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:: ‘Espaço do Leitor’

ILHÉUS / ZONA SUL

Para ler em TELA CHEIA clique onde estão as 4 setinhas (Lado direito).


VICTOR SILVA

BONDADE CRISTÃ

Desejo ver tanto dentro das igrejas, as verdadeiras igrejas, construídas por pessoas discípulas de Deus, um sentimento que faz as criaturas fazerem o bem, o sentimento do AMOR. Pois, sabemos que o amor é à base da aliança. Cristo é a maior expressão e prova de amor de Deus pela humanidade.

O irmão é aquele que faz habitar a bondade. Se nós queremos ser diferentes, então temos que agir com mais carisma, mais preocupação com o próximo.

Ser cristão não é ter a melhor palavra, os melhores dons. Ser cristão é visitar e ajudar o seu irmão, é cuidar do doente, cuidar do miserável, cuidar da ferida podre e fedida que alguns têm pelas ruas ao desalento. É acolher, é aquecer no frio, é matar a sede, é matar a fome e assim como eu, é ajudar em conseguir um emprego para cuidar melhor da família.

Palavras são palavras, mas palavras com ação é realizar o concreto da fé plena e carismática. Enxugar as lágrimas daquele que chora de dor. Pois somos humanos, carne podre, não máquinas religiosas.

Jesus Cristo criou uma nova forma de viver que existe há milênios. Ele chamou os piores para segui-lo, e esses piores viveram os santos de Cristo. São santos porque levaram ao próximo à cura de todos os males, a ação do amor, a caridade, a mão acolhedora e o coração fiel ao projeto de Deus. Ser fiel a Deus é ser fiel ao seu irmão que sofre e necessita de ajuda real e plena. Sejamos mais humildes, mais dignos da palavra de Deus. Cuidar dos órfãos, das viúvas, das mães pobres, das mãos sozinhas, das pessoas doentes, esquecidas, abandonadas.

A igreja verdadeira é o pronto-socorro da alma, do coração, do corpo daqueles que precisam. A igreja somos nós reunidos para projetar o bem e o bem é apenas isso: tirar o próximo da dificuldade, de qualquer forma. Dando carinho, dando alimento, dando roupa, dando calçado, dando emprego, dando o cuidado exclusivo e de ações cristãs.

Luciano Cordier Hirs – Itabuna – Bahia

PRESENTE DE GREGO – Entrada da Ceplus via Barreira

Rabat, boa tarde
Esse enorme buraco está localizado na Av. Osmundo Marques, logo na entrada da Ceplus para quem vem da Barreira sentido Nossa Senhora da Vitória. Surgiu após abertura de parte da rua para passa de rede de encanamento de um novo condomínio no ano passado, e cada vez mais vem aumentando, quase impossibilitando o tráfego na Avenida citada.

ENTRADA CEPLUS


Glauber Fonseca

Minha casa minha vida

Rabat, bom dia.

A sete dias houve um protesto dos moradores do Morada do Porto onde foi reivindicado alguns itens básicos para se ter uma vida mais ou menos digna. Vendo aquelas pessoas na Rodovia ios/Itabuna surgiram alguns questionamentos: se aquele povo todo vivia antes próximos de escolas, postos de saúde e local de trabalho, como eles estão vivendo agora? Se a renda que ganham malmente dá para o pão? Uma família com três crianças estudando, maior de cinco anos gasta por mês R$ 187,2. Um pai/mãe de família que vivia de mariscos e antes morava próximo ao rio agora tem que desembolsar R$144,00 por mês.

Faça as contas! R$ 187,20+144,00= R$ 331,20. Meu Deus! Eles não realizaram o sonho da casa própria, mas sim assumiram uma dívida volátil impagável. Não preciso nem lembrá-los que todos os imóveis ocupados ocorreram de forma desordenada devido ao risco de terceiros que não precisam invada, coisa que aconteceu não só na Morada do Porto, mas também em muitos outros programas de moradias popular.

Deixo aqui registrado minha indignação com esses tipos de programas governamentais que não respeitam as pessoas como seres humanos que são. São programas assistencialistas que só servem para impressionar desatentos e alienados. São invadidos inacabados por demora nas obras de conclusão, desvio de verbas e os poucos entregues concluídos, não há relatos, os cidadãos que ficarem, poucos ficarão, ficam entregues à própria sorte.

Jailton Batista

O SALVADOR DA PÁTRIA

A tal frase: “Foi um compromisso de campanha, é um compromisso de governo e é um compromisso com a minha vida” – Jabes Souza Ribeiro.

Pois é! Essa a celebre frase de um alcaide antes de sentir na pele a bronca que ia pegar.

Doze anos de acúmulo de problemas de toda ordem, não é em um discurso de empolgação política que pode resolver a grande pendenga.

O que aconteceu depois da posse são panos pra muitas mangas.

