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:: 6/nov/2026 . 23:00

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE.

1) 66 ANOS DE JOSÉ LEITE EM ILHÉUS.

2) JOSÉ LEITE EM JUAZEIRO DO NORTE (1ª PARTE). :: LEIA MAIS »

Hemoba promove Sabadão Solidário em unidades do interior durante o mês de novembro

A Fundação Hemoba realiza, durante o mês de novembro, novas edições do Sabadão Solidário, iniciativa que amplia o atendimento em suas unidades de coleta, com o objetivo de incentivar a doação voluntária de sangue e o cadastro de doadores de medula óssea. Na programação, estão incluídas as unidades de coleta e hemocentros regionais do interior da Bahia, além de uma campanha externa no município de Luís Eduardo Magalhães.
A primeira ação do mês acontece no dia 7 de novembro, na Unidade de Coleta e Transfusão (UCT) de Senhor do Bonfim, das 7h30 às 11h30. No dia 21 de novembro, o Hemocentro Regional de Barreiras promove uma campanha externa de coleta de sangue em Luís Eduardo Magalhães, das 7h30 às 12h. Já no dia 28 de novembro, o Sabadão Solidário será realizado em coleta externa na Policlínica de Teixeira de Freitas, das 8h às 14h; no Hemocentro Regional de Vitória da Conquista, das 7h30 às 11h; na UCT de Brumado, das 7h30 às 13h; na UCT de Jequié, das 8h às 11h30; e na UCT Alagoinhas, das 8h às 14h.
Além das unidades participantes do Sabadão Solidário, a Hemoba mantém atendimento regular aos sábados em Salvador, Feira de Santana, Santo Antônio de Jesus e Camaçari. Na capital baiana, o Hemocentro Coordenador (HC) funciona normalmente aos sábados, das 7h30 às 16h30.

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Maktub celebra 20 anos de Palhaçaria com Mostras de Números e Exposições

As atividades comemorativas dos 20 anos de Palhaçaria do Grupo Teatro/ Circo Maktub seguem a todo vapor, com uma programação dedicada à celebração das artes circenses. Ás 15h30 deste sábado (07), começa o primeiro ciclo de Mostras de Números de Trupes e Exposição Fotográfica, no Centro Cultural Dilazenze, no bairro da Conquista. Até o dia 12 de dezembro, quando será realizada a 8ª Palhasseata, as apresentações irão circular por diferentes pontos de Ilhéus. As atividades são gratuitas.

Além do Grupo Teatro/ Circo Maktub, a programação da I Mostra de Grupos deste sábado conta as presenças do Circo Tropical, Pirulito e Paçoca, As Madallenas e Cia. Circo da Lua. Junto com as apresentações, acontece a exposição fotográfica “Imagens Poéticas da Palhasseata de Ilhéus”, reunindo imagens das atividades realizadas ao longo das sete edições do evento.

Para a II Mostra de Grupos, em 21 de novembro, o Grupo Teatro/ Circo Maktub convida a Cia. Tchichielugh, o Palhaço Linguiça, a Guilda Cacilda e As Madallenas. As trupes irão transformar a praça do bairro Nossa Senhora da Vitória em um grande picadeiro aberto ao público. Já no dia 11 de dezembro, a Casa Dourada, sede do Maktub, será palco da Mostra de Solos. A partir das 19 horas, o espaço será ampliado para diferentes linguagens e expressões da palhaçaria.

A exposição fotográfica Imagens Poéticas da Palhasseata de Ilhéus acompanha todas as mostras e propõe um percurso pela memória do grupo e das sete edições da Palhasseata. As imagens trazem registros de cortejos, Oficinalhaços e outras ações de pesquisa e criação realizadas ao longo desta trajetória. “Mais do que registros, as fotografias revelam encontros, trajetórias e a presença da palhaçaria na vida cultural de Ilhéus”, explica o diretor artístico, Fábio Nascimento.

A programação culmina no dia 12 de dezembro, com a 8ª Palhasseata de Ilhéus. A concentração será às 8h30, na Praça do Teatro Municipal. O cortejo circense surgiu como uma homenagem ao Dia do Palhaço, celebrado em 10 de dezembro, reafirmando o compromisso do Grupo Teatro/ Circo Maktub com a difusão das artes circenses, a valorização e o diálogo entre artistas, além do fortalecimento da cultura local.

Este projeto foi contemplado nos Editais da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura na Bahia, realizados com recursos do Governo Federal repassados pelo Ministério da Cultura, e executados pelo Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura do Estado.

Fim das canetas emagrecedoras? Médico explica o que muda com a chegada do novo comprimido para emagrecer

Dr. Gabriel Almeida analisa a nova opção oral, explica os ganhos de comodidade e aponta diferenças em relação às medicações injetáveis mais modernas

A chegada de um comprimido à base de semaglutida para o tratamento da obesidade amplia as opções para pacientes que buscam emagrecer sem recorrer às aplicações. Mas, apesar da comodidade, a nova apresentação tem características que precisam ser consideradas na escolha do tratamento. Para o médico, pesquisador e professor Dr. Gabriel Almeida, a novidade representa um avanço, mas não significa o fim das canetas emagrecedoras.

