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:: ‘Espaço do Leitor’

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE – ESPECIAL


1) RELEMBRANDO A MORTE DE UM GRANDE HOMEM 60 ANOS DEPOIS.
2) DIA DE FINADOS: VISITANDO OS CEMITÉRIOS DE JUAZEIRO DO NORTE (1).
3) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.

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OBRIGADO, BOMBEIROS!

Prezado Jornalista Roberto Rabat Chame, pedimos que  que o Sr. Faça essa pequena homenagem a esses guerreiros que estão sempre em alerta para nossa sociedade.
Muita Saúde, Paz e proteção Divina para você e família grande amigo.

BOMBEIROS_ BY ROMILSON.

BOMBEIROS_ BY ROMILSON.

Em nome dos moradores da Rua Maria Amélia Pacheco Soub e em nome da Associação de Moradores do Alto Boa Vista (Pacheco), na pessoa do Sr. Napoleão Carilo e sua equipe, aproveitamos desse espaço democrático para parabenizar a BRIOSA CORPORAÇÃO QUE É O CORPO DE BOMBEIROS DA CIDADE DE ILHÉUS, na pessoa do seu Comandante, muito bem representado pelo CB. RODRIGUES e pelo SD. SILVIO, bem como ao Bombeiro Tadeu, que prestaram total apoio a uma verdadeira FORÇA TAREFA, composta pelos mesmos conjuntamente com a COELBA e prepostos da Prefeitura para nos livrar de um problema que ameaçava a vida de todos que por aqui trafegavam.  Após muitas tentativas para solucionar tal problema, presenciamos a chegada do Corpo de Bombeiros, os quais tão logo chegaram, entraram em contato com a COELBA e prepostos da Prefeitura Municipal via celular e todos compareceram para nos livrar dessa ameaça que tanto nos causava pânico. Precisamos valorizar esses guerreiros que abraçaram tais profissões, todos eles, e que colocaram literalmente suas vidas em risco para manter nossas vidas longe de riscos.
Mais uma vez, nosso MUITO OBRIGADO a todos vocês. Acreditem, uma possível desgraça foi evitada com a ação de todos.
FELICIDADES E MUITA PROTEÇÃO DIVINA PARA TODOS VOCÊS.

Romilson

JEITINHO BRASILEIRO

Todos nós já reparamos, em propagandas de medicamentos na TV, aquela tradicional frase que aparece no final e é dita por um locutor:

“SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO”. E tem também aquela outra: “ESTE MEDICAMENTO É CONTRA INDICADO EM CASO DE SUSPEITA DE DENGUE”. Na verdade, são advertências obrigatórias por Lei. 
No Brasil, parece que as palavras “Lei” e “obrigatório” são coisas sempre abomináveis, perversas, ruins ou desnecessárias, cujo cumprimento tem que ser desvirtuado, burlado ou coisa parecida. É daí que surge uma vertente do famoso “jeitinho brasileiro”.
As frases devem ser faladas e estampadas na tela, mas a Lei não especifica a velocidade da fala. Foi a brecha para os laboratórios anunciantes e respectivas agências publicitárias ganharem alguns segundos, que seriam economizados na conta do caríssimo tempo de exibição do comercial televisivo.
Chega a ser engraçada a velocidade, mas, em muitos casos, nossos ouvidos e cérebros não conseguem acompanhar; de tão rápido, em algumas locuções as palavras ficam totalmente ininteligíveis. Os órgãos reguladores nada fazem – nem mesmo tentam mudar o teor da lei – para coibir a esperteza (ou malandragem, como queira).
Um dia, pensei com meus botões: e se baixassem uma nova lei obrigando que todo o anúncio fosse na mesma velocidade “the flash” que hoje é praticada só no trecho final obrigatório? É, ia ser um desespero.
Seguimos, então, com o jeitinho brasileiro escancarado nas propagandas de remédios da TV. 

Nilson Pessoa

A LETRA “P”

Apenas a língua portuguesa nos permite escrever isso…

> Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas,
> paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos.
> Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.
>
> Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para
> Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém,
> pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém
> posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém
> personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para
> Papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris.
> Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los.

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Tudo é uma questão de confiança

Vez por outra é importante cuidar dos caminhos. Quando ‘vacilamos’ os adversários carregam nas encruzas e aí “dizanda” tudo. Gente maldosa que não quer ver ninguém bem carrega nos ebós e a gente termina dançando. Isso no lado pessoal e profissional.

