Presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário – IBPT, João Eloi Olenike, diz que a ferramenta tornou-se referência para os brasileiros

Nesta sexta-feira, 15, por volta das 11h20min, o Impostômetro atingirá R$ 400 bilhões, ou seja, esse é o valor arrecadado pelos governos federal, estaduais e municipais até o momento. A marca será atingida 10 dias antes em relação a 2010. Em 2009 o Impostômetro atingiu este valor no dia 19 de maio e em 2008 no dia 20 de maio.

Este mês também é especial, pois no dia 20 de abril de 2005 o Sistema de Acompanhamento das Receitas Tributárias, batizado de Impostômetro, foi inaugurado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário – IBPT e pela Associação Comercial de São Paulo – ACSP, para calcular em tempo real o valor arrecadado pelos governos federal, estaduais e municipais. Pela Internet (www.impostometro.com.br) qualquer cidadão pode acompanhar o total de tributos pagos pelos brasileiros.

Para o presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário – IBPT, João Eloi Olenike, o Impostômetro tornou-se uma importante ferramenta de referência para os brasileiros, no sentido de informar o quanto é pago de tributos diariamente. “Além disso, cada cidadão passou a ter mais consciência da alta taxa de tributos pagos”, destaca.

A ferramenta eletrônica tem como base para o levantamento de dados federais, as arrecadações da Receita Federal do Brasil e da Secretaria do Tesouro Nacional, informações da Caixa Econômica Federal, do Tribunal de Contas da União e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Para as receitas dos Estados e do Distrito Federal, o Impostômetro utiliza-se dos dados do Conselho Nacional de Política Fazendário – Confaz, das Secretarias Estaduais de Fazenda, dos Tribunais de Contas dos Estados e da Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda. Já a arrecadação de tributos municipais é informada pela Secretaria do Tesouro Nacional, por meio dos municípios que divulgam seus números devido à Lei de Responsabilidade Fiscal e pelos Tribunais de Contas dos Estados.