:: ‘Espaço do Leitor’
Paulo Carmo deixa assessoria parlamentar do Vereador Nerival Nascimento (PCdoB) em Ilhéus
Prezados amigos Ilheenses.
Após 13 anos de trabalho no Sistema COPERCACAU/ITAISA nas funções de Continuo a Chefe de Divisão, e 22 anos de serviços públicos, sendo 04 anos na Prefeitura Municipal de Ilhéus (Assistente Administrativo) e 18 anos na Câmara de Vereadores de Ilhéus, assessorando os Vereadores (Zé Fernandes, Caranha e Zé Neguinho), venho a publico informar que após um amplo e bom diálogo com o Vereador NERIVAL NASCIMENTO (PCdoB), a partir desta data, AFASTAR-ME do Cargo de Assessor Parlamentar do seu Gabinete, por questões de ordem particular, deixando assim, aos funcionários da Casa Legislativa e colegas de trabalho, os meus sinceros agradecimentos, pela atenção que sempre me foram dispensadas ao longo destes anos, onde me afasto honrado, e consciente do meu dever cumprido.
Colaborador desta Egrégia casa do povo, sempre cumpri minhas obrigações como assessor, de forma ética e transparente, lutando e criando proposições importantes. Mantive em todo esse período uma relação amistosa e de respeito não apenas com os assessorados, mas, com todos os parlamentares, colaboradores e servidores da casa.
Vivi todos os momentos importantes da Câmara de vereadores de Ilhéus nas últimas duas décadas, e dentro das minhas atribuições sei que contribuí de forma positiva para aqueles quer assessorei e, principalmente na qualidade dos serviços legislativo. MUITO OBRIGADO e sintam-se todos Abraçados,
Ilhéus, 29 de outubro de 2014.
Atenciosamente,
Paulo Carmo.
POPOFF / NO PALCO DA SÍNTESE
NO PALCO DA SÍNTESE
APRESENTAMOS – DEPOSITÁRIO
ESTRELANDO – ANTONIO LINO

POPOFF
ARGILEU BORGES DE OLIVEIRA – MISSA DE 1 ANO
PLANETA ÁGUA EM PÂNICO
por JUVENTINO RIBEIRO – 29 out 2014
Há várias décadas tenho ouvido advertências sobre a diminuição de água potável no mundo e que antes do ano 2050 haveria guerras por causa de sua escassez. Parece que tais previsões estão em vias de se confirmar. A ocorrência dos fatos são os indícios dessa pavorosa profecia.
Embora o Brasil seja detentor de fartos recursos hídricos, tanto na superfície de seu solo, quanto nos aquíferos, o mau uso da água e a falta de política preventiva de escassez e de distribuição têm levado populações ao desespero.
Recentemente recebi convite de um amigo para passar algum tempo em São Paulo e logo me apossei de certo pânico, ao me lembrar do desconforto por que têm passado os paulistanos e grande parte dos paulistas do interior, provocado pela escassez de água, esse precioso e indispensável líquido, de cuja importância só nos apercebemos quando nos falta.
Muita água, pouca água, falta d´água, seca, estiagem: este tem sido o assunto massificado pela mídia há algum tempo. Na minha infância e juventude convivi e me acostumei com as agruras de longas estiagens na Região Norte de Minas, quando aprendi a dar o merecido valor a água. Esse assunto nunca havia me apavorado, mas o sábio tempo me leva sempre ao questionamento sobre assuntos que afligem a coletividade.
Às vezes, sob uma refrescante e demorada ducha, transporto-me àqueles tempos e imediatamente interrompo esse momento de prazer com certo remorso, por dispender, em um só banho, quantidade de água suficiente para mais de dez banhos daquela época. Meu grande alento eram os banhos nos riachos, quando caudalosos em raras temporadas chuvosas.
Tenho me monitorado constantemente e acho que é fácil para cada ser humano se engajar em projeto que envolva desde o bom uso doméstico da água a uma constante busca de alternativa para seu reaproveitamento.
Conclame a todos os familiares e colaboradores domésticos a se engajarem, doutrinando-os para que cada um cumpra sua parte. Isso é apenas uma pequena e factível contribuição para inserção num processo de responsabilidade social, benéfico não só ao homem, mas a todos os demais seres vivos do planeta.
Minha burrice, negritude nordestina.
Tenho lido muitas coisas, tenho visto muito ódio, tenho sentido muita tristeza na minha burrice ao perceber até onde o ser humano pode chegar. Apesar disso tudo peço perdão às pessoas que gosto e amo, e àquelas que nem conheço, que se manifestam de uma maneira que me surpreende, porque as enxergo como pessoas de grandes valores e verdadeiros sentimentos, (as que conheço) e com as quais tive a ousadia de conviver com toda a minha burrice. Na minha existência de negra, pobre, nordestina, e nos meus 64 anos de idade, tenho a surpresa de me ver ser chamada de burra, que não sei fazer escolhas. A minha trajetória de vida, os ensinamentos de meu pai NEGRO e de minha MÃE branca, ambos pobres e nordestinos, é que para me respeitar eu deveria respeitar as pessoas, que deveria ter a minha individualidade para SER, e que aprendesse a pensar pela minha própria cabeça, e que pensar diferente significava não participar da unanimidade burra. Desculpem, um lapso.