Saúde com inúmeros problemas, educação de crianças ainda sem começar o ano letivo, trânsito totalmente desordenado, regularidade de limpeza pública e coleta de lixo precária, ruas e avenidas esburacadas, iluminação pública sem lâmpadas, mirantes turísticos abandonados, teatro fechado, servidores públicos em greve, movimentos sociais em pé de guerra, controle público sem ordenamento, projeto de urbanização da Zona Sul abandonado, lixões proliferando em todos os bairros, ocupação de espaços públicos sem fiscalização, bairros e distritos pedindo socorro, enfim, uma administração pública com problemas que estão fugindo do controle do nosso Gestor Público.

E agora o que fazer? A saída mágica foi o truque do pacto com a sociedade e as instituições constituídas.

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Sincronização sem combinação …

EFEITO DAS MANIFESTAÇÕES


Enviado por Marcelo Ribeiro.

PSICOMUNDO – CUSTOS DA SAÚDE DOS BRASILEIROS PRECISA SOMENTE SER LEVADOS A SÉRIO – DINHEIRO TEM!!!

A situação ética e financeira do nosso imenso país é mesmo de causar arrepios diante de tantos gastos com pessoas incompetentes e gananciosas pelo emprego, e apenas entram fartamente em secretarias e ministérios, ficando alheias as suas reais atribuições. É que as pessoas são escolhidas por politicagem e não por qualidade de sentimentos de brasilidade e conhecimento das coisas que irão realizar em beneficio de seres humanos em qualquer local, notadamente, “Municípios ou Estados”.

O que objetiva a presença de tantos problemas numa Nação tão promissora como a nossa? A má gestão com a utilização do dinheiro ou a falta de planejamento para oferecer os serviços básicos para as suas comunidades? Olhando para o lado da saúde, são inúmeros os inocentes úteis, gente alheia a moralidade, espalhados nos meios administrativos, nesse enxame de desgoverno achando que somente a presença de médicos resolve a situação caótica que amargamente entristece o povo brasileiro.

Não há necessidade de abordar as ações de planos de saúde mal fiscalizados pelos órgãos competentes, que deve coibir a ganância e falsas atividades nos atendimentos aos seus associados, especialmente, os idosos. E tem caso que são sempre desrespeitados em quaisquer tipos de filas, quando precisam ser atendidos no Brasil.

Todos os dias o estado de direito dos cidadãos é esquecido e foge às rédeas dos administradores públicos, morrendo os bons princípios, destruindo o erário público com gastos exagerados e desnecessários. E nosso país é um território de fartas riquezas, falta à coragem de determinados representantes do povo tomar consciência das suas responsabilidades e transparências sobre as ações administrativas que têm a obrigação de executá-las com honestidade, e para tal são muito bem pagos.

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Finalmente… Que sirva de EXEMPLO.

De parabéns os comandantes desse movimento. Sem entrar no mérito destaco a preocupação em pedir aos manifestantes silêncio total ao passar pelo paredão da Ladeira da Vitória (onde fica o hospital São José e a maternidade Santa Helena). O pedido de silêncio foi, EXATAMENTE, para não incomodar os enfermos.

PROTESTO SERVIDORES 17 07 2013
O mais comum, nesse tipo de manifestação, é desconsiderar o local como ZONA DE SILÊNCIO.

“ORLA” só que descaso!

Rabat e Leitores bom dia…

Ver esse outdoor na porta de entrada da zona sul, logo após o Aeroporto é de se animar…porém, quando a gente chega mais perto e vê que o inicio das obras deu-se desde 2009, e quando a gente para olhar o resultado da mesma até agora…juro, dá vontade de chorar…

Seguem imagens da prometida “ORLA SUL”, que viabilizaria ainda mais o turismo na região, melhoraria a qualidade de vida pro ilheense, e obviamente, abrilhantaria ainda mais nossa cidade…

Infelizmente, prefeitura, governo, quem seja, não tem nenhum pouco de zelo com nossa cidade, e deixa como está…as fotos dizem tudo…

ORLA DO DESCASO P1ORLA DO DESCASO P2_ORLA DO DESCASO P3_

Glauber Fonseca

Família, Amor e Fraternidade

Eu nasci no ano de 1975. Era outra época, outros tempos, outros pensamentos. Ainda não me acostumo com as coisas de hoje. Aos 38 anos não me acostumo mesmo. E sei que muita gente neste mundo pequeno, a globalização e o advento da internet, fez este mundo ficar menor. Anda cansado de tanta violência. Todo o tipo de violência. Mas a guerra atual é mesmo contra as drogas; contra o vício e o tráfico de drogas. Uma violência acirrada e desigual, quanto mais se prende traficantes, quanto mais se apreende as tais imundices da alma e do cérebro, mais de tem. É um círculo “vicioso”.

