Luiz Ferreira da Silva, 85 

Engenheiro agrônomo e Escritor

Estou convocando os engenheiros agrônomos, por motivos óbvios, a pensarem nesse flagelo da humanidade, com enfoque brasileiro, haja vista sermos o celeiro do mundo contrastando com os milhões que não tem o que comer.

Então, resolvi escrever um livro, já esboçado, cujo resumo insiro aqui nesse espaço, para que os colegas tenham uma ideia da obra. Àqueles que desejarem contribuir, poderei enviar em pdf a primeira versão. É só me contatar:

luizferreira1937@gmail.com

Gostaria de receber sugestões, críticas e textos específicos.

AGRICULTURA SEM CÓDIGOS DE BARRA PARA DEBELAR A FOME NO BRASIL

(RESUMO)

A fome avança cada vez mais rápido pelo Brasil. São milhões de pessoas sem ter o que comer diariamente, um crime hediondo.

Pelo que se depreende da presente obra, não se pode aceitar e, tampouco, cruzar os braços, ante este flagelo humano – a fome -, considerando o Brasil como uma das maiores economia do mundo. E o pior, celeiro de alimentos.

Difícil de entender, prezado leitor, razão pela qual o presente livro tenta discutir uma solução para o problema, focando numa outra agricultura, a do pequeno produtor, destinada exclusivamente às comunidades, através das tradicionais feiras interioranas, suprimento das merendas escolares e suprimento alimentar para as periferias das grandes cidades (cinturão verde).

As propostas não são uma receita de bolo, mas uma série de ingredientes que possam ser direcionados, mutatis mutandis às condições específicas de cada região, priorizando a abandonada agricultura do pequeno produtor, como um importante catalizador do combate à fome.

Por outro lado, não se trata de um documento acabado, ‘prêt-à-porter”, mas um simples elenco de ideias, como subsídio a um projeto integrado de combate à fome, valorizando o labor da terra.

É fundamental deixar bem claro a importância dos pequenos agricultores, apesar da falta de incentivos e facilidades para se inserirem na economia de mercado, carecendo de sistemas cooperativos para fortalecer a sua produção, possibilitando-lhes o uso de tecnologias.

Urge, pois, mudar tal status quo.