Perdoem-me queridos amigos, por na minha burrice continuar amando vocês, porque para mim, vocês são importantes como pessoas que respeito, considero, admiro, respeitando suas escolhas, mas talvez isso aconteça, porque sou burra, pois se fosse inteligente, talvez estivesse destilando ódio, preconceitos. Obrigado Deus pela minha burrice em respeitar, amar, admirar e agradecer. Obrigado Deus pela minha burrice me conduzir a uma vida digna, sendo nordestina, sendo pessoa, que apesar de pensar, é burra.
Por favor, respeitem a minha burrice, porque, com certeza, nunca menosprezarei a inteligência e escolha de ninguém.
Socorro Pastor, negra, pobre, burra e nordestina com muito orgulho, sim senhor.
AS CALÇADAS DE ILHÉUS
Fala-se muito em acessibilidade e em segurança dos pedestres, e em Ilhéus logo vem à tona a baixíssima qualidade e a péssima conservação das nossas calçadas. As fotos são da zona central da nossa cidade e mostram o triste estado em que algumas delas se encontram; isto onde elas existem, pois em alguns lugares, principalmente nos bairros periféricos, calçadas, em muitos casos, inexistem.
Se pessoas sem qualquer dificuldade de locomoção sofrem nestas calçadas, fico imaginando o que passam os idosos, cegos e etc.
Daí emerge uma interrogação. De quem é a responsabilidade pela execução e manutenção das calçadas? Do município, ou dos proprietários dos imóveis?
Seja de quem for a responsabilidade, e aí os nossos juristas devem se pronunciar, é imperioso que algo seja feito e com muita urgência.
Se é do município, que os nossos gestores, dentro do planejamento municipal e de acordo com as nossas disponibilidades financeiras, façam um Plano de Recuperação de Calçadas, até pensando no estabelecimento de uma padronização, e coloquem imediatamente em prática. Se a responsabilidade é dos munícipes, que a Prefeitura, a princípio faça um chamamento para que as calçadas sejam reformadas, e caso esta medida não provoque os efeitos desejados, que medidas punitivas e judiciais cabíveis sejam tomadas.
As nossas calçadas, dentro do possível, devem embelezar a nossa cidade e principalmente garantir o direito de ir e vir, com segurança, à nossa população e aos nossos visitantes.
Carlos Mascarenhas
A hora é esta!
CONSELHOS POLITICAMENTE INCORRETOS PARA OS JOVENS
Jovens, ouçam o que diz a voz de quem já não tem mais a sua idade, senão em vontade e espírito, e reflitam sobre estas palavras, que se não são sábias, são ditas com todo o coração ainda bem pulsante:
Vão a todas as festas que puderem, sem perder nenhuma. A juventude é passageira e de nada adiantará estar rico aos cinquenta anos se já não tens mais o rosto nem o viço dos vinte. O dinheiro não trará de volta os verdes anos da tua mocidade.
Mas vão para as baladas após o cumprimento de seu dever de estudar ou, se já trabalhas, após o expediente, depois de bem cumprir as tarefas da escola, da universidade ou na empresa, sabendo que desfrutarás de um justo e cabível lazer, e não de um momento de irresponsabilidade ou negligência para com tuas obrigações.
Se você for maior e quiser beber, beba! Se você não beber aos 20, beberá quando, aos 80 anos? Mas não se esqueça de que o limite do uso é o bom uso, e de que todo o excesso cobrará caro o seu preço, muitas vezes na própria festa e na mesma noite em que você passar dos limites. Lembre-se do que diz Silvio Santos em um programa de TV: “É por sua conta e risco!”
Se encontrar alguém interessante, chama, aproxime-se e, se possível, namora! Se não namorar agora, que és jovem e solteiro(a), namorarás quando? Depois de casado, cometendo adultério? Entretanto, se ligue no fato de que há de se respeitar sempre o limite colocado pelo outro(a); e de que cada ato têm suas consequências, que em um descuido podem nos alcançar em forma de DST ou gravidez indesejada, transtornando radicalmente não só a tua própria vida, mas a de muitas outras pessoas que nada tem haver com seus problemas.
NORDESTINIDADE
NÃO ME CHAMEM DE NORDESTINO, MAS DE ALAGOANO.
Calma, gente; vou explicar.
Nunca vi alguém chamar quem nasce no RS de SULISTA, mas de GAÚCHO. E NO RJ, SUDESTINO, porém CARIOCA. Não é verdade?
Acontece que o termo NORDESTINO foi alcunhado pelos do SUL/SUDESTE, sem alusão geográfica, mas para definir os pobres com baixa instrução e modos primitivos que vieram ganhar a vida afugentados pelas secas inclementes. Era como fosse uma casta de desvalidos e que discrepavam com a população local mais aculturada, digamos assim, significando certa discriminação àqueles infortunados da sorte.