A minha família é grande e existem vertentes de muitas outras. Não tenho nenhuma vergonha de dizer que faço parte das famílias: CORDIER, PORTELA, ABIB e HIRS. São família conhecidas. Não estou aqui para exaltar ninguém e nem me exaltar, mas eu vim de uma família, parte dela, que aprendi a respeitar porque fui criado pelo modo antigo: regra, disciplina e respeito.

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PESADELO

Desconhecidos emendaram noite e dia, sábado e domingo últimos, numa casa nas redondezas, talvez emprestada ou alugada para fim de semana/temporada.
Prevaleceu, mais uma vez, a velha falta de educação, de cidadania e de noção do direito alheio. No carro, um som “daqueles”, e “naquele” volume. O repertório a gente já sabe: arrocha, pagodão baiano e funk carioca (sempre esses lixos).
Como não conseguia dormir, liguei a TV. Na tela, um filme onde o mocinho destruía o automóvel do inimigo com um belo tiro de bazuca. Adormeci logo em seguida e tive um sonho. Sonhei que fazia a mesma coisa que o mocinho do filme, mas o alvo era um desses carros cujo porta-malas não cabe uma mosca, de tanto alto falante e tuíta instalados. Alvo fácil, pois o veículo estava parado, volume nas alturas e a galera do bonde do arrocha quebrando na suingueira e descendo até o chão, junto e misturado.
Calmaí, não matei ou feri ninguém. Arrocheiros(as), pagodeiros(as) e funkeiros(as) estavam afastados do carro; acho que nem eles suportavam o barulho ensurdecedor tão de perto. Disparo certeiro, nada sobrou da arabaca trieletrizada. Acordei, não assustado, mas incrivelmente disposto, sorridente e animado para mais uma semana de trabalho.
Só não consigo entender onde encontrei tanta disposição para uma fria e chuvosa manhã de segunda feira. Sei lá, dizem que sonhar faz bem…

Nilson Pessoa

CEPLAC – ENTRE A VIDA E A MORTE

E eles onde estão?

ceplac rezende

Num dia chuvoso e melancólico de 11 de julho, próximo passado, me deparava de volta aos portões tão marcantes para mim, pois em 1984 a Ceplac, conhecida pela eficiência e hierarquia, parava pela primeira vez surpreendendo muita gente, principalmente de dentro para fora. Era o movimento sindical instalado, com as bênçãos do Partido dos Trabalhadores.

Só para relembrar, por volta das três da madrugada um grupo de servidores do movimento saem de Ilhéus e Itabuna e se encontra no local previamente combinado. Ao chegar aos portões de entrada da sede da Ceplac, combinam a invasão e o fechamento do órgão.
As primeiras providências tomadas foram às afixações das faixas e fechar as passagens, é como se diz ninguém entra e ninguém sai.
Esta greve durou alguns dias, e de concreto nada que surpreendesse ninguém. Mas, começava ali o primeiro passo, para que um determinado grupo tivesse destaque, e num futuro não muito distante também chegasse ao poder.
Antes mesmo desta primeira greve, os servidores se reuniram no ginásio de esportes da Ceplac para a realização da primeira assembleia. Foram mais de mil ceplaqueanos presentes. Parecia que realmente a democracia era uma coisa real, e os ceplaqueanos fundam o Conselho das Entidades Representativas dos Funcionários da Ceplac, formada pela Associação dos Funcionários da Ceplac (AFC), Sociedade dos Engenheiros Agrônomos do Cacau (SEAC) e Sociedade dos Técnicos Agrícolas do Cacau (STAC).

Quem não se lembra do discurso do Coordenador Regional, o Dr. Ubaldino Dantas, que deixou apreensivos os ocupantes de cargos de confiança! E só mais tarde tomamos conhecimento da pressão sofrida por ele, pelo Secretário Geral, o Dr. Josuelito Brito, que não queria a realização da assembleia no ginásio, e além do mais no horário do expediente. Como Dr. Ubaldino não cedera isto lhe custou à exoneração do cargo de coordenador e do quadro técnico da Ceplac, tudo pelo telefone da Secretaria Geral em Brasília. Mesmo assim, ele foi à assembleia, dá o seu apoio, num discurso muito emocionado.

O tempo passa, e aquela coragem, do Dr. Ubaldino Dantas, é lembrada talvez pela minoria dos servidores.

Hoje com 18 anos de aposentado e quase 30 anos depois, me deparo de novo naqueles portões, só que desta vez de forma ordeira, e com decisões claras e por tudo que vem ocorrendo neste país, e a CEPLAC não poderia ficar de fora, pois é parte também deste contexto.

Estávamos ali para refletir o desmonte da CEPLAC começado mesmo que de forma lenta, pelo então Ministro da Agricultura e presidente da Ceplac, o senhor Delfim Neto.