A análise ocorre após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovar o Wegovy oral, primeira apresentação em comprimidos de um medicamento da classe GLP-1 autorizada no Brasil para o tratamento da obesidade. Para Gabriel, a nova opção atende a uma demanda de pacientes que procuram, além dos resultados, maior praticidade na rotina.

“Hoje, o paciente que busca um tratamento para perda de peso procura, além do resultado, a comodidade. As cápsulas vão trazer exatamente isso. Mas não são para todo mundo”, afirma.

Mais comodidade, mas com diferenças importantes

Segundo Gabriel, uma das principais diferenças entre a semaglutida oral e as medicações injetáveis está na forma de administração. O comprimido precisa ser tomado diariamente, em jejum, com pequena quantidade de água e seguindo orientações específicas para garantir sua absorção.

Já as injeções mais modernas oferecem intervalos maiores entre as aplicações. Além das opções semanais, novas medicações estão sendo desenvolvidas para uso quinzenal e até mensal.

“Essa cápsula não pode ser utilizada a qualquer horário do dia. Tem que ser tomada em jejum, com pouca água, e obriga o uso diário. As injeções estão vindo para uso semanal, e novas medicações para aplicações quinzenais e até uma vez por mês”, explica.

Outro ponto destacado pelo médico é a diferença nos resultados de perda de peso. De acordo com ele, a semaglutida oral apresenta eficácia inferior à de algumas das medicações injetáveis mais modernas, o que reforça a importância de avaliar cada opção de forma individualizada. :: LEIA MAIS »

Livro reúne quase cinco décadas de coleção sobre São Francisco e terá renda destinada às Obras Sociais Irmã Dulce

Obra do médico e filatelista Miguel Brandão será lançada em 12 de novembro, no Pelourinho, em evento que também apresenta selo dos Correios

Uma coleção construída ao longo de quase cinco décadas vai se transformar em livro e contribuir para o cuidado de pessoas atendidas pelas Obras Sociais Irmã Dulce (OSID). No dia 12 de novembro, das 17h às 21h, o médico e filatelista baiano Miguel Brandão lança “São Francisco vive – História nos selos da Coleção Miguel Brandão”, na Igreja da Ordem Terceira de São Francisco, no Pelourinho, em Salvador. Toda a renda obtida com a venda dos exemplares será destinada à instituição, para o projeto de construção do Day Hospital do Hospital Santo Antônio.

Publicado pela P55 Edição, o livro chega ao público no ano em que se completam 800 anos da morte de São Francisco de Assis. O lançamento também contará com a apresentação oficial, pelos Correios, do selo comemorativo da Coleção Miguel Brandão, que reproduz a capa da publicação.

A obra reúne selos emitidos por diferentes países e épocas para contar a trajetória de São Francisco, apresentar templos e obras de arte ligados à sua história e percorrer o legado das Ordens Franciscanas. Com curadoria e textos explicativos, a publicação compartilha com o público peças raras e representativas de um acervo até então privado, aproximando história, arte e espiritualidade por meio da filatelia — o estudo e a coleção de selos postais.

A relação de Brandão com esse universo começou aos dez anos, em Paramirim, no interior da Bahia. O primeiro exemplar foi um selo brasileiro de 1976 com a imagem do mico-leão-dourado. Aos 12 anos, ele iniciou a coleção dedicada a São Francisco, tendo como primeira peça “São Francisco e os Pássaros”, também emitida pelo Brasil em 1976. A devoção foi cultivada durante a infância em Seabra, no convívio com o frei Justo Venture, missionário capuchinho italiano cujo trabalho deixou marcas na educação e na assistência à população local.

“A coleção é viva, dinâmica, sempre com novas peças filatélicas e sempre aprofundando o tema. É entrega, determinação, critério e cuidado. O retorno é conhecimento, cultura e uma devoção cada vez maior a São Francisco de Assis”, afirma o autor.

Cirurgião oncológico, Brandão encontra na pesquisa e na organização dos selos um espaço de concentração e recolhimento em meio à rotina de atendimento a pessoas com câncer. A construção do acervo envolve consultas a catálogos, livros, artigos e exposições, além da pesquisa sobre as obras de arte reproduzidas nas peças.

A destinação da renda à OSID também se conecta à trajetória profissional do autor, que coordena o Serviço de Oncologia Cutânea do Hospital Santo Antônio. Com o lançamento, a coleção ganha uma nova dimensão: além de preservar e compartilhar a memória franciscana, passa a apoiar a ampliação da assistência oferecida pela instituição fundada por Santa Dulce dos Pobres.

