:: ‘Espaço do Leitor’
O EXEMPLO DA ESCOLA DE SAMBA
Ontem assisti o desfile das Escolas de Samba do Rio de Janeiro. Encantado fiquei com a “Grande Rio” homenageando à cidade de Maricá e a cantora Maysa.
Assim como todos os milhares de espectadores fiquei extasiado com a perfeição do desfile; a bateria, as sambistas, as diferentes “alas” simbolizando algo importante e histórico da cidade fluminense. E os carros alegóricos? Espetaculares especialmente o dos Pianos em círculos rotativos.
Está neste povo brasileiro a alegria de viver este momento, esquecendo os problemas e que são muitos, e gozar este sentimento expressado por 4.000 artistas e foliões.
O Brasil é na verdade o pais do Carnaval e do Futebol. Espetáculos que enfeitam a vida e deixa-a correr nos anos com uma grande esperança e tranquilidade.
Antes de desligar a TV passei a pensar, sem sentimentalismo. Agora, via a Escola de Samba como uma Escola de Administração, especializada e tentando mostrar às autoridades e organizações públicas como se planeja, organiza, estabelece metas e o melhor, REALIZA seus objetivos dentro do prazo estabelecido.
Essa apresentação da Escola de Samba teve seu tempo de preparo, de definições sobre seu enredo, o samba a cantar, as datas ou personagens a homenagear, a arte cênica, o uso de material reciclável, a distribuição dos passistas e sua Rainha, suas fantasias ajustadas à hora do desfile, a tecnologia e suas inovações nos carros alegóricos e muitos outros detalhes importantes. Ao lado de todos esses afazeres ainda existia os momentos de encontro para o consenso entre os homens da “velha guarda” e os inovadores, na busca de recursos financeiros e as escolhas dos líderes para cada aspecto a ser desenvolvido na organização. Importante era a manutenção de um espirito carnavalesco e da própria Escola com alegria e entusiasmo, necessários para contagiar todo público durante o desfile.
ILHÉUS / ALA PSIQUIÁTRICA DO HOSPITAL REGIONAL
Prezado Jornalista,
As referências que eu tive do senhor foi a melhor possível e por isso gostaria que meu nome não aparecesse.
Tenho um familiar que precisa de acompanhamento psiquiátrico e isso é no hospital regional de Ilhéus. Sou uma das aproximadamento 40 pessoas atendidas por dia na ala psiquiátrica. Tive a curiosidade de contar porque sou uma das que mais precisa daquele hospital.
Tomamos conhecimento que a ala será fechada. Isso nos deixou apreensivas. Não poderemos ficar sem esse atendimento, mas precisamos também de digniadade no nosso atendimento.
Fotografei a sala que o médico atende os pacientes com problemas mentais na esperança de que tanto a diretoria quanto o governador com seu secretario de saúde faça alguma coisa por esse hospital. Está tudo muito ruim, fechando acessos, ambiente fétido, as paredes mofadas e juntando tudo isso não temos paz para cuidar dos nossos entes queridos.
Veja a situação que vivemos e na próxima encaminharei fotos dos locais que ficamos.
Não coloque o meu nome e se precisar de mais informações ligue pra mim nesse número que está logo abaixo.
Nossa esperança é que melhore e que não feche a ala psiquiátrica do Hospital Regional Luis Viana Filho.
Graça e Paz!
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(Conforme solicitado)
ESPAÇO ABERTO PARA A DIREÇÃO DO HOSPITAL – QUERENDO – SE MANIFESTAR.
AVISO AOS NAVEGANTES …
… e também aos de terra.
Vocês se lembram da Rua do Mosquito? Sabem como se deu o início? Não? Então vamos lá.
O seu início foi a montagem de um pequeno barracão, forrado de papelão, algumas estacas e forro de lona plástica.
Com o passar dos anos, hoje se transformou na famosa e tradicional Rua do Mosquito, ali mesmo bem pertinho da rodoviária.