Nós temos a tranquilidade de estarmos perto de uma das mais preparadas mães de santo que existe neste chão baiano. É aqui, bem em frente, que os contatos são mantidos para assuntos de abrir os caminhos. Nossa querida e amada MÃE DE SANTO quando não está no terreiro trabalha na sua gostosa profissão de “motobói”. Por ser muito requisitada não é toda hora que ela está no ponto e é aí que entre o comissionado/terceirizado PEDRÃO da KENUI. O nosso glorioso Pedrão anota os recados e a depender da necessidade/urgência ele já entrega a lista de material para o EBÓ que a Mãe de Santo vai arriar.

Esta semana foi braba aqui no nosso QG, mas a GATÍSSIMA Mãe de Santo cuidou de tudo e agora, GRAÇAS A ELA, é só alegria.

Mãe Capenga da Rua da Linha em ação.

Mãe Capenga da Rua da Linha em ação.

Vou agradecer a essa GATONA  mãe de santo, de batom PECAMINOSO e olhar sedutor com um GRANDE ABRAÇO.

Axé, Mãe Capenga da rua da Linha!!!!!.

Alfredo Amorim da Silveira em: “10TAQUES”

Antônio Lino Pereira Campos

Antônio Lino Pereira Campos

Nasceu no vilarejo de Paços Ferreira, Distrito do Porto, em Portugal, em 7 de novembro de 1922,  filho de Amandio Pereira Campos e de Maria Joaquina da Costa Lino, era o segundo dos seis filhos do casal: Aidê, Joaquim, Francisco, Fernando e Celeste.

Em 1936 com quatorze anos de idade, a convite do seu tio Joaquim da Costa Lino, que morava aqui em Ilhéus, veio sozinho para o Brasil.

Trabalhou na exportadora de cacau Correia Ribeiro & Cia. Ltda. de 1936 a 1948. Em 13 junho de 1948 comprou a joalheria “A Jóia de Ilhéus” onde trabalhou no comércio por 67 anos.

Foi Presidente do Rotary Clube de Ilhéus, em outubro de 1948 tornou-se membro da Associação Comercial de onde foi Presidente de 1981/83, foi um dos fundadores da CDL de Ilhéus e um dos seus Presidentes de 1976/77.

Em outubro de 1978 recebeu o grau 32 como Maçom da Loja Regeneração Sul Baiano.

Em novembro de 1994 a Câmara de Vereadores de Ilhéus o  homenageou com o título de cidadão ilheense.

Era cacauicultor, tinha fazendas em Itacaré, Fazenda Rio Capitão e em Ilhéus na estrada de Uruçuca, Fazenda Estoril, onde morava.

Em 1954 foi nomeado Vice Cônsul de Portugal em Ilhéus, cargo que ocupou por mais de cinqüenta anos. Era apaixonado por sua terra natal, ”Portugal”, de onde recebeu a medalha de Comendador da República.

Casou-se pela primeira vez com Gildete Ferreira Campos em 1946 com quem teve quatro filhos: Antônio Marcos, José Augusto, Luis Cláudio e Carlos Henrique. Em 2011 ficou viúvo de Gildete. Em 2012 casou-se pela segunda vez com Ana Costa Lino Mattos.

Faleceu em 24 de outubro de 2014 de parada cardíaca no Hospital São José, seu corpo foi sepultado no cemitério de Nossa Senhora da Vitória.

NINGUÉM É DEUS

FOTO ARTIGOS JULIO GOMESRepercutiu amplamente em todo o Brasil o caso ocorrido no Rio de Janeiro, no qual uma agente de trânsito, durante uma blitz, abordou um juiz de direito que dirigia um veículo sem placa, sem documentos e sem portar habilitação, apreendendo o veículo.

Este fato deu origem a um processo judicial em que o Juiz pleiteou indenização por danos morais porque, em determinado momento do diálogo entre ele e a agente, esta afirmou que o condutor do veículo era “juiz, mas não Deus”, o que motivou a condenação da agente ao pagamento de R$ 5.000,00 a título de danos morais.

A atitude do juiz acima citado, infelizmente, não é um caso isolado, mas expressa o pensamento de parte significativa da população que, iludida com seus bens e seu status, ou sem compreender as questões ligadas ao mundo espiritual, acaba por negar o que há de fundamental: Que Deus é Deus, e tudo o mais que existe abaixo Dele está, simplesmente, abaixo Dele.

Durante a maior parte da história da humanidade Deus esteve no cotidiano da vida das pessoas. Não tínhamos antibióticos, nem anti-inflamatórios, nem remédios algum contra a maioria das doenças, e recorríamos a Deus para que nos curasse. Vivíamos na natureza, pedindo a Deus que nos livrasse das feras. Plantávamos ou saíamos para caçar, mas se a natureza se mostrasse adversa não colheríamos nem obteríamos alimento, conhecendo a fome. Tínhamos medo até de “golpe de ar”, que era como os mais velhos denominavam certos tipos de mal estar súbitos que, muitas vezes, ceifavam vidas. E quando nossos amados filhos pereciam ainda na infância – o que ocorria muito, muito frequentemente – dizíamos que se tornaram “anjinhos”, entregando-os a Deus.