“Tão Lindo Quanto Eu Me Lembro: O Musical” volta a Salvador com novo elenco, novas cenas, cenário e coreografias

“Tão Lindo Quanto Eu Me Lembro: O Musical” volta a Salvador com novo elenco, novas cenas, cenário e coreografias
Após temporada com a primeira sessão esgotada, espetáculo faz quatro apresentações de 14 a 21 de novembro, no Teatro Molière

O musical “Tão Lindo Quanto Eu Me Lembro” retorna a Salvador para quatro apresentações, nos dias 14, 15, 20 e 21 de novembro, às 20h, no Teatro Molière. A nova temporada traz novo elenco e uma montagem renovada, com novas cenas, cenário e coreografias.

Na primeira temporada, todas as sessões esgotaram, somando cerca de 650 espectadores em quatro sessões. A volta aos palcos é uma oportunidade para quem já viu rever o espetáculo sob um novo olhar e para que novos públicos conheçam a obra.

O musical é inspirado na história real dos irmãos Hana e George Brady, separados pela perseguição nazista durante a Segunda Guerra Mundial e conhecidos por meio do livro “A Mala de Hana”, de Karen Levine. A trama acompanha um grupo de jovens que, ao investigar vestígios do passado, encontra as lembranças de uma menina judia cuja infância foi interrompida pelo início da guerra. Entre infância, memória, perseguição e esperança, o espetáculo convida o público a olhar para uma história dolorosa com delicadeza e humanidade.

A ideia de levar essa história aos palcos nasceu da trajetória pessoal do diretor e idealizador David Leonardo. “Aos 11 anos, conheci Hana e George Brady por meio do livro A Mala de Hana. Por dias, não consegui parar de falar daqueles irmãos para minha família e meus amigos. Anos depois, em outubro de 2025, decidi levá-los ao teatro musical. Assim nasceu Tão Lindo Quanto Eu Me Lembro, para que essas vidas, e as de tantos outros, jamais sejam esquecidas”, conta.

Em cena, teatro, música ao vivo, movimento e narrativa visual se unem para contar essa história. O novo cenário amplia os espaços da memória construídos pela montagem, e as coreografias renovadas dão corpo aos encontros que movem a trama. A banda ao vivo acompanha as mudanças de atmosfera e dá ritmo às lembranças, ampliando o que muitas vezes não cabe em palavras. :: LEIA MAIS »

JUSTIÇA & DEMOCRACIA: FUNDAMENTOS DA ARTE REAL


“Sem Justiça, a Democracia perde sua essência; sem Democracia, a Justiça perde sua voz.” (Leonardo Diniz)

A Justiça ocupa lugar central entre os princípios que orientam o pensamento maçônico. Mais do que uma norma jurídica, ela representa uma virtude moral pela qual o ser humano procura reconhecer os direitos do próximo, cumprir seus deveres e agir com equilíbrio. Para o maçom, ser justo não significa apenas obedecer às leis vigentes, pois nem toda lei é necessariamente justa. Significa examinar os próprios atos à luz da consciência, da razão e do compromisso com o bem comum.

Ao lado da Justiça, a Democracia constitui fundamento essencial da construção de uma sociedade verdadeiramente livre e fraterna. Sob a perspectiva maçônica, ela não se limita ao exercício do voto ou à escolha de representantes, mas expressa o reconhecimento da dignidade de cada indivíduo, do direito à participação, da liberdade de pensamento e do respeito às opiniões divergentes. Democracia pressupõe igualdade de direitos, pluralidade, diálogo e responsabilidade coletiva. É compreender que nenhuma autoridade deve sobrepor-se arbitrariamente à vontade legítima da coletividade e que o poder somente encontra legitimidade quando exercido com ética, justiça e respeito à liberdade humana.

A principal causa da Ordem, quando considerada sob a perspectiva da Justiça e da Democracia, é o aperfeiçoamento do ser humano para que ele possa colaborar na edificação de uma sociedade mais livre, igualitária e fraterna. A transformação social, nesse entendimento, começa no interior de cada indivíduo. Antes de pretender corrigir o mundo, o maçom é chamado a trabalhar sobre a própria pedra bruta, combatendo preconceitos, vaidades, intolerâncias e interesses egoístas. Sem esse esforço íntimo, a defesa da Justiça e da Democracia pode tornar-se apenas um discurso vazio.

A simbologia maçônica oferece importantes elementos para essa reflexão. O esquadro recorda a necessidade de retidão nas ações; o compasso ensina a estabelecer limites para as paixões e os excessos; a régua inspira disciplina e correção de conduta. Esses símbolos indicam que a Justiça exige medida, equilíbrio e coerência. Aquele que julga o próximo com rigor, mas é indulgente com os próprios erros, afasta-se do verdadeiro espírito de equidade. :: LEIA MAIS »





















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