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:: ‘Espaço do Leitor’

Alfredo Amorim da Silveira

CONTRA FOTOS 10 05 2014

PSICOMUNDO – PAZ PELA COMPREENSÃO – 61ª PARTE

Eduardo Afonso

O mundo passa por diversas modificações e nessas transformações muitas pessoas sofrem com as suas desenfreadas negligências, em virtude de não seguirem pesquisando alternativas que venham a mostrar que devemos mudar de direções quando assediado de equívocos acerca do futuro. Eis o momento de buscar um universo com sóbrias qualidades que faça bem a todos. A vida em sociedade impõe a busca por um Estado ideal, que não se contraponha à liberdade e às garantias individuais e coletivas, que possua funções suficientes para o atendimento das necessidades básicas e do bem comum, com serviços públicos eficientes e universais.

Seria bastante coerente se tudo que representa os ditames da justiça, aquilo que a razão diz que deve ser dentro direito popular não houvesse politicagem, e sim honestidade nas soluções de problemas emanados pelo dever cumprido. Quanta gente procura despojar-se dos seus próprios conhecimentos como ser humano, preferindo travar lutas desiguais no campo do trabalho, achando que assim será libertado dos limites de sua existência, mesmo sabendo que não pode voar nas grandes alturas. A ânsia do ter demasiadamente faz muito mal às pessoas, tornando-as ansiosas. Põem-se às vezes aos exageros de trabalhar para superar os seus dramáticos limites, porém, esquece-se de viver uma vida de dedicação a si própria. O Universo pertence aos que são moderados e prudentes, e foge aos que sem perceber se tornaram avarentos em suas desmedidas conquistas.

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AABB / ILHÉUS

edson arend
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ed_arend@yahoo.com.br

Boa noite, Sou do RS (Sócio e Carteira de frequentador da AABB-RS), estou em Itabuna e pretendo ficar alguns dias na Sede. TERIA HOSPEDAGEM OU CAMPING SÓ P/ UMA PESSOA???..

Enviado do Yahoo Mail no Android

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE

1) CANDIDATO A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA TAMBÉM QUER A REABILITAÇÃO DO PADRE CÍCERO.
2) VISITANDO O MUSEU MÓVEL DO PADRE CÍCERO (2).
3) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.

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DO CAOS ATUAL À GOVERNABILIDADE FUTURA DA ECONOMIA MUNDIAL


PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE ONDE ESTÃO AS 4 SETINHAS (LADO DIREITO).


Fernando Alcoforado

Metáfora do Meio Amargo

Eduardo Pachalski

Chocolate meio amargo é assim, amargo a princípio, mas doce na sua essência,

Desperta uma gula sutil, um desejo quase indisfarçável, que chega sem ser notado e não se despede sem um tanto de cobiça denunciado pelo canto dos olhos,
Quando derrete é impossível não desejar passar a língua, mas é preciso fazê-lo escondido, já que meio amargo é sensualidade, mas também compostura,
Gelado é inflexível, nessas horas, dentadas cuidadosas o quebra em pedaços que dissolvem em prazer instantâneo, preenchendo cada canto, ávido pelo amargo,
Sua embalagem não possui grandes apelos, meio amargo não é para crianças, é perfeito para consumidores exigentes, que enxergam encorpadas sutilezas,
Não possui tantos aditivos artificiais, se atém a qualidades de origem, por isso é forte, intenso nas notas e ingredientes, saudável em todo seu conteúdo,
Não é disponível como os outros, que infestam qualquer prateleira, mais difícil de encontrar,
Por isso lembre de guarda-lo bem, com o devido cuidado,  longe do alcance das crianças que podem devorá-lo rapidamente sem cerimônia, afinal quem não quer descobrir o valor de um meio amargo?

Grande abraço,
Eduardo.

Rolando no face …

celular modo avião


Enviado por Marcelo Ribeiro.

Reflexão

Rabat, bom dia!

Segue para reflexão essas frases. Publique por favor. Obrigado.

“Quando metade da população entende a ideia que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.”
Margaret Thatcher

“De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.”
Rui Barbosa

Augusto

Rolando no face

Vê essa criança?
Ele está prestes a fazer algo tão simples que acaba animando um estádio inteiro.
Tinha tudo para ser mais um dia normal no estádio… até que o pequeno…


Enviado por Marcelo Ribeiro.

OS RATOS, A ARTE E ILHÉUS

RILDO FOGE

RILDO FOGE_PINTURA_RATOS_PONTE

Toda a cidade viu o interessante e criativo painel que foi pintado junto à Ponte Lomanto Junior, na parte que chega a Ilhéus, no muro de pedras da antiga Rua das Oficinas (atual Rua Amélia Nunes), ao pé da ladeira do Plano Inclinado.

Naquele muro branco de cal, alguns artistas locais, capitaneados pelo consagrado grafiteiro Rildo Foge, cujos belíssimos trabalhos ilustram e embelezam os mais diversos pontos de nossa cidade, pintaram uma cena com ratos atados e junto a corações vermelhos, dando vazão à criatividade e variedade de temas com que Rildo nos delicia.

Entretanto, surpreendentemente, o referido painel foi apagado por servidores da prefeitura, que cumprindo ordens superiores sepultaram a arte sob grossa camada de cal, sem dela deixar qualquer vestígio.

É certo que é difícil interpretar o que um artista pretende expressar, as vezes até impossível, quando se trata de obras mais abstratas. Entretanto, é possível saber ao menos o que não interpretar a partir de determinados trabalhos artísticos.

Podemos julgar o trabalho de Rildo bonito ou feio. Surpreendente ou recorrente. Original ou piegas. Mas o fato é que a obra nada tinha de ofensivo a ninguém, pois os ratos podem simbolizar desde nossos próprios sentimentos e atos negativos até um lirismo inusitado, por estarem atados a rubros corações.

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Alfredo Amorim da Silveira

contra foto 06 05 2014

Luiz Castro em: DECOLORES

Não se deixe soterrar

Conta-se que um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar no trabalho de sua fazenda.

Um dia, o capataz lhe trouxe a notícia que um de seus cavalos havia caído num velho poço abandonado.
O buraco era muito fundo e seria difícil tirar o animal de lá. O fazendeiro avaliou a situação e certificou-se de que o cavalo estava vivo. Mas pela dificuldade e o alto custo para retirá-lo do fundo do poço, decidiu que não valia a pena investir no resgate.
Chamou o capataz e ordenou que sacrificasse o animal soterrando-o ali mesmo. O capataz chamou alguns empregados e orientou-os para que jogassem terra sobre o cavalo até que o encobrissem totalmente e o poço não oferecesse mais perigo aos outros animais.
No entanto, na medida que a terra caía sobre seu dorso, o cavalo se sacudia e a derrubava no chão e ia pisando sobre ela.
Logo os homens perceberam que o animal não se deixava soterrar, mas, ao contrário, estava subindo à medida que a terra caía, até que , finalmente, conseguiu sair…”.
Muitas vezes nós nos sentimos como se estivéssemos no fundo do poço e, de quebra, ainda temos a impressão de que estão tentando nos soterrar para sempre. É como se o mundo jogasse sobre nós a terra da incompreensão, da falta de oportunidade, da desvalorização, do desprezo e da indiferença. Nesses momentos difíceis, é importante que lembremos da lição profunda da história do cavalo e façamos a nossa parte para sair da dificuldade.
Afinal, se permitimos chegar ao fundo do poço, só nos restam duas opções:

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