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Alfredo Amorim da Silveira em: “10TAQUES”

Raymundo do Amaral Pacheco

Nasceu na Fazenda Santa Luzia, onde hoje está localizada a sede da CEPLAC na BR 415, entre Ilhéus e Itabuna, no dia 20 de outubro de 1891, filho do Cel. José Gomes do Amaral Pacheco e Amélia Rosa do Amaral Pacheco, irmão de Maria Amélia Pacheco de Sá Barreto, casada com João Diogo de Sá Barrento (Advogado).

Depois de formado em medicina pela faculdade de Medicina da Bahia em 1914, foi residir na cidade de Avaré, São Paulo, onde em 22 de maio de 1918 casou-se com Esther Gouveia Pacheco com quem teve os seguintes filhos: José Carlos Gouveia Pacheco, casado com Maria Aparecida; Maria Albertina Gouveia Pacheco (Tia Berta); Álvaro Raymundo Gouveia Pacheco; Maria Amélia Pacheco Soub (Melinha), casada com Lúcio Apoleio Sá Barreto Soub e Maria Cecília Pacheco Menezes (Maricí) casada com Elírio Menezes.

Com o falecimento de José Gomes do Amaral Pacheco, seu pai, em 19 de janeiro de 1930 voltou a residir em Ilhéus.

Foi um dos fundadores e primeiro diretor da Maternidade Santa Isabel das Senhoras de Caridade de Ilhéus, sendo doado por ele o terreno onde foi construída a sua sede, também foi um dos fundadores e doador da área onde foi construído o primeiro prédio do Abrigo São Vicente de Paula na Avenida Itabuna, da Cruzada do Bem pelo Bem e do Colégio Diocesano. Dono da Fazenda Opaba, adquirida por herança com a morte de seu pai, situada onde hoje se encontra o bairro da Cidade Nova até o Alto da Tapera, foram doados por ele também os terrenos para a construção do Clube Social de Ilhéus e do Estádio Mário Pessoa.

Vereador e Presidente da Câmara Municipal de Ilhéus no ano de 1937, em 14 de novembro do mesmo ano assumiu a Prefeitura Municipal de Ilhéus nomeado pelas autoridades do Estado Novo, substituindo o então Prefeito Eusínio Gaston Lavigne, que havia se demitido. Governou até 19 de maio de 1938 quando foi substituído pelo Dr. Mário Pessoa da Costa e Silva. Seus amigos, em homenagem pelos bons serviços prestados à cidade, ofereceram-lhe um banquete no Clube Social de Ilhéus e também lhe foi prestada uma homenagem no Ambulatório Santa Isabel

Também foi vereador na cidade de Avaré, no Estado de São Paulo, antes de voltar para Ilhéus.

Faleceu em São Paulo, capital, no dia 16 de julho de 1959, onde foi sepultado, em 1969 seu corpo foi trasladado para Ilhéus e sepultado no cemitério da Vitória.

1 resposta para “Alfredo Amorim da Silveira em: “10TAQUES””

  • Gregorio says:

    Historia de vida bonita essa do Sr. Raymundo Pacheco.

    Hoje, os políticos da pobre Ilhéus não doam é nada, pelo contrário eles sugam o máximo que puderem, sem pena e sem dó. Dizem, ouvi de alguém numa rádio da cidade, que um secretário abertamente declarou que, “secretário que não sai da prefeitura com pelo menos dois milhões na conta nunca foi secretário”. Eu particularmente não acredito que tenham dito uma asneira dessa, mas também não louco para duvidar nem um pouco.

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