PERIGO NO POSTO DA CAIXA.
Caro Rabat.
E por falar em Bradesco; quero deixar aqui registrado um alerta aos correntistas da Caixa Econômica Federal que, fora do expediente, necessitem os serviços do Posto do Auto-atendimento que fica visinho ao restaurante e bar Vesúvio. (rua sem saída que dá acesso à sacristia da Catedral de Ilhéus).
Cocô, urina, cachimbos para crack, bitucas de cigarros e a presença constante de vários indivíduos de ambos os sexos que tomaram posse do espaço que dá acesso às máquinas de auto-serviços, transformando o local num antro perigoso, destinado ao consumo de drogas, álcool, motel e moradia noturna. Eles ficam recostados e outros deitados no vão interno que dá acesso às máquinas. Como chegar ate as máquinas, senão saltando perigosamente sobre os residentes?
Ainda ontem, quando levava meu neto de três anos para passear e nos encontrávamos no átrio da Catedral; pude ver de perto o estado de abandono e do uso indevido por elementos que, sob efeito do álcool e outras substâncias, oferecem perigo àqueles que necessitam utilizar o auto-atendimento daquele posto da Caixa.
Surpreende-nos a omissão dos gerentes da Caixa/Ilhéus, que não tomam alguma providência no sentido de coibir que fato tão deplorável inutilize o seu Posto de Auto-serviços.
Se não estou enganado; na ocorrência de danos físicos ou roubos a clientes naquele ambiente; cabe à Caixa Econômica a responsabilidade de responder juridicamente pelos danos ocorridos.
Melhor seria fechá-lo se não puderem manter a segurança e limpeza do local.
Mehmed.



























































Bom dia, Senhor!
Aproveitando esta sua colocação, não lhe criticando, mas, aproveitando para chamar a atenção da comunidade ilheense.
Ali, naquele exato lugar, os “vários indivíduos de ambos os sexos” que o senhor fala dormir. Alguns deles vem pedindo para sair daquela situação, muitos não estão nesta situação por escolha, mas pela situação, pelas circunstâncias, que por sinal qualquer um de nós pode passar. (problemas com a família, desemprego, problema mental, …).
Quantas vezes o senhor perguntou a um deles de que estava precisando “não só o senhor mas todos que pensão da mesma forma”. Quantas vezes o senhor procurou uma instituição que ajuda estas pessoas seja apenas moradores de rua ou envolvidos em drogadição para ajudar? E o município, quantas instituições tem para tratar deles sem que cobre? Quais as políticas publica existentes para estes filhos de DEUS como nós?
Quem são os culpados de todos estes que se encontram nas ruas? – sou eu, o senhor e toda a comunidade, que não sabe escolher políticos comprometidos, são todos que não tem tempo para olhar o “irmão” ao lado na intenção de ajudar, mas tem tempo de olhar para criticar.
A sujeira, não é sinônimo de pobreza é verdade. Mas, quantos banheiros públicos tem na cidade, seja para defecar ou mesmo para fazer uma higiene? Quantos albergues?
Vou para por aqui, mas fica ai a reflexão. Se critica e age para ajudar ótimo! se é para destruir, Não faça, hoje somos “nós” criticando, amanhã pode ser “nós” os criticados.
Fique com DEUS.
Luissandro