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:: ‘Notícias’

03/04 Sexta feira santa em ilhéus, peça o melhor

MARMITA MENSAL EM ILHÉUS,FAÇA SEU ORÇAMENTO- 988135460 (ZAP)

Campanha da Hemoba destaca importância das mulheres na doação de sangue

Com a campanha “Mulheres que cuidam, doam e transformam vidas”, a Fundação Hemoba incentiva a doação de sangue feminina e celebra o Mês da Mulher em suas redes sociais. O Dia Internacional da Mulher, celebrado anualmente em 8 de março, é um símbolo da luta histórica das mulheres por direitos, igualdade, respeito e contra a violência de gênero. A cada ano aumenta o número de voluntárias à doação nas unidades de coleta da instituição na Bahia. Em 2025, 99.222 candidatas compareceram para doar sangue, número 7,85% maior do que o registrado em 2024, quando 92.001 mulheres estiveram presentes para a doação.
Vale destacar que, nas unidades móveis de coleta e no cadastro de medula óssea no estado, as mulheres ultrapassam os homens. Em 2025, foram 6.115 mulheres cadastradas para doação de medula (66,71%) e 3.051 homens (33,29%). Em 2024, registraram-se 5.947 mulheres cadastradas (65,89%) e 3.078 homens (34,11%). Além disso, a Hemoba é uma instituição predominantemente feminina. Sua equipe de trabalho é composta 92% por mulheres.
Apesar da pequena diferença no número de candidatos à doação entre homens e mulheres (51,64% homens e 48,36% mulheres em 2024, e 51,62% homens e 48,38% mulheres em 2025), é importante ressaltar que o sexo feminino possui um intervalo maior entre uma doação e outra. Isso ocorre porque a reposição dos estoques de ferro no organismo da mulher tende a ser mais lenta, em razão das perdas durante os ciclos menstruais. Assim, a mulher pode doar sangue até três vezes ao ano, com intervalo mínimo de 90 dias entre as doações. Já os homens podem doar até quatro vezes ao ano, com intervalo mínimo de 60 dias entre as doações.
Mitos sobre a doação de sangue feminina – Embora a maioria da população reconheça a importância da doação de sangue, ainda persistem alguns mitos que afastam as pessoas desse ato de solidariedade. Entre eles estão ideias equivocadas relacionadas à condição feminina, como a crença de que mulheres não podem doar sangue durante a menstruação, gravidez ou amamentação. No caso das lactantes, é necessário aguardar 12 meses após o parto para realizar a doação. No período pós-parto, a mulher poderá doar sangue 90 dias após parto normal ou 180 dias após cesariana, desde que não esteja amamentando.

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UFSB tem política de inclusão de pessoas privadas de liberdade certificada como Tecnologia Social pela Fundação Banco do Brasil

Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) foi certificada pela Fundação Banco do Brasil como uma das iniciativas destacadas de Tecnologia Social em 2026, em reconhecimento ao modelo institucional de inclusão educacional voltado a pessoas privadas de liberdade. A certificação destaca a política desenvolvida pela universidade que articula reserva de vagas, processos administrativos adaptados e estratégias pedagógicas específicas para garantir o acesso e a permanência de estudantes em privação de liberdade no ensino superior.

O chamado Modelo UFSB de Inclusão Educacional de Pessoas Privadas de Liberdade organiza, de forma integrada e reaplicável, todos os procedimentos necessários para que esses estudantes ingressem, matriculem e acompanhem suas atividades acadêmicas, mesmo diante das limitações impostas pelo sistema prisional. Segundo o pró-reitor de Ações Afirmativas da UFSB, Sandro Ferreira, o reconhecimento reforça o caráter inovador das políticas institucionais da universidade.

O acesso de pessoas privadas de liberdade ao ensino superior enfrenta desafios estruturais que vão desde a ausência de conexão com sistemas acadêmicos até a falta de fluxos institucionais entre universidades e unidades prisionais. Diante desse cenário, a UFSB desenvolveu uma metodologia própria que organiza todas as etapas do processo, desde a identificação dos estudantes aptos ao ingresso até o acompanhamento acadêmico contínuo. 

De acordo com Sandro Ferreira, a criação da metodologia surgiu da necessidade de garantir que o direito à educação superior pudesse ser exercido na prática “Percebemos que apenas abrir vagas não garantia o acesso real. Foi preciso desenvolver uma metodologia que permitisse que as aulas chegassem até as unidades prisionais e que esses estudantes pudessem se sentir parte da universidade, mesmo em contextos muito diferentes do cotidiano acadêmico tradicional”, explica.

Atualmente, a universidade conta com cerca de uma centena de estudantes regularmente matriculados, desenvolvendo atividades acadêmicas em diferentes cursos de graduação. Além dos resultados quantitativos, a iniciativa também tem produzido impactos sociais e educacionais significativos. Entre eles estão o fortalecimento da autoestima dos estudantes, o aumento do engajamento nos estudos e a criação de novas perspectivas de vida e inserção profissional.

Relatos reunidos pela universidade indicam que o ingresso no ensino superior também altera a dinâmica dentro das unidades prisionais: “Percebemos que os estudantes passam a ser reconhecidos pelos colegas como ‘os universitários’. Isso gera respeito dentro das unidades e também fortalece vínculos familiares que, em alguns casos, haviam sido rompidos”, relata o pró-reitor.

