessoas infectadas). Veja mais detalhes do período observado no boletim.

–>Recomendações para a região:

A recomendação para os governos se mantém a mesma: adoção de medidas de redução de fluxo de pessoas, ampliação da oferta de leitos de UTI, políticas emergenciais de mitigação dos efeitos sociais da pandemia e máxima transparência na divulgação das informações relativas à epidemia e à capacidade do SUS de atendimento à população (número de leitos clínicos e de UTI para Covid-19 disponíveis e ocupados), cuja falta de transparência impede uma avaliação precisa da oportunidade e adequação das medidas de flexibilização que estão atualmente em curso. Recomenda-se aos médicos muita cautela na prescrição da cloroquina ou da hidroxicloroquina, tendo em vista o risco de efeitos colaterais graves (principalmente arritmia cardíaca) se em associação com um macrolídeo (azitromicina).
Recomenda-se a todos os indivíduos a manutenção das medidas de higiene, do auto-isolamento domiciliar e a utilização de máscaras faciais (caseiras) sempre que precisar sair de casa.
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PSICOMUNDO <> REFLEXOS DO MUNDO E SUAS FANTASIAS <>

Diante de tantas fórmulas que surgem no mundo em que vivemos, notamos que Deus costuma usar a solidão para nos ensinar sobre o valor da vida em sociedade, nos obrigando a ter um imenso olhar em busca da boa convivência. Os verdadeiros componentes da paz estão dentro das nossas aspirações pessoais e na nossa conduta em qualquer lugar que estejam reunidos milhões de seres humanos comuns, pois todos nós somos iguais perante Deus. Torna-se difícil viver no desconhecimento de que a vida continua, pois surgirão na vida de todos uns novos dias, outra ocasião dando outra oportunidade para quem não acertou no dia anterior, corrigir o que faltou para tudo ficar bem, deixando para as pessoas em nosso mundo terrestre a paz e a prosperidade de forma simples e espontânea.

A ignorância desses fatos vão nos proporcionar somente uma felicidade falsa e perigosa. A inabalável paz nasce do conhecimento que derrota e dos temores da presença da infelicidade diante de nós. E ser sabido, usar espertezas visando exibições pessoais, usar a inteligência para enganar os outros, não valoriza nenhum acontecimento humano, é apenas uma má iniciativa que deixam as pessoas que agem dessa forma em condições desprezíveis e sozinhas no nosso Universo.

É preciso que cada um descubra que não está morto para as ações em favor do bem-estar de si e das outras pessoas que estão ao seu lado, sobretudo, verificar que tem dentro de si todos os dons dos sentimentos humanos. Não importa que seja rico ou pobre, feio ou bonito, preto ou branco, diretor de empresa ou um simples operário. Todos, sem exceção, possuem qualidades dignas, são pessoas cheias de coisas boas. E a ausência destas coisas boas é que deixa lugar para o surgimento de banalidades destruindo, aniquilando e desqualificando as espécies humanas.

Muito embora passe despercebido, sentimos que precisamos acordar de vez, para poder lutar com mais afinco, sentindo o quanto é bom o trabalho e a vida em solidariedade. Deve sempre ser algo que devemos carregar em nossa existência, de que necessitamos e jamais alguém conseguirá destruir, porque é a própria confiança em nós mesmos. É a fé presente em nossos corações. É uma resistência inalada e não nos deixa ficar acomodados onde estamos, nem conformados com o que temos. E aí, começamos a pensar, a despertar para as coisas essenciais e melhores, que nos trarão conforto e harmonia.

É na perseverança que está à força de vencer. Só consegue realmente vencer na vida aquele que luta com fé e segurança pelo seu ideal. Às vezes este ideal está tão perto, tão junto de nós, e não sentimos nem notamos a sua presença. É que estamos dormindo, sem querer acordar e viver o ideal da felicidade. E nós só amamos verdadeiramente nosso ideal, quando sentimos que estamos perto de perdê-lo. E perder um ideal, ao qual consagramos todas as nossas esperanças, não é nada bom. Existe muita gente que quer negar a existência de duras realidades, de verdades patentes e se perdem nas suas boas qualidades, e assim, se enveredam nas praticas de coisas ruins que fazem mais mal a si próprias. São inteligentes, acumularam tantos conhecimentos, às vezes acham que sabem de tudo, porém, só procuraram seguir caminhos tortuosos e cheios de tramas visionárias.

Querem muitas vezes negar a presença da confiança, do amor e da fé. Mais adiante querem negar que dentro de cada um de nós exista uma força, que invisivelmente, sem que a percebamos, nos empurra e nos leva para frente, a buscar melhores condições de vida, querendo uma comodidade mais segura e um bem-estar mais tranquilo. É chegada a hora de sentirmos o que somos, porque acreditamos que não é destino desta geração viver com uma luta que não criaram, em um mundo que não fizemos.

A paz é uma bandeira branca, é uma alma limpa, porque nem sempre as pressões da vida são atribuídas por escolha. Hoje, o mundo moderno, vive crises de consciências. Vivemos em busca da fé, da caridade e da esperança, e esquecemos-nos de verificar se nos conhecemos para conhecer as necessidades dos outros. E no mundo considerado delicadamente “moderno”, falta à compreensão nos lares, falta o amor, falta à amizade robusta e sincera, falta à confiança mútua. Como seria diferente tudo se houvesse mais comunicação, mais diálogo, mas abertura em torno de determinados assuntos que fizesse bem a todos. Observamos que existem pessoas que se trata com desprezo e que cruelmente se maltratam, por motivos fúteis e até mesmo sem motivo algum.

Estão sempre prontas estas pessoas e armadas na busca da agressão, da vingança, da cólera, da inveja, do egoísmo, às vezes encoberto por aparências, desprezando as regras de cortesia, da atenção e de humanidade. Existem pessoas que não gostam de acertar, poucos fazem questão de ouvir. São ávidas, frívolas, imprudentes ao falar, e, quando se abrem para um diálogo, à sua boca só surgem palavras de rivalidades, mentiras e blasfêmias. Nessa fase são criados os atritos provocados da autodefesa das outras pessoas agredidas por gente assim, surgindo o desconforto de traições, morrendo assim a força da confiança que deveria existir no cotidiano da vida. PENSEM NISSO!!!

Eduardo Afonso – Ilhéus-Bahia





















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