DONO DO MUNDO
A disputa é entre Deus e os EUA. Parece que este último vem levando vantagem. É quem dita as regras do planeta, como se o resto do mundo fosse o seu quintal. O poderio bélico e econômico o faz se sentir melhorzinho do que Deus. Sempre foi assim, independente de Lincoln, Kennedy, Bush ou Obama. Não vamos aqui envolver os patriotas cidadãos americanos nisso, a questão é de governo, de poder, não do povo.
O suposto pacificador mundial é quem mais gosta de uma guerrinha, de preferência no Oriente Médio, sob a égide das guerras serem necessárias à manutenção da paz. Quando garoto, ouvia dizer que os EUA não conseguiam ficar 5 anos sem uma guerra. Pura verdade. A Síria é a bola da vez.
O império ianque, desde o fatídico 11 de setembro, vive a síndrome psicótica dos ataques terroristas. No início, bastava ser árabe para ser suspeito. Hoje, basta ser qualquer estrangeiro ou até da casa mesmo.
Nessa mistura de interesses político-comerciais com o pânico dos ataques terroristas, vem a caca: espionagem.
O Brasil, na visão deles, está crescendo e botando as manguinhas de fora, num governo “quase revolucionário” que tem uma bucólica simpatia por Cuba e tendências socialistas. Como, para eles, socialismo remete ao comunismo, aí tá feito o angu de caroço. Pé atrás com o Brasil. Vamos bisbilhotar o país do carnaval, dos internautas à presidente.
Quebrou, irresponsavelmente, toda ética e acordos que regem a comunidade internacional, violando nossa soberania como nação, como Estado e como povo.
Espero que o governo brasileiro responda essa afronta à altura, em vez de continuar baixando a cabeça com o tradicional “sim senhor, meu dono”.
Opa! Vou parar por aqui. O antivirus está detectando um spyware de alta performance…
Nilson Pessoa



























































