PSICOMUNDO – OS MALES DAS POLITICAS PÚBLICAS SEGUEM MASSACRANDO A POPULAÇÃO BRASILEIRA
Os momentos que está vivendo o Brasil são de tomadas de consciências sobre os atos e fatos criados pelas administrações públicas em geral, sem observação que tudo sem projetos éticos, sem seriedade com respeito ao patrimônio público, com a ausência de planejamentos que estejam vinculados com a realidade do nosso País, causará grandes infortúnios à nossa população.
Os nossos administradores públicos das cidades, Estados e o Governo não estão nivelando as oportunidades geradoras de conhecimentos básicos, e a educação pública a mais importante, passa por momentos de aparentes propagandas; delineando ações que não atribui investimentos culturais e mostra a resposta da abordagem pró-mercado mergulhado aos efeitos distributivos da capacidade humana que não significa limitar a concorrência; redistribuir renda com práticas de transferências focalizadas nos interesses das vantagens políticas em busca do poder, somente massacrando muitas pessoas que estão achando que estão sendo beneficiadas com recursos financeiros de bolsas e que não as levará a nenhuma prosperidade para o futuro, notadamente os pobres.
Quando olhamos a grande massa de idosos nas filas de inúmeras casas bancárias, recebendo os benefícios pela qualidade de aposentados e pensionistas. Quantos vivem mergulhados diante de tantas dívidas e sem domínios econômicos para a sua sobrevivência familiar. Não podemos a crer que estão bem de saúde física, mental e financeira. É a maldade generalizada instalada em nossa sociedade oferecendo coisas que não fazem mais parte de existências de muitas pessoas apenas carentes, e que o Estado não oferece os seus direitos Constitucionais.
Não entendemos quantos créditos são oferecidos aos que estão apenas necessitando de proteção salutar, procurando ter um pouco mais de saúde para seguir as dificuldades da vida. E, mesmo assim são oferecidos largos meios de emprestar o dinheiro público e privado a muitas criaturas com longos prazos nas parcelas de pagamentos. Imaginem o idoso pagar os seus débitos com 72 mensalidades para saldar as suas dívidas. Sem olhar as agiotagens criadas por indivíduos gananciosos e empresas emprestando desordenadamente e sem a fiscalização pública.
Verificamos muitos idosos em constantes lamentos levando-os até ao desespero com o medo de perder os seus bens em detrimentos dessas articulações duvidosas provocado por idéias nefasta dos seus algozes. Realmente necessitados, esquecidos pelo poder público, desprotegidos e achando que dinheiro na mão é a solução!
Precisamos dar um basta nessas ações atribuídas aos que somente fazem parte dos que alimentam ilusões e maltratam pessoas destinadas ao sofrimento e dor do abandono. A população de pessoas que estão envelhecidas pelo tempo tem como atributos marcantes as dificuldades sociais, as injustiças com as procuras de hospitais e casas da saúde para cuidar da sua saúde. E ver esse contingente de seres humanos nas filas de bancos, casas lotéricas, entregues aos elementos viciados em afanar os pertences dessas criaturas, deixa a verdadeira conclusão que nada vai mudar no Brasil além dos enriquecimentos ilícitos de um universo de agentes gananciosos.
As coisas estão tomando rumos alucinantes e desprezíveis na nação brasileira com os recentes aumentos. O Governo atual tem cometido atos inconseqüentes inchando a máquina pública com servidores ligados aos partidos políticos. Segundo as estatísticas “70% do que se arrecada vai embora para pagamentos de salários, e resto como pagar”? O que podemos verificar foi que o Brasil chegou ao extremo limite da ruptura da sua economia. E assim, ficamos tristes e desanimados porque a realidade dita por economistas do mundo inteiro que afirmam: “que um País que cresce e gasta muito têm como destino a falência”.
Lembrem-se dos estádios e da copa do mundo; as obras do rio São Francisco; e muitos outros empreendimentos criados sem planejamentos para o futuro que estão pelo Brasil inteiro começado e ainda não concluído. E podemos dizer que é como uma família, se nós eleitores ganhar menos e gastar muito vamos quebrar também! Estamos esperando que esse governo não continuasse mudando o que ele mesmo implantou. É importante a nossa parada para refletir e rezar para que os que monopolizam apenas façanhas irresponsáveis desapareçam da vida política. PENSEM NISSO!!!
Eduardo Afonso – Ilhéus-Bahia




















































