:: ‘Espaço do Leitor’
Luiz Castro em: DECOLORES
AS PONTES DA UNIÃO
Dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito.
Foi a primeira desavença em toda uma vida de trabalho lado a lado.
Mas agora tudo havia mudado. O que começou com um pequeno mal entendido, finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silencio.
Numa manhã, o irmão mais velho ouviu baterem a sua porta.
– Estou procurando trabalho, disse ele. Talvez você tenha algum serviço para mim.
– Sim disse o fazendeiro. Claro! Vê aquela fazenda ali, além do riacho? É do meu vizinho.
Na realidade do meu irmão mais novo. Nós brigamos e não posso mais suportá-lo. Vê aquela pilha de madeira ali no celeiro? Pois use para construir uma cerca bem alta.
– Acho que entendo a situação, disse o carpinteiro. Mostre-me onde estão a pá e os pregos.
O irmão mais velho entregou o material e foi a cidade.
DIA DA ACUSAÇÃO – 25 MARÇO 2014
O caso cinquentinha.
A Câmara de Vereadores exerce a função do Poder Legislativo na esfera municipal. Os vereadores são eleitos através do voto direto, cujo mandato tem duração de quatro anos, sendo a reeleição ilimitada. A quantidade de membros desse cargo político é estabelecida através do contingente populacional de cada município (quanto mais habitantes, maior será o número de vereadores de uma cidade). Contudo, foi estabelecido um número mínimo de 9 e um máximo de 55 vereadores por município. Para se candidatar é necessário atender aos seguintes requisitos:
– Ter nacionalidade brasileira;
– Estar filiado em algum partido político;
– Ter idade mínima de 18 anos;
– Possuir domicílio eleitoral no município pelo qual concorre ao cargo;
– Ter pleno exercício dos direitos políticos.
Os vereadores são eleitos juntamente com o prefeito de um município, no qual os primeiros têm a função de discutir as questões locais e fiscalizar o ato do Executivo Municipal (Prefeito) com relação à administração e gastos do orçamento. Eles devem trabalhar em função da melhoria da qualidade de vida da população, elaborando leis, recebendo o povo, atendendo às reivindicações, desempenhando a função de mediador entre os habitantes e o prefeito.
Outra importante atribuição a um vereador é a elaboração da Lei Orgânica do Município. Esse documento consiste numa espécie de Constituição Municipal, na qual há um conjunto de medidas para proporcionar melhorias para a população local. O prefeito, sob fiscalização da Câmara de Vereadores, deve cumprir a Lei Orgânica.
É mais ou menos por aí o que deve fazer um vereador. Mais alguma coisa?
DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE

1) COMO SE CONSTROI UMA PONTE TALHADA (1ª PARTE).
2) COMEMORAÇÃO DOS 40 ANOS DA ÓTICA CRUZEIRO.
3) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.
CEPLUS – por onde se entra, cai em buraco – ATENÇÃO PREFEITURA
Venha da praia do Sul.
Venha da Barreira,
Venha do Nsa. Sra da Vitória…
Não tem jeito, de onde vier, não tem escapatória…é buraco (crateras) pra todo lado…
Mas, a gente só reclama,,,o pessoalzinho baixo astral…
(OBS) Continuarei reclamando!!!