Os barracos possuem energia, parabólicas, não sei se existe o fornecimento de água potável, o esgoto é direcionado para o manguezal etem em funcionamento oficinas, bares e muita gente morando.
Falou-se num tal conjunto habitacional para transferir o pessoal desta rua e até hoje nada. O conjunto está praticamente pronto e ninguém podendo habitar.
PSICOMUNDO <> (III) O SILÊNCIO DA CONSCIÊNCIA HUMANA PEDE RESPEITO AOS HOMENS PÚBLICOS <>
Existe no Brasil uma turma de indivíduos que compõem a classe dos políticos, e supostamente imaginam que administrar um País, vale rejeitar a inteligências dos que os elegem eliminando as atribuições do respeito ao direito dos cidadãos. Não imaginam que as populações são formadas por comunidades, e também podem transformar inesperadamente os seus anseios, principalmente se algo estiver lhe trazendo algum desconforto. Os designados representantes do povo, precisam entender que são obrigados a tratar os seus munícipes com demonstrações de transparências nas suas atitudes. No mínimo, respeitar a si próprio, evidenciado pela razão da demonstração de honestidade com quem depositou o seu voto de confiança nas urnas eleitorais! Aos eleitores que trocaram seus votos por dinheiro ou favores, Deus tenha piedade deles que se deixaram ser enganado por políticos transviados em fariseus espalhados pelo mundo atualmente politicamente mal administrado!
Tem políticos que fazem dessas atribuições os seus caminhos cheios de apanágios de buscas de suas novas conquistas políticas, e para muitos o importante é não perder a pose e a figura de destaque na sociedade. Trata-se de um modelo de angariar simpatia afirmando que estão ao lado da população para solucionar as suas dificuldades. Falam de longe com suas vítimas que os elegem nas urnas. Fantasiam seus acenos pelas ruas ou quaisquer comunidades, esmerados no aparente desejo que tudo está positivo e os dedos das mãos sinalizando as suas vitórias; não existe quem não conheça essa fantástica postura ou alguém que desconheça esses gestos ridículos e tacanhos? São fenômenos sociais usando as pessoas como se fossem ferramentas de escavações de tuneis para chegar aos seus ardentes objetivos, como se estivessem ansiosas para alcançar as suas imaginárias ou desconhecidas minas de ouro, e sempre motivados pelas suas mesquinhas e macabras manobras.
ILHÉUS / E o guincho está legal?
Senhor Rabat
Boa Noite
Tenho visto a velocidade como o pessoal dos guinchos trabalha. Deduzi que seria para não atrapalhar o trânsito. Depois descobri que é para não dar tempo do proprietário do veículo chegar e impossibilitar a ‘levada’ o que impossibilitaria a cobrança do deslocamento. Por tudo que se tem visto na cidade isso é o de menor importância já que a fábrica tem que rodar.
Levantei a placa de um desses guinchos que servem a prefeitura e veja o que achei………….

Fica o registro e espero ver esse meu trabalho publicado no seu jornal.
Atenciosamente
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(Preservado conforme solicitado).
ESPAÇO ABERTO PARA EXPLICAÇÕES, JUSTIFICATIVAS E AFINS.
“Quando a luz dos olhos meus …”
O problema foi a calcinha…
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Enviado por Marcelo Ribeiro.
Cabana Siri Mole
Rabat, bom dia!
Gostaria de saber se existe alguma secretária competente na Prefeitura de Ilhéus, para coibir a esculhambação que a cabana siri mole vem praticando a muito tempo.
Todos os finais de semana acontece encontros políticos, festas de arromba com o SOM na maior altura (tanto na cabana como som automotivos), sujeiras por toda parte; sem falar no furto de energia onde os mesmo fazem gambiarra do poste.(anexa as fotos)
Os moradores não suportam tais abusos por conta da referida cabana.
Vale salientar a tal cabana está EMBARGADA pela Prefeitura faz mais de um ano, conforme informações da Sema ( Sec. do Meio Ambiente).
