:: ‘Espaço do Leitor’
PSICOMUNDO – NOITES ESCURAS E TRAIÇOEIRAS EM ILHEÚS
Para ler em TELA CHEIA clique onde estão as 4 setinhas (Lado direito).
Assista e reflita
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Enviado por Marcelo Ribeiro.
QUALQUER SEMELHANÇA É MERA COINCIDÊNCIA
De relance, parece muito com Ilhéus.
Parece, mas não é. É Cartagena, uma das cidades mais visitadas da Colômbia. Lá o turismo é a principal atividade econômica e sustenta de verdade o lugar, gerando emprego e renda, sem amadorismo.
Coincidência, lá também é ponto de parada de navios de cruzeiro, mas o casario colonial é preservadíssimo, pois as autoridades municipais sabem que o turismo histórico e cultural atrai investimentos que resultam em lucros. Só mais uma coisinha: lá as ruas são limpas, um atrativo para que os turistas retornem na próxima temporada.
Não, a Colômbia não é primeiro mundo. É terceiro, igualzinho a nós, e até bem mais pobrezinha e pequenina no tamanho.
A diferença é que lá eles sabem valorizar e explorar o que têm. E não é tão difícil assim…


NOBRE DEPUTADO…
“Nobre deputado, hora do almoço”.
“Nobre deputado, hora da janta”.
“Banho de sol, Vossa Excelência.”
“Por gentileza, dá-me cá os pulsos para as algemas. Prometo não apertar, deputado”.
Fico imaginando como será a vida do “danadão” durante o curto período que vai passar no xadrez (alguma dúvida de que vai ser curto?).
Agora já temos deputado presidiário, preso em corpo mas com a alma livre para exercer o seu mandato e ser pago, muito bem pago, para tal. Nós, o povo, sempre sustentamos os presidiários com nosso suado dinheirinho, porém nunca pagamos tão caro por um deles como dessa vez. É uma carga dupla: as despesas carcerárias e o vultoso salário de parlamentar.
A culpa foi dos nobres colegas do bandido, em votação secreta e atendendo a interesses corporativistas – os mais mesquinhos possíveis – principalmente por muitos estarem encalacrados com processos que também podem resultar em prisão e, já olhando mais à frente, votaram a favor do deputado meliante para, quem sabe, não perder a mamata quando sua hora chegar. Eles sempre se ajudam.
Se foram safados e descarados na votação, o resultado da lambança pode ser o fim dessa pouca vergonha, com a pressão que passa a vigorar para que certos tipos de votações, em breve, aconteçam de forma aberta e identificada. Com todo respeito aos pouquíssimos que prestam (e são pouquíssimos, sim), mas a maioria não passa de bandido da gravata e do colarinho branco querendo fazer o pé de meia – o povo que se lixe. Decididamente, eles não me representam.
Sei não, mas tem tanto parlamentar cara de pau e tanto eleitor cabeça oca, que não vou estranhar se, mesmo no voto aberto, tudo continuar como dantes, à base de óleo de peroba na cara dos nossos políticos marginais e surto de amnésia na cachola dos pobres coitados que elegem esses “danadões” da política.
Nilson Pessoa
Missa de Sétimo Dia
Amanhã, sábado, dia 31 de agosto de 2013, missa de sétimo dia do meu pai… Quero informar a todos!!! Amigos, parentes e admiradores que queiram comparecer na Catedral de Ilhéus As 19 hs.
Aqueles que não puderem ir que façam uma oração entre as 19 e 20 hs para que possamos formar esta corrente de oração e deixar meu pai ainda mais feliz e em paz aonde ele estiver, próximo ao nosso bom Deus.
Devemos rezar por ele porque ele não pode mais interceder por si. Passou o tempo da misericórdia de Deus para ele. Devemos interceder por ele junto a Deus para demonstrar nosso gesto de amor e nossa oração lhe será útil para que sua entrada no céu seja tranquila e para que a sua alma descanse em paz !!!
Rolando no face …
Vá mater o diabo …
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Enviado por Marcelo Ribeiro.
DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE.
SE IMPERA A INSEGURANÇA JURÍDICA, NÃO VIVEMOS NUM ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO
por Walmir Rosário

Walmir Rosário. Foto by Waldir Gomes
O Estado democrático de direito é um conceito que designa qualquer Estado que garante o respeito das liberdades civis, o respeito pelos direitos humanos e pelas garantias fundamentais, através do estabelecimento de uma proteção jurídica. Em um estado de direito, as próprias autoridades políticas estão sujeitas ao respeito das regras aprovadas.