Grato desde já
Atenciosamente,
Glauber Fonseca
PSICOMUNDO <> MOMENTOS PONDERÁVEIS DE SENSÍVEIS CAUTELAS – 2º ATO <>
Quando paramos para analisar o que esperamos do futuro da Nação Brasileira, vemos o “ponto de vista” filosófico do Universo atual que se encontra desfalecendo e encontra-se passando por uma fase bastante obscura. Os problemas estampados à nossa frente que afligem o homem levam-nos ao embrutecimento de suas qualidades de sentimentos patrióticos, de consciência e responsabilidades perante seus próprios problemas.
O que observamos atualmente é a existência de maus exemplos, falsas apresentações pré-fabricadas com modelos atípicos de indivíduos ditos defensores dos bons costumes, e assim por causa deles, muitas pessoas estão se afastando da confiança e da fé em seus ideais em decorrência dessa fúnebre aparência administrativa e política do nosso País.
O Estado está desfalecendo nas mãos dos homens insensatos e destruidores da ordem moral. E um “PAÍS” que dia a dia vem perdendo a confiança dos seus filhos, através da pouca vontade de buscar o seu desenvolvimento e seu futuro, são coisas que não fazem bem a ninguém! Muitos brasileiros estão saindo do nosso País em busca de novas conquistas com momentos solidificados pela razão natural do desenvolvimento da espécie humana.
Tem muita gente cheia de confusões nas suas trajetórias de vida, e de que forma poderá oferecer ao outro o que não pode fazer por ele mesmo? Se for uma questão de consciência, e muitos perderam a visão, estão dentro de si cegos, alienados, conspirando contra a sua própria imagem de ser humano. Não param para imaginar que estão correndo grande risco contra o seu tempo de servir em harmonia, e até esquecem seu descanso atribuído ao seu dever cumprido.
Heckel Januário em: BELMONTE, 123 ANOS
Entre 1708 e 1712 nascia na boca do rio Jequitinhonha (‘Paticha’ para os nativos Botocudos e ‘Grande’ para os colonizadores lusitanos) o Arraial de São Pedro do Rio Grande.
Com o privilégio de erguer-se numa imensa planície o povoado se desenvolvia e em 1765 é elevado à vila com a denominação de Vila de Nossa Senhora do Carmo de Belo Monte. Outras lhe foram dada como Vila do Rio Grande de Belmonte, Vila de São Pedro de Belmonte e Vila do Jequitinhonha de Belmonte. Em 1771 passa à dignidade de Freguesia, unidade eclesiástica que à época era de praxe exercer também a administração civil, para, em 23 de maio de 1891, dois anos após o advento da República Brasileira, elevar-se a categoria de cidade como simples Belmonte. Nomeação esta motivadora de controvérsias porque, embora colinas recortadas por vales a circundassem (e a circundem), o nome contrastava com a topografia incrivelmente plana do local, como acima ventilamos. A versão que o ouvidor da Capitania de Porto Seguro, Thomé Couceiro de Abreu nomeara assim o pedaço da foz do Paticha para homenagear Cabral, (‘Belmonte’ é tida como a localidade portuguesa onde o historiado descobridor nascera) nos parece a mais plausível.
De entrecruzadas ruas retilíneas semelhantes a um tabuleiro de xadrez, possivelmente tal traçado tenha sido o combustível encontrado pelo belmontense –de várias gerações– para impulsionar sempre a cidade pra frente.
Para o bancário aposentado e historiador Tedesco (de Canavieiras), a enxadrezada e extraordinária visão se deve ao traçamento planejado por um engenheiro chamado Inocêncio Veloso Pederneira em tempos idos. Em seu livro “Belmonte e a sua História”, o escritor Afonso Monteiro à página 193 registra esta personagem como dono de uma antiga sesmaria –às margens do Jequitinhonha– a 10 quilômetros da cidade. Aliás, com a fama dos diamantes e outras gemas encobertas em seu leito e serras adjacentes, e com a reputação de suas beiradas fertilíssimas (nelas foram implantadas a lavoura do cacau, cujos frutos viriam a ser o principal produto da economia belmontense), a atrair gente de todos os quadrantes da Colônia, este rio, se constituiu na maior fonte de riqueza na formação da cidade.
“Recursos naturais podem ter colapso em 40 anos.”

Eduardo Pachalski
Um fórum da faculdade onde estudo propôs uma discussão sobre uma matéria da revista Reuters com a seguinte chamada: Recursos naturais podem ter colapso em 40 anos.
A reportagem chama a atenção para as consequências sistêmicas do crescimento populacional descontrolado, mudança de temperatura e escassez de recursos básicos como condições sanitárias, água potável e alimentos desencadeando grandes epidemias e migrações catastróficas.
Em um texto malthusianista a revista chama a atenção para consequências que já vivemos em escala local, principalmente nos países pobres e em desenvolvimento, novidade apenas para os leitores usuais da Reuters.
A mudança de hábitos vai ocorrer sim, mas somente depois dos mais fortes tomarem todos os recursos para si, como sempre ocorreu na história da humanidade. Até lá, muitas mentiras serão contadas para justificar atrocidades em prol dos mais fortes.
Não, Malthus ainda não será enaltecido, teremos mudanças importantes na estrutura da política mundial com consequências imprevisíveis.
Somos macacos com armas, não queremos evoluir, queremos apenas dominar os mais fracos.
É fato, triste, principalmente para um animal dotado de um intelecto capaz de fazer estas previsões, antecipar as consequências das próprias ações, e escolher manter o modelo por dinheiro. Escolhemos acabar com o futuro porque ele não nos pertence, escolhemos abusar em vida dos recursos porque estaremos mortos até lá e não há mentira contada sob pretexto religioso ou divino que tenha feito diferença na postura comportamental da humanidade em mais de dois mil anos da história ocidental. Somos egoístas como espécie. Errados somos nós os poucos malucos ambientalistas, os malucos que se privam pelo bem alheio, que dedicam vidas, carreiras, famílias por um coletivo que não tem tempo para olhar pela janela, sentimentalista, tolos românticos e filósofos, todos inúteis para os macacos armados que dominam o planeta. Nossa espécie tem uma papel sim neste planeta. De acabar com as demais formas de vida até que nossa própria espécie acabe pela falta de suporte do hospedeiro. Como um ciclo natural qualquer. Como o ciclo de qualquer vírus.
Mas isso não vai acontecer agora, nem daqui a quarenta anos. Antes disso um país detentor de tecnologia e poder bélico irá interferir “pelo bem da humanidade” e realizar um controle de pragas eliminando as doenças infecciosas e porque não seus hospedeiros desnutridos e incapacitados? Não. A humanidade não acaba neste século porque existem mais egos poderosos do que podemos contabilizar. Mas não farão pela humanidade, mas pelas próprias fazendas de petróleo, pelas Ilhas artificiais particulares em Abu-dhabi, pelos passeios em ônibus espacial regado a champagne francês.
Qualquer comunidade inteligente se adequaria, os vírus conseguem, mas nós? Nosso conceito de inteligência é egocêntrico, limitado de mais. Mas Malthus está lá, sentado na eternidade do conhecimento humano, e seu dia certamente chegará, mais cedo ou mais tarde.
Um grande abraço…
Eduardo Pachalski
PONTAL- UMA MORTE NÃO FOI SUFICIENTE
PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE ONDE ESTÃO AS 4 SETINHAS (LADO DIREITO).
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Rezende.
























































