Luiz Castro em: DECOLORES
VAMOS FAZER A DIFERENÇA!
Durante os trinta e cinco anos que participei do Movimento de Cursilhos de Cristandade, o tema acima sempre foi focalizado pelos mensageiros através das mensagens de Igreja, Dirigentes e Ver Julgar e Agir (Estudo de Ambiente). Daí que tenho procurado testemunhar minha fé, sendo a diferença nos ambientes que eu vivo.
“Quando se fala em “fazer a diferença”, se fala em mudar o mundo. Algo que embora não seja fácil, é na verdade simples, pois, o princípio dessa mudança não compreende ações globais, e sim, uma revolução humana que deve acontecer na vida de cada um.
O líder religioso Gandhi, usou a vida para libertar todo um país; em alguém cuja existência valeu a pena, alguém dotado de coragem (pois, lutar pela independência da Índia do domínio britânico, pode parecer impossível ) não mediu esforços para obter o fim desejado. Através da sua revolução humana, ele se sacrificou em prol do bem comum. Ele conseguiu fazer a diferença.
Luther King quis igualdade; Mandela lutou contra o apartheid, e tantos outros lançaram objetivos para mudar o mundo. Objetivos esses, cujas concretizações só se dariam através de um esforço tremendo e que dependeram apenas do que eles decidiram fazer com as suas vidas, a partir do momento em que revolucionaram, ou seja, transformaram a dúvida em certeza e o medo em coragem. E é por seus grandes ideais que ainda hoje são lembrados.
Uma pessoa com esperança não é alguém irrealista, e sim, alguém convicto. O fato de querer verdadeiramente algo, algo mesmo que grandioso e pareça impossível, como mudar o mundo, faz com que sejam tomadas atitudes que o levem ao seu objetivo. Logo, se tudo depende apenas da sua vida, da sua revolução humana, ou seja, da sua disposição em transformar seus medos e dificuldades no trampolim da sua vitória, a concretização do sonho é garantida. Em outras palavras, para que a vida valha a pena, basta querer fazer a diferença, pois, querer é poder.
Fazer a diferença é uma atitude normal nas pessoas, pois cada um de nós deseja de alguma forma deixar a marca de sua atuação, o registro de sua competência, mostrar o quanto pode contribuir numa determinada situação. As pessoas que estão ao nosso redor simplesmente adoram que cada um de nós faça a diferença, sejam elas nossos colegas de trabalho, chefe, parceiros ou parceiras, família, amigos, etc. Fazer a diferença é sair do lugar comum, é fazer diferente, é dar o melhor de nós; quando não queremos ou podemos fazer a diferença, quando nos sentimos desmotivados, impotentes, quando existe a postura do “tanto faz”, quando nos sentimos vítimas, com certeza há algo errado, é como se houvesse uma doença.
Fazer a diferença é surpreender positivamente as pessoas, fazendo “algo mais” que não era esperado, e de alguma forma superando as expectativas. Fazer a diferença significa “encantar” as pessoas, criando aquele ambiente mágico em que as pessoas podem dizer: “para mim, naquele momento, naquele local, você fez a diferença!”. Nós reconhecemos instantaneamente alguém que faz a diferença: pode ser um vendedor na loja, um garçom, um cobrador de ônibus, um guarda de estacionamento, um colega de trabalho, um líder inspirador, um político seja Vereador, Prefeito, Deputado ou Senador.
Para fazermos a diferença é preciso desenvolver nossa maestria pessoal e profissional: precisamos ser competentes e termos poder pessoal. Precisamos ser competentes para fazermos a diferença. Isso quer dizer que devemos ter conhecimentos e habilidades, adquiridas pela prática, pelos estudos, pelo treino, pela experiência de vida; e também motivação, ou seja, o estímulo, a vontade de fazer a diferença. A competência é a filha do conhecimento e da motivação.
Para fazermos a diferença, é fundamental nos conhecermos, quais são nossos potenciais e os pontos que precisamos desenvolver e melhorar.
Gente que faz a diferença tem algumas características. Procure identificar se você tem algumas, muitas ou todas e saberá se você pode e quer fazer a diferença. Fazer a diferença está ao alcance de todos nós. Fazer a diferença é uma atitude, é um estado de espírito e decorre de uma decisão pessoal: eu quero fazer uma positiva diferença para mim mesmo e para as pessoas”.
Colaboração de Luiz Castro
Bacharel Administração de Empresa


























