No Brasil de hoje vivemos num sistema em que os direitos somente são respeitados para uma casta “amiga do rei, ou rainha”, apesar da insurgência de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) ao julgar o conhecido mensalão. O país está sendo transformado num imenso “sindicato” e a população vive ao “Deus dará”, a exemplo do que acontece em Buerarema, que vive uma verdadeira guerra civil.
Embora vivamos em épocas distintas, os ensinamento do jurista Ruy Barbosa parecem ser atuais. E esse grande baiano ensinava: “A República é o governo dos homens sujeitos à lei, debaixo de uma responsabilidade inevitável, por seus atos”. Porém, o que vemos são a violação das responsabilidades e valores dos princípios republicanos. É o que acontece em Buerarema, quando o Estado tutela pseudos índios, que se organizam em quadrilhas para assaltar e tomar as terras de quem trabalha e produz.
Não se trata de questão social, das perversidades cometidas pelo capitalismo, pois os espoliados são micros e pequenos produtores rurais, instalados em suas “buraras” por períodos centenários. E os fizeram de forma mansa, pacífica, legal. Ali trabalharam com dignidade, formaram suas famílias, criaram seus filhos, pagaram impostos e contribuíram para transformar o Brasil num país democrático e desenvolvido.
Mas hoje pagam pelo bem viver, por não saber pegar em armas para defender suas propriedades, a exemplo do que acostumamos a ver nos filmes do “velho oeste americano”. Se os fazendeiros estão desarmados – até por imposição do Estado –, os falsos indígenas se encontram “armados até os dentes”, portando armas de grosso calibre, desfilando de forma acintosa à sociedade e com a cumplicidade das autoridades.
A Nação não pode se calar diante de tais atos desafiadores do Regime Democrático de Direito. Não, esse silêncio nos torna cúmplices dos desmandos praticados por foras da lei, embora encontrem a leniência das autoridades brasileiras, contrariando o insculpido no artigo 5º da Constituição Federal Brasileira.
NOVO MANDATO
As coisas boas e ruins que acontecem nas duas maiores cidades do país, Rio e São Paulo, naturalmente se espalham pra todo o rincão brasileiro, é o que estamos vivenciando neste momento em nossa sofrida cidade.
Protestos, greve dos servidores, reúne Ilhéus, ocupação da porta do palácio, invasão da gloriosa casa do povo, agressões, fechamento da ponte (nesta sexta-feira poderá acontecer novo ato), enfim, é o povo, os sindicatos, as associações querendo mudanças.
Mesmo com alguns exageros, não se pode negar que estas atitudes estão incomodando os nossos políticos, essa classe que a cada dia que passa torna-se a bola da vez, principalmente por seus péssimos exemplos (veja o caso do deputado preso e que não perdeu o mandato). Tá bonito, traficantes e políticos mandando de dentro da cadeia.
Mas o que realmente preocupa é que estamos no início de setembro, portanto, nove meses de mandato, e nada aconteceu, tudo está como o antecessor deixou, parece até que fizeram um pacto macabro.
PSICOMUNDO – PAZ PELA COMPREENSÃO – 40ª PARTE
A demonstração da igualdade entre as pessoas surge quando são apanhadas em conflitos e nada as deixam participar da plena tranquilidade, pois tem gente que só valorizada a alegria da vida, quando extrapolam seus limites de dificuldades. Os homens entre si vivem momentos de tensões e suas mentes estão cheias de desencontros, tudo isso fazem parte da existência humana que recebe gratuitamente essas dádivas da natureza. São as chamadas citações atribuídas pelas vias das qualidades individuais que demonstra bem alguns entraves encontrados pela mistura dos sistemas emanados da política e do direito, que são, em última instância, os motivos de muitos entraves dentro do inusitado estado social em que se encontra o Brasil.
Analisando ainda para idealizar atos e fatos sobre a igualdade material, abrimos um espaço para outras fusões, e podemos verificar que somente como exemplo, pode-se citar o sistema econômico que possui grande influência, atualmente, na esfera jurídica. A multiplicação dos bens materiais, notadamente, na busca chamada multiplicação dos pães, inevitavelmente demonstra uma grande ausência dessa conquista não alcançando a solidariedade e o respeito pela mútua confiança entre as pessoas. Falta à compreensão robusta e sincera nos lares, falta o amor em sua essência maior, falta à amizade franca, falta à imensidão da esperança de que tudo mudará para melhor, mesmo em alguma parte do mundo.

































