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INVASÃO NA AVENIDA AURÉLIO LINHARES

Pela quarta ou quinta vez, através do site R2CPRESS, venho procurando alertar as nossas autoridades, notadamente o poder público municipal, sobre a invasão que está avançando ali na Avenida Almirante Aurélio Linhares, ao lado da Cesta do Povo.

Muitos podem alegar que se trata de famílias carentes e que não têm onde morar.

Se realmente trata-se dessa situação, que a prefeitura reserve vagas no programa Minha Casa, Minha Vida, para abrigar essas famílias.

O questionamento se prende ao fato daquela área está no centro da cidade, onde se vislumbra novos projetos de complementação da Avenida 2 de Julho, como é o caso do Porto das Artes, e a prefeitura permitir que uma nova invasão surja na cidade.

Seria de bom alvitre que a Secretaria do Meio Ambiente analisasse o problema e definisse uma nova postura para aquela área.

Como exemplo, temos a invasão da Rua dos Mosquitos, que já tem vários anos e até hoje ninguém tomou uma atitude sobre o assunto.

A invasão da Avenida Almirante Aurélio Linhares, já dispõe de água e energia, portanto, acreditamos também que a EMBASA e a COELBA, já estão emitindo as respectivas contas de água e luz.

Realmente a nossa sofrida cidade está completamente sem nenhuma fiscalização.

O nosso Código de Postura (1974), mesmo defasado, ainda se constitui numa arma legal para coibir vários abusos existentes nas áreas públicas.

ZÉCARLOS JUNIOR

Luiz Castro em: DECOLORES

 A Galinha Americana

Nhô Tico era um cumpadi meu muito querido. Vou contar um causo muito engraçado com Nhô Tico, Nhá Tuda (muié dele) e um montão de galinha! Foi assim:

NHÔ TICO (gritando do terrreiro) – Nhá Tuda? Vô muda de ramo. Vô criá galinha!

NHÁ TUDA (estranhando) – Uai… nóis já temo criação de galinha! Lá no nosso galinhêro ta apinhocado delas. Tem bem umas 50…

NHÔ TICO (explicando) – Não, Nhá Tuda. O que nóis temo é galinha brasileira. Umas merdica magrela, ponhando uns ovico de nada. Tô falando que vô mudá de ramo pruquê vou criá galinha americana, que é o que ta fazendo o japonês. Eles tão tudo podre de rico. Ocê há de vê só uma coisa.

Nhô Tico diz isso e parte pra cidade, onde vai buscar a única galinha americana que seu dinheiro guardado por muito tempo deu pra comprar.

NHÔ TICO (chegando, carregando debaixo do braço uma galinha gorda e branca, linda como uma pluma) –Óia só, Nhá Tuda! Isso sim é que é galinha. Ocê vai vê agora a nossa produção.

A galinha era deveras bonita. Tinha uma crista enorme e vermelha cor de sangue. Os olhos da dita cuja, podem acreditar, eram verdes. Galinha pra desfilar.

Nhô Tico, depois de mostrar orgulhosamente a galinha pra mulher dele, solta a dita cuja no galinheiro, juntamente com as tais 50 outras galinhas – brasileiras e cada uma mais depauperada que a outra.

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A limpeza vai começar …




Enviado por Marcelo Ribeiro.

UM ABSURDO NA RUA BENTO BERILO

Inúmeras vezes o nosso site R2CPRESS vem divulgando a estúpida existência de um esgoto a céu aberto existente na Rua Bento Berilo. Veja AQUI e AQUI.

Esta situação vergonhosa fica bem em frente a três farmácias – Farmácia Santana, São Jorge, do Trabalhador e pasmem, a duas confeitarias Sabor do Bolo e biscoitos caseiros, e também bem próximo de um restaurante o Ponto Cinco.

Salvo melhor juízo, a VIGILÂNCIA SANITÁRIA, bem que poderia fazer uma visita ao local e adotar urgentes providências junto ao órgão competente, se a EMBASA ou prefeitura.

O que não se pode admitir é o convívio de farmácias e confeitarias funcionando tão próximo de um esgoto que jorra 24 horas.

A fedentina, principalmente agora que o sol está mais intenso, está se tornando um pesadelo para as milhares de pessoas que usam aquela movimentada rua da nossa cidade.

Fica aí o registro e que algum órgão tome as devidas providências para resolver essa esculhambação.

ZÉCARLOS JUNIOR

JORNAL DO RADIALISTA / PAIXÃO DE ILHÉUS: “Uma Câmara inoperante”

PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE ONDE ESTÃO AS 4 SETINHAS (LADO DIREITO).





















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