COMO DESPERDIÇAR UMA MEDALHA DE OURO
Essa foi a “aula” que a nossa seleção olímpica brasileira de futebol masculino nos deu hoje.
Não foi novidade. Há alguns anos, seja a olímpica ou a principal, ambas as seleções têm mais decepcionado do que agradado. Quando vencem, não convencem. A já costumeira situação de time que tem estrelas (cada vez menos) mas não tem conjunto. A já sacramentada realidade de time que não tem raça nem garra. Um time apático e um técnico mais ainda. Pra completar, o goleiro; sei perfeitamente que não é o titular da posição, mas eu não queria um desse nem como terceiro reserva do Colo Colo.
A chance de ouro, literalmente, foi desperdiçada, num torneio tecnicamente sofrível, com adversários que variaram de ridículos a fracos e o fraco Brasil (ou ridículo?) entregou o ouro ao fraco México.
E pensar que, tudo indica, essa vai acabar sendo a seleção que disputará as copas das Confederações e do Mundo. Podiam, ao menos, mudar de técnico…
Nilson Pessoa



























































