:: ‘Espaço do Leitor’
Denúncia – Mobilidade Urbana – (Entrada da Urbis)
Nota de agradecimento
100 anos da Paróquia São João Batista – Pontal – Ilhéus – Ba
PREPOTÊNCIA DA AGERBA
Ontem, 13.08, fretei um táxi para uma corrida até Itabuna. Na volta, aproximadamente às 17 horas, ao passar por determinado ponto, próximo a rodoviária, avistei alguns amigos que iriam para Uruçuca e pedi ao motorista parar, para dar-lhes uma carona. Quando todos estavam dentro do veículo, apareceu um fiscal da AGERBA, acompanhado de dois policiais, pedindo a documentação pessoal do taxista e do carro, que estava em fase de transferência e recebimento de documento novo, conforme autorização apresentada com carimbo e assinatura de representante do DETRAN. Foi apresentado também o alvará, emitido pela prefeitura municipal de Uruçuca, autorizando o veículo rodar como táxi, que inclusive já estava com a placa vermelha.
O preposto da AGERBA, simplesmente, apreendeu o veículo e como por encanto apareceu, em dois minutos, um caminhão guincho e levou o táxi para o pátio do DETRAN.
As arbitrariedades e prepotência que a AGERBA vem praticando em toda Bahia é de estarrecer. Há poucos meses, houve um pronunciamento de um deputado na Assembléia Legislativa criticando a atuação daquele órgão.
Pela forma ríspida da abordagem, acredito que alguém esteja ganhando alguma coisa, com guincho e diárias no pátio do DETRAN. É necessário que essa narrativa seja levada ao conhecimento público para tentar coibir a prepotência dos fiscais da AGERBA.
Um cidadão, pai de família, que trabalha honestamente é impedido de levar comida para sua casa, por alguém que quer mostrar serviço ou locupletar-se em um cargo público.
Heraldo Santana
Uruçuca (BA)
ESPAÇO ABERTO PARA A DIREÇÃO DA AGÊNCIA – QUERENDO – SE MANIFESTAR.
ATO DE SOLIDARIEDADE – DOAÇÃO DE SANGUE
Atenciosamente,
Heckel Januário em: UMAS E OUTRAS INUSITADAS DA CIDADE (XIX)
(NOTAS DE BELMONTE – ‘BEBEL’ PARA OS MAIS CHEGADOS)
Nos dois primeiros decênios do século XX uma rixa das mais violentas, entre duas facções políticas chamadas de Marimbondos e Morcegos, dominava Bebel.
Expõe o fato o tópico explicativo “Iararana ou o Modernismo visto do Quintal _ Um roteiro de leitura” do crítico literário José Paulo Paes sobre Iararana, poema narrativo de Sosígenes Costa. Tal excerto encontra-se nas páginas 419/420 e 422 de Poesia Completa, livro lançado em 2001 pela Prefeitura de Ilhéus, em homenagem ao centenário do referido poeta. Sim, Sosígenes simpatizava com os Marimbondos.
De Emilio Suzart, um amigo da beira itapebiense do Jequitinhonha, um recente e-mail, como a cutucar o prosseguimento destas “Notas…”, relata –fruto de pesquisa– que tal disputa política refletia fortemente nas filarmônicas da cidade: Lyra Popular, adeptos dos Morcegos; 15 de Setembro, dos Marimbondos.
NUNCA ESTEVE PIOR
Falo do deprimente estado em que se encontra a via que liga a Barreira ao Santo Antônio de Pádua e contorna aquela praça abandonada pelo poder público municipal. Um transtorno na vida dos que precisam chegar ou sair também do Colégio CAIC, Faelba e Urbis, no bairro Hernani Sá. Completamente intransitável para pedestres e veículos (ruas da Faelba em situação semelhante), deixa de mãos e pés atados moradores e visitantes.Esse acesso da Barreira ao Santo Antônio de Pádua sempre foi exemplo do desinteresse e descaso de sucessivas gestões municipais de Ilhéus. Entra gestor, sai gestor e nada se faz de permanente para livrar das crateras, da lama, da poeira e do martírio os munícipes que necessitam ali transitar. A história do local não me deixa mentir e, confesso, nunca vi condição tão deplorável como a atual.
Casa de ferreiro espeto de pau (carro da prefeitura)
Faelba
Na lama como porcos.
Praça da vergonha.
Uma barreira para a Barreira
EDUARDO KRUSCHEWSKY / COLUNA POUCAS & BOAS
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Luiz Castro em: DECOLORES
O Tribunal de Justiça recebeu o seguinte requerimento:
Esmeraldas, 5 de março de 2006.
Eu, Maria José Pau, gostaria de saber da possibilidade de se abolir o sobrenome Pau de meu nome, já que a presença do Pau me tem deixado embaraçada em várias situações. Desde já antecipo agradecimento e peço deferimento.
Maria José Pau. Em resposta, o Tribunal lhe enviou a seguinte mensagem padrão:
Cara Senhora Pau, Sobre sua solicitação de remoção do Pau, gostaríamos de lhe dizer que a nova legislação permite a retirada do seu Pau, mas o processo é complicado. Se o Pau tiver sido adquirido após o casamento, a retirada é mais fácil, pois, afinal de contas, ninguém é obrigado a usar o Pau do marido se não quiser. Se o Pau for de seu pai, se torna mais difícil, pois o Pau a que nos referimos é de família e vem sendo usado por várias gerações. Se a senhora tiver irmãos ou irmãs, a retirada do Pau a tornaria diferente do resto da família. Cortar o Pau de seu pai pode ser algo que vá chateá-lo . Outro problema, porém, está no fato de seu nome conter apenas nomes próprios, e poderá ficar esquisito caso não haja nada para colocar no lugar do Pau. Isso sem falar que, caso tenha sido adquirido com o casamento, as demais pessoas estranharão muito ao saber que a senhora não possui mais o Pau de seu marido. Uma opção viável seria a troca da ordem dos nomes. Se a senhora colocar o Pau atrás da Maria e na frente do José, o Pau pode ser escondido, porque a senhora poderia assinar o seu nome como Maria P. José. Nossa opinião é a de que esse preconceito contra este nome já acabou há muito tempo e que, já que a senhora já usou o Pau do seu marido por tanto tempo, não custa nada usá-lo um pouco mais. Eu mesmo possuo Pinto, sempre o usei e muito poucas vezes o Pinto me causou embaraços.
Atenciosamente,
Desembargador Armando Pinto
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Colaboração de Luiz Castro
Bacharel Administração de Empresa
EDUARDO KRUSCHEWSKY / COLUNA POUCAS & BOAS
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DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE (ESPECIAL).

1) MEU PINHEIRO, MINHA CASA, MINHA VIDA.
2) DA SÉRIE: ESQUECERAM DE MIM.
3) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.
























