Num segundo momento, tira-se a sua autonomia financeira, e o mais grave de tudo, com as bênçãos da maioria dos cacauicultores, os verdadeiros donos desta instituição, pois a eles cabiam devolver a Ceplac a retenção de 10% de todo cacau exportado, para que esta revertesse em benefícios a todos eles, e por tabela a toda região cacaueira. Isto ocorreu por décadas, que dispensam comentários, pois são do conhecimento de todos.

Esta maioria abandonou a sua filha tão rica a própria sorte e abriram mãos de todos os investimentos que fizeram, sem ao menos pedirem nada em troca, a não ser o refrão de sempre, que conheço desde os anos 60, ou seja, recomposições ou renegociações de dívidas. E até hoje, a região que era rica foi-se empobrecendo, e para selar de vez sua morte, surge à doença Vassoura de Bruxa, em 1989, de forma até hoje, não desvendada oficialmente, como quase tudo que ocorre neste país.

De lá para cá, entre acusações de ambos os lados, esta pobre região rica, ainda vive sem “pai e sem mãe”, pois os pais adotivos que apareceram não tiveram a confiança devida, por não fazerem por merecer, ou terem que seguir a risca as suas nomeações. É por isso, que a Ceplac está aí desamparada e entregue a mercê de oportunistas, a cada mudança no Ministério da Agricultura.

E para nós a intenção é clara, matá-la por inanição. Já entregaram as Escolas Agrícolas (EMARC), a pesquisa não mais está diretamente ligada à extensão. O atual Diretor Geral, já faz reuniões específicas em cada departamento, como se uma não dependesse da outra, e causando mal estar entre os servidores. Fica algo suspeito no ar. E seus servidores já envelhecidos, não são aos poucos substituídos por uma nova juventude, para que entre trocas de experiências prosseguissem com suas pesquisas, para levá-las ao campo pelos extensionistas. Pois, se houvesse mesmo interesse do governo de preservá-la, já teria realizado concurso público para tal. Ora, se isto não acontece, irá chegar um ponto que para-se tudo literalmente, “fecha-se a cancela e tira-se a chave”.

Voltando ainda no tempo, quem não se lembra da vinda do então candidato a presidência da república o senhor LULA, nesta região para que naqueles mesmos portões, prometesse a institucionalização da Ceplac. Seria, segundo ele, o primeiro ato de seu governo por esta região, e mais uma vez sob os auspícios de alguns dos nossos colegas, que hoje nos abandonaram, a própria sorte, para decepção de quase todos nós.

Passaram-se oito anos do governo de Lula, e só enganação e sempre apadrinhado por aqueles que colocamos no poder, na esperança de ver esta Ceplac e região mais fortalecida, e deu no que deu.

Entra a Presidente Dilma, e mais promessas…

Seria culpa dos servidores? Em parte lógico que não, pois uma minoria luta, e faz ver que alguma coisa tem que ser feita e estes estavam lá, no dia 11 de julho. É claro, que existem exceções por doenças ou motivos de forças bem maiores.
E os que estavam lá, falaram que não lhes dão mais suporte e material para tanto, ou seja, verbas específicas bem dirigidas para projetos de pesquisas e extensão.

Como não aplaudir os discursos sérios, bem embasados e de amor a esta instituição, principalmente os de Dr. Raúl do Vale, Antonio Menezes e José Bezerra.

Neste dia 11, histórico pelo menos para mim, pude perceber o descaso dos diretores da Associação dos Aposentados da Ceplac – AACEP, que foi a única das entidades não se fazer presente, e nem tão pouco enviou um representante. Esqueceram estes diretores, que somos e sempre seremos parte integrante desta valorosa Ceplac.

Finalizando, quero dizer aos colegas, que não se fizeram presentes, talvez por acharem que não tem mais jeito, lembrem-se nesta Instituição, que sempre honrou seus compromissos, nunca se quer atrasando um único mês de salário, como também foi o Governo Federal nesta região, executando aquilo que seria da orçada da união. Foi à idealizadora de uma infinidade ações, como a construção da UESC, Porto Internacional do Cacau, e por aí vai. E se hoje não está com o mesmo afinco, a culpa não só engloba parte de seus servidores como também a região cacaueira, que deixou de ser beneficiada, ficando com uma cuia nas mãos a mendigar, até quando só Deus sabe. Lembrem-se de nossos filhos, netos, etc., pois o futuro deles dependem muito do que vamos deixá-los. Senão, deixaremos um país amarrotado de vícios, sem educação e que não saberão definir ou transferir, o que seja amor próprio, onde atualmente somos jogados todos numa lata de lixo.

Colegas, pensem, reflitam a hora é esta, ou então apaguem as luzes e vivamos na escuridão esperando algum milagre acontecer.

José Rezende Mendonça
Técnico Agrícola – aposentado/Ceplac.





















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