E até hoje, a palavra NORDESTINO ainda crava essa visão, colocando-nos como de nível aquém deles. A onda de xingamos pós-eleição atesta esse ranço.
Assim, com base no raciocínio exposto, vou exigir que me chamem de ALAGOANO.
Saudações,
Luiz Ferreira
SOBREVIVENDO ÀS ELEIÇÕES
O poder sempre foi objeto de disputa entre os seres humanos, desde os mais remotos agrupamentos humanos nômades, que viviam da caça e da coleta de frutos e raízes; desde as primeiras comunidades agrícolas recém sedentarizadas.
Naquela época o poder era disputado para garantir o acesso a coisas hoje inimagináveis, como o direito de escolher a melhor parte do animal abatido e de comer primeiro; ou de armazenar, em nome dos deuses, o pouco de excedente agrícola eventualmente produzido, sob o pretexto de usá-lo em um momento de fome coletiva, que sempre viria.
Entretanto, fosse para possuir mulheres ou para vestir uma roupa tida como melhor, o fato é que a disputa pelo poder sempre existiu, e sempre foi feita com brutalidade, injustiças, violências, guerras e mortes, muitas mortes.
É exatamente por isso que, quando em uma determinada polis (cidade-estado) grega, bem antes de Cristo, os cidadãos concordaram em escolher o novo ocupante do poder mediante uma manifestação da vontade individual de cada cidadão daquela comunidade, expressa por meio de um voto, posteriormente contabilizado para que se entregasse o exercício do poder, consensualmente, ao candidato que tivesse mais votos, isto foi uma verdadeira revolução!
Luiz Castro em: DECOLORES
TUDO PASSA
Tive o privilégio de ser amigo, compadre e irmão em Cristo do saudoso Luiz Carlos Malaguti, que faleceu precocemente deixando um legado de amizade, lealdade e espiritualidade. Após a sua conversão ao cristianismo através do Movimento de Cursilhos de Cristandade, ele deixou escrito uma mensagem que servira para sempre de uma profunda reflexão:
“A nossa vida é apenas uma passagem efêmera no tempo e no espaço.
Não somos donos de nada, tudo pertence a criação de Deus, à natureza.
Estamos aqui só de passagem. O aqui e agora é apenas uma pousada. Para que nos preocuparmos com o que passou e com o que virá? Quão grande importância damos às coisas pequenas e que nada representa pra gente. Por que nos aborrecemos com as futilidades da vida, com as coisas que não dão certo? Por que nos preocuparmos tanto com aquilo que não conseguimos obter? Por que as frustações, os complexos? Por que não assumimos uma atitude de relativa indiferença diante das coisas passageiras e perecíveis?
Por que nos aborrecemos com isso ou aquilo que não deu certo? Por que, por que de tudo isso?”
O poeta cantor e compositor Lulu Santos em sua música Como uma onda diz: “Nada de que foi será/ De novo do jeito que já foi um dia/ Tudo passa/ Tudo sempre passará”.
A propósito do tema apresentamos a historia abaixo:
Valeu, Idário!
Semana complicada aqui. O troço deu calundu e fechou meio mundo de programas com uma trava em cima da outra.
O cara é cheio de atividades no seu trabalho, tem uma ruma de responsabilidades nas costas e quando eu fico ‘aguniado’ ele arruma um tempinho e vem me acudir.
É um cara legal, solidário e bom amigo.
Agora só está faltando eu aprender a mexer nessas coisas de primeiro mundo kkkkkkkkkkkkkkkkk
Valeu, amigo Idário Bonfim.
Grande abraço, SUCESSO e fique com DEUS (Sempre!).
Rabat (sempre agradecido)
Para não passar em branco
Caro Leitor,
Desde a criação do R2CPRESS a gente passa ao largo de campanhas. É bem verdade que algumas vezes a gente deixa passar alguma coisa por estar dentro de textos de colaboradores. A gente não entra em debates, não lança (mesmo se for pago) santinhos, mensagens etc.
Você deve ser um militante novo, cheio de gás mas que usa de certa agressividade nas suas colocações. Não sei qual foi ou é seu espelho. Esse caminho não vai te levar para trilhas seguras.
Propositadamente não vou dizer quem é essa figura do vídeo. Posso te dizer que ele tem larga experiência nesse contexto principalmente por “conhecer” os atores tão aplaudido por você, leitor (?).
Tenho certeza que você dirá que o cara está completamente errado ou que ele é “daszelite”… rs
Querendo para, pelo menos, avaliar o currículo eu te digo rsrsrsrs
—
O Brasil está em estado terminal, tornando-se um tipo de Venezuela. E você, cego, permitirá?























