Segue algumas fotos tiradas hoje. salientando que a cabana colocou tapumes ha mais de uma semana impedindo o IR e Vir das pessoas.
COLÉGIO VITORIA
Parabenizo ao Colégio Vitoria pela iniciativa de criação de uma unidade na Zona Sul que estará em funcionamento já no próximo ano (2015). Este empreendimento alem de preencher uma lacuna nos bairros da zona sul vai também diminuir o fluxo do transito Zona Sul – Centro – Zona sul.
Esperamos que outros empreendedores sigam este exemplo, tais como, Bancos, Comércio, Escritórios de prestadores de serviço (Coelba, Embasa, Prefeitura e outros).
Palmas para esta iniciativa.
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Jose Alberto Maia
VISITA AO CENTRO DE PESQUISAS DO CACAU
O ex-ceplaqueano que ama e respeita sua instituição (CEPLAC) sempre volta. Quer rever os amigos que ainda estão por lá, ver os campos, as plantações de cacau, os laboratórios e o auditório, para ouvir e aprender.
Local de tantas reuniões técnicas, de discussões, de apresentação de novas ideias, enfim do encontro da geração de cientistas e estudiosos na busca de soluções e orientação para os produtores, em especial do Cacau.
Nesse dia, com o auditório lotado de interessados na tecnologia, uma exposição de uma ex – funcionária a Dra. Elizabeth N. Fernandes agora, profissional da Embrapa no Centro Nacional de Gado Leiteiro – Juiz de Fora, MG. Discorreu brilhantemente sobre as realizações e os resultados das pesquisas feitas e em andamento sobre a produção de Leite e também sobre a qualidade desse importante produto para a população brasileira. Respondeu as inúmeras perguntas dos curiosos e ávidos de conhecimento, inclusive dos alunos da antiga EMARC. Demonstrou a grande estrutura e capacidade técnica e operacional do Centro Nacional de Leite da Embrapa.
Parabéns! Foi uma valiosa contribuição apresentada com técnica e sentimento de uma ex ceplaqueana. Parabéns ao CEPEC pelo convite.
– Depois a oportunidade de conhecer e visitar os laboratórios e a fábrica do Chocolate. Lembrei-me de Mororo, técnico que iniciou com idealismo esses estudos na Ceplac; hoje, como especialista e aposentado assessora uma empresa produtora de chocolate fino. A visita foi orientada pela Professora Neyde Alice Marques Pereira detalhando todos os passos, desde a colheita do cacau até a prova final do chocolate de qualidade. E os estudos não estão apenas nos laboratórios existem projetos de cooperação com empresas, difundindo a nova tecnologia do chocolate.
Assim estão crescendo as Fábricas artesanais e pequenas indústrias desse produto delicioso chamado “Manjar dos Deuses”.
Rua Bento Berilo / Rotina
Todo santo dia a história se repete.

Comerciante abre a loja, pega a vassoura, empurra a água para ela pegar um rumo e nada. Ela retorna e fica, além da fedentina, inviabilizando até um bate papo.
O pagador de impostos já não sabe mais para quem apelar/cobrar. Já fez o pedido, já chamou amigos, já telefonou e nada.
Diante de tal situação a conclusão é mais do que simples:
Se não existe interesse ou competência para cuidar de uma simples situação dessa poderemos esperar GRANDES REALIZAÇÕES na cidade?
Diante desse fato, mesmo a gente ouvindo regularmente, que “Estamos avançandoooooooooooooooooooooooooo” fica difícil acreditar.
Socorro e Fiscalização
A Rua Sete de Setembro e Praça Cairu pede socorro e fiscalização com urgência.
Tem uma loja de móveis e alguns açougues que estão promovendo a maior poluição sonora e neste momento tá a maior zueira.
Ninguém consegue trabalhar nas imediações, ou mesmo, atender um telefone.
É a semana toda isso!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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Maria José




























