Espetáculo “Koanza: do Senegal ao Curuzu” retorna aos palcos em nova montagem para 2026

Salvador recebe, nos dias 27 e 28 de março, no Teatro Sesc Casa do Comércio, a nova montagem do espetáculo “Koanza: do Senegal ao Curuzu”, que marca o retorno da obra aos palcos em uma versão atualizada e potente para 2026. Misturando humor, crítica social e ancestralidade, o espetáculo propõe uma reflexão afiada sobre raça, religiosidade, política e identidade no Brasil contemporâneo.

Na trama, Koanza retorna à Bahia após um período vivendo na África, trazendo consigo a missão de enfrentar o avanço de discursos religiosos que atacam os cultos de matriz afro-brasileira. Ao chegar, encontra um país mergulhado em tensões políticas e raciais, governado por um presidente evangélico, cenário que intensifica os desafios de sua jornada. Diante da opressão religiosa e política que ameaça o Curuzu — território simbólico da resistência negra em Salvador —, a personagem se vê em uma verdadeira encruzilhada. É desse confronto que nasce um espetáculo cômico, provocador e profundamente engajado.

Criado e interpretado por Sulivã (ator, comunicador, educador e humorista), o monólogo se destaca por abordar temas sensíveis a partir do riso e da ironia. “O fato de um ator negro e homossexual se inspirar em mulheres negras e ialorixás para criar esse personagem já descortina o quão o espetáculo é um terreno fértil para tratar de questões raciais, identitárias, de gênero e sexualidade”, destaca o artista. As histórias e andanças de Koanza são contadas de forma radicalmente engajada e incrivelmente hilariante, garantindo ao público uma experiência que inquieta, provoca reflexão e, ao mesmo tempo, arranca gargalhadas.

Cada apresentação se transforma em uma experiência sensorial e simbólica, em que o canto surge como instrumento de memória, afirmação identitária e continuidade cultural. A temporada reafirma o protagonismo das mulheres negras na construção da música e da cultura brasileira, reconhecendo essas artistas como verdadeiras “deusas do ébano” — guardiãs de saberes ancestrais, da tradição oral e da potência estética que sustenta e reinventa o presente.

Bahia Pesca inova e promove o cultivo consorciado de tilápia e camarão em composto salino

Terminal pesqueiro Bahia pesca foto Gidelzo Silva Secom-Ilhéus.

O que antes era apenas um tanque destinado ao armazenamento de composto salino agora é uma unidade produtiva do semiárido baiano. O rejeito da água do dessalinizador implantado há 10 anos pelo Programa Água Doce (PAD) no povoado de Italegre, município de Baixa Grande, transformou-se numa fonte de cultivo de milhares de tilápias e camarões em pleno desenvolvimento.

O “milagre” é na verdade resultado do projeto Pesque PAD, realizado pela Bahia Pesca em conjunto com a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (SEMA), cujo objetivo é transformar um resíduo ambiental em fonte de renda e alimento para comunidades em situação de vulnerabilidade. O projeto-piloto foi implantado em 2024, na comunidade de Mandassaia, em Riachão do Jacuípe. Em Baixa Grande, o Pesque PAD é desenvolvido em parceria com a Associação de Mulheres Produtoras de Italegre e conta com o apoio da secretaria de Agricultura municipal de Baixa Grande.
Um dos destaques desta nova etapa é o sistema consorciado de produção. Segundo o gerente de projetos da Bahia Pesca, Júnior Sanches, a iniciativa utiliza ração exclusivamente para a tilápia, enquanto o camarão se alimenta dos resíduos da ração e dos dejetos produzidos pelos peixes. O modelo reduz custos de produção e otimiza o aproveitamento de nutrientes no tanque, tornando o sistema mais eficiente e sustentável.
“Implantamos há dois meses 12.000 pós-larvas de camarão e 5.000 alevinos de tilápias que vem apresentando um desenvolvimento muito satisfatório”, avalia o profissional, que após a realização da primeira biometria nesta quinta, 26, prevê a despesca para o início do mês de junho.
Segundo a presidente da Associação de Mulheres Produtoras de Italegre, a implantação do Pesque PAD é uma conquista da população local, que foi contemplada em edital de chamamento público da Bahia Pesca em 2023, mas que teve de lutar por três anos para conseguir levar energia elétrica ao aerador que oxigena a água do tanque antes de ver o projeto ser colocado em prática.
Para uma comunidade tradicionalmente focada na produção de gado de leite e de corte, o cultivo consorciado de tilápias e camarões gera diversidade e encantamento. “Peixe a gente tem aqui na região: tilápia, traíra…, mas camarão é novidade. Eu mesmo fiquei encantada”, relata Edna, que já tem planos para o primeiro lote da produção, daqui a quatro meses. “A gente vai vender o produto para poder comprar ração e alevinos e para continuar gerando renda para a nossa comunidade”.
Ascom Bahia Pesca

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE.

1) 66 ANOS DE JOSÉ LEITE EM ILHÉUS.

2) NUNCA IRÁ ESQUECER.

3) DROGARIAS ULTRA POPULAR.

4) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA. :: LEIA MAIS »

Bahia Pesca inova e promove o cultivo consorciado de tilápia e camarão em composto salino

O que antes era apenas um tanque destinado ao armazenamento de composto salino agora é uma unidade produtiva do semiárido baiano. O rejeito da água do dessalinizador implantado há 10 anos pelo Programa Água Doce (PