:: ‘Espaço do Leitor’
“Tampouco me descabelar porque esse ou aquele não ganhou”.
SDS,
Luiz Castro em DECOLORES:
O causo do bêbado do cemitério
Zé Preto era um pobre coitado, vivia perambulando de bar em bar, sempre em busca de mais um trago. Bebia de tudo, cerveja, pinga, conhaque, rabo de galo e freqüentava quase todos os bares da cidade. Mas havia um bar especial que ele sempre ia ao anoitecer. Era o bar do Português em frente do cemitério.
Seu Português homem respeitador, tentava em vão aconselhar Zé preto para parar de beber, mas ao contrário, este continuava “dando seus taios”, e quando enchia um copo de pinga, saía na frente do bar e gritava: “Eh! Defuntada, levanta vamo tomá um trago?” E o amigo Português alertava: – “Zé Preto, cuidado, tenha respeito com os mortos”. Zé Preto por sua vez não se importava e saia dizendo que “estava tudo certo”.
Saia do bar tropicando e arriliando uns os estudantes que moravam numa república ali perto.
Vendo aquilo e querendo aprontar uma brincadeira com Zé Preto, os estudantes tiveram a idéia de vestir cada um com um lençol, pedaços de paus, imitando fantasmas para assustar o coitado.
Na noite seguinte deram seqüência ao plano e entraram no cemitério. Quando Zé Preto encheu seu copo de pinga e saiu para chamar a Defuntada para tomar um trago, os estudantes saíram na porta do Cemitério parecendo fantasma e pegaram o coitado que já estava apavorado. Levaram Zé Preto para dentro e munidos de caçete deram uma sova no coitadinho “só pra assustar”.
No dia seguinte Zé Preto voltou ao bar todo arranhado, com esparadrapo na testa machucado por todo lado, e quando pediu um copo de pinga, o amigo lhe disse: – Não falei, que você devia ter mais respeito com os mortos? Você fica falando que está tudo certo, tudo certo, e viu o que aconteceu.
Zé Preto coçou a cabeça e respondeu: – Olha, que tudo está certo isso tá, mas o que não está certo é o deixarem enterrar os mortos com cacete na mão
Colaboração de Luiz Castro
Bacharel Administração de Empresa
O 7 DE SETEMBRO NO REINO DA GABRIELA

O palácio do soberano rei comemorou em alto estilo a data magna da independência do nosso Brasil varonil.
Como sempre o destaque maior foi a presença do nosso rei, desta vez sem a tradicional coroa, acompanhado de seus súditos, secretários e assessores diretos e indiretos e também por alguns fanáticos edis.
Foi sentida a falta da coroa imperial, mas fui informado que o nosso soberano rei só gosta de usar quando em visita às ruas onde está acontecendo o recapeamento asfáltico, que é atualmente o seu sonho de consumo, e nessas oportunidades ele se delicia saindo bem nas fotos.
O rei adora privilegiar o seu ego e a sua vaidade posando para fotos, enquanto as máquinas derramam o asfalto a torto e a direito nas ruas escolhidas a dedo pelo próprio rei, por sinal,desta regalia ele não abre mão e nem espaço.
Outro ponto importante da festa foi a saída do rei do palanque oficial.
Vale ressaltar que estes palanques oficiais precisam de mais segurança, pois o número de pessoas que querem sair bem na foto aumenta a cada dia e a cada ocasião e uma sobrecarga pode provocar o desabamento do equipamento, levando risco para a turma.
Cercado pela sua guarda imperial, os dragões de ilheuzu, foi “ovacionado” e muito “aplaudido” pelo povo, numa manifestação que está se tornando rotineira e que mostra o tanto que o seu povo lhe “adora” e “venera”.
Para agradecer tão caloroso “carinho”, o rei distribuiu beijinhos e acenou para a multidão de fiéis.
Patética cena, pra não dizer ridícula.
Mas tudo isso faz parte do contexto e demonstra o “afeto” que o soberano rei, primeiro e único, tem pela cidade e o seu povo.
“ VOTO NÃO TEM PREÇO, TEM CONSEQUÊNCIA.”
ZÉCARLOS JUNIOR
ENFIM, UMA BOA NOTÍCIA EM MEIO A TANTO LIXO
Foram retomadas as obras da creche escola do Santo Antônio de Pádua/Faelba.
Para quem ainda não sabe, as obras estavam paralisadas há quase dois anos, salvo engano por questões burocráticas envolvendo Governo Federal e Prefeitura, parceiros nesse empreendimento social do PAC. Segundo a placa informativa da construção, o término da obra seria em abril de 2013. Crianças e mães estão perdendo um precioso tempo por conta do grande atraso, fruto da burocracia e sei-lá-mais-o-quê. Não há informação de quando a obra será entregue, pois a placa antga continua no mesmo lugar, ainda informando o prazo de conclusão para abril de 2013.
No mais, é torcer para que novas interrupções não ocorram e o equipamento seja disponibilizado à população o mais breve possível.
A creche é mais um bom motivo para que se tome logo jeito e acabe de vez com a vergonha descabida chamada “Lixão do CAIC”. Pior do que agredir os moradores do entorno e estudantes do colégio com a aberração dum depósito de lixo em plena via pública, será a irresponsabilidade de colocar em risco a saúde das criancinhas da creche, que também fica a poucos passos do dito lixão.
Nilson Pessoa
Desafio dos ‘BRABO’. Alguns “atletas” reconhecidos… rs
RECONHECENDO ALGUÉM, DIGA O NOME rsrsrsrsrsrsrsrsrsrs
ATENÇÃO:
QUANDO VOCÊ FOR DAR UM PITACO NA BELEZA DOS ATLETAS (PARECE QUE FOI ONTEM rsrsrsrsrsrs) identifique a foto.
Exemplo:
Na foto 01: fulano, cicrano …
Na foto 02: xxxxxxxxxxx
Abração e vamos viajar no tempo
—
O maestro José Rabat Chame (irmão mais velho) e Reynaldo Rabat Chame o irmão zap zap mor, mandaram alguns nomes depois de tomarem um susto com essas relíquias que Anaraci tinha guardado no cofre “imexível” rsrsrs
Lá vai:
Foto 01:
O campo é o do seminário e o ano é 1966. O time era o Flamengo de João, seminarista.Em pé da esquerda para a direita:
Napoleão Carilo, Padre Ednilson, Naldinho (Reynaldo Rabat),Xinha (irmão de Algacy), …, …,
Agachados da esquerda para a direita: Tinho (Roberto Rabat)José Rabat, Valério, Adjavan.
O padre Ednilson hoje é o pároco da catedral de Ilhéus.
Tinho aqui vai mais uma escalação para a FOTO 02:
Em pé da esquerda pra direita:
Montival – O outro irmão de Algacy – X – Padre Laudelino – Algacy e Roberto Rabat ( Tinho )
Agachados da esquerda pra direita:
Y – Z – W – O irmão mais novo de Napoleão Carilo – Pulinho.
Padre Laudelino hoje é Pároco da Igreja de Coaraci-Ba.
Tinho mais uma para a FOTO 03:
Em pé da esquerda para a direita:
José Rabat – Cleyton – Reynaldo Rabat – A – B – C – D.
Agachados da esquerda para a direita:
Bigode ( seminarista ) – Marcilio ( irmão de Montival ) – Montival – E – Algacy.
Tinho agora vai a última para a FOTO 04:
Em pé da esquerda pra direita:
O irmão mais novo de Napoleão Carilo – F – Xinha ( irmão de Algacy ) – Napoleão Carilo – Pulinho – Welligton Galinha.
Agachados da esquerda pra direita:
G – Roberto Rabat ( Tinho ) – Alfredinho – Adjavan e o nosso saudoso e querido Abílio Tavares.
Assim você me mata!!!!!
Muita saudade e muita emoção. Tempo bom!!!!
De um abraço forte nessa turma boa.
Welligton Galinha serviu o tiro de guerra comigo.
Adjavan fez o meio campo comigo no time do Adams, liga de Cochó.
Marcilio e Montival são irmãos de Eleuza que foi minha colega de Ginásio e mudaram-se há muito tempo para Salvador.
Todas as fotos foram do ano de 1966 no campo do Seminário de Ilheus nos dias de Domingo.
Observem o tipo e a cor da bola.
Por favor se achar da época do Futebol de Salão por favor publique. Acho que Saldanha tem.
DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE

1) HOMENAGEM AOS 40 ANOS DA CDL DE ILHÉUS (1).
2) HOMENAGEM A UM GRANDE RADIALISTA.
3) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.
PSICOMUNDO <> (V) O SILÊNCIO DA CONSCIÊNCIA HUMANA PEDE RESPEITO AOS HOMENS PÚBLICOS <>
Com olhar acurado e crítico sobre a política brasileira na primeira década do século XXI,se o mundo fosse uma brincadeira de faz-de-conta faríamos de conta que tudo que acontece em toda a nossa Nação Brasileira é sempre à primeira vista bonito! No que se refere aos grandes e controvertidos impasses com algumas situações embaraçosas pela qual é difícil no Brasil e no mundo, criaturas humanas, seguirem direções justas. Comentamos sobre os respeitos que perpetuem as individualidades das pessoas. São caminhos esperados por muita gente dentro da nossa sociedade moral e cívica do nosso país. Fazem parte do respeito sistematicamente nos limites inesperadamente emanados dos desejos de que tudo é bom para determinada classe social. No entanto, pela obrigatoriedade da observação da igualdade humana, seria fundamental que todos nós observássemos se realmente faz parte de assunto que ofereça dentro da Justiça Social para toda a soberana legalidade da honra!
Os brasileiros têm obrigação de analisarem e entenderem as qualidades de entendimentos, morais, culturais, físicos e mentais da sua população. Observando as necessidades de sobrevivências sociais, tomando-se como base de que nem tudo que é bom para determinadas classes de pessoas, pode não ser legal e promissor para as outras. Todos têm que admitir que sempre não possamos deixar ser enganados por aparentes necessidades humanas. Precisamos manter dentro cada sentimento o entendimento de seriedade para apenas não fazer de conta que está tudo bem. E chega um dia onde não encontramos mais saída.
E quantos se aborrecem e vão ficar sentindo que estão perdidos mesmo quando alguns querem fazer de conta que não. Tem assuntos os quais nunca podem conter discussões sem princípios éticos na política no Brasil: Religião, Justiça, Futebol, Sexo e Desigualdades sociais! Nesses momentos as melhores coisas que as pessoas sóbrias e inteligentes devem fazer é beber um pouco de água e deixar a boca ocupada e assim a língua não poderá responder certas perguntas indigestas; quando se tratar de respeitos aos direitos dos cidadãos sérios; aliados às vontades humanas; estão dando prioridades ao PODER e as relações entre a razão e a verdade éticas e morais estão desaparecendo! Os debates políticos que estamos assistindo nas redes de Televisões acerca das eleições no Brasil estão apresentando uma nova realidade dos valores sociais e humanos nos anais da Terra Brasileira.
RELÓGIO DA MENTIRA
Um cidadão morreu e foi para o céu ..
Enquanto estava em frente a São Pedro nos Portões Celestiais , viu uma enorme parede com relógios atrás dele.
Ele perguntou:
– O que são todos aqueles relógios ?
São Pedro respondeu:
– São Relógios da Mentira. Todo mundo na Terra tem um Relógio da Mentira.
Cada vez que você mente os ponteiros se movem mais rápido .
– Oh!! – exclamou o cidadão
– De quem é aquele relógio ali?
– É o de Madre Teresa. Os ponteiros nunca se moveram, indicando que ela nunca mentiu.
– E aquele, é de quem?
– É o de Abraham Lincoln. Os ponteiros só se moveram duas vezes, indicando que ele só mentiu duas vezes em toda a sua vida.
– E o Relógio da Dilma, também está aqui?
– Ah! O da Dilma está na minha sala.
– Ué – espantou-se o cidadão . Por quê ?
E São Pedro, rindo, respondeu:
Estou usando como ventilador.
—
Alfredinho.
ILHÉUS / UMA REFLEXÃO
PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE ONDE ESTÃO AS 4 SETINHAS (LADO DIREITO).
Um Kuarup Tupinakya
Fui ao Banco do Brasil da Paranaguá fazer um depósito para Suzi, lá encontrando um velho conhecido, o taxista E., de quem conhecia a sua história de vida, a mim contada em uma das muitas corridas que fizemos da Cayrú ao Pontal.
Foi na demorada fila de espera ao atendimento que me bateu a ideia de aqui contar esta história, associando a vida do E. ao caso talvez verídico contado por Antônio Callado no seu livro Quarup, de leitura quase obrigatória pelos esquerdistas, “escoceses” ou não, dos anos setenta. Nunca tive o prazer em ler o livro, mas Antônia, colega minha no Instituto do Patrimônio Histórico, sediado no Pelourinho, o leu e ostentava orgulhosamente a sua capa sempre que subia as escadas ao salão de trabalho dos arquitetos e estagiários encarregados dos projetos de restauração daqueles antigos edifícios corroídos pelo tempo.
Foi ela quem me contou a primeira parte da história que aqui relato, relacionando aquela narrada por Callado à do nosso taxista ilheense.
No romance de Callado, talvez baseado em fato real, um pequeno índio de uma aldeia xinguana foi levado à cidade por religiosos de alguma ordem missionária católica, ali estudando e demonstrando possuir um grande talento intelectual. Na adolescência, foi levado a Roma, onde continuou seus estudos, se formando e se pós-graduando em Teologia, com altos louvores. Na maturidade, voltou ao Brasil, justo na época da festa do “Kuarup”, uma das importantes festividades religiosas daqueles índios, baseada na comemoração da criação do mundo por uma certa entidade mítica que, um certo dia, cortou pedaços do tronco da árvore “Kuarup”, as fincando no terreiro da grande praça central de uma taba, prometendo aos índios que estes pedaços de tronco se transformariam em novos seres humanos, desde que todos voltassem às suas ocas, não podendo nenhum casal dar uma durante a noite. Um casal quebrou o compromisso, quebrando-se, então, o encantamento, e os troncos nunca mais se transformaram em homens de verdade…
Luiz Castro em: DECOLORES
Conto: Sete irmãos sábios
Era uma vez um rei que tinha sete filhos, cada um nascido num dia de semana. O rei lhes deu o nome do dia em que nasceram: um se chamava Domingo, outro segunda,outro terça, e assim por diante. Quando cresceram, os sete irmãos quiseram conhecer o mundo. O rei permitiu que partissem, contanto que prometessem jamais brigar uns com os outros.
Depois de caminharem sete dias, os sete irmãos encontraram sete caminhos diferentes. Resolveram então que cada um deles seguiria um caminho e que, um ano depois, se encontrariam no mesmo lugar. Finalmente, quando voltaram a se reunir, o mais jovem perguntou ao mais velho:
– Bom, meu irmão Domingo, o que você encontrou no mundo?
– Uma coisa linda – respondeu ele – um par de óculos!
– Eu também encontrei uma coisa boa – disse segunda -, um violino!
-Eu aprendi um truque – disse Terça -, posso roubar o que quiser de uma pessoa sem que ela perceba.
– Eu encontrei um casaco que tem um bolso mágico onde cabe tudo! – Disse Quarta.
– Eu achei uma varinha de condão – disse Quinta, satisfeito.
– Eu aprendi a atirar com arco e flecha – contou Sexta, animado.
E eles decidiram que agora viajariam juntos.





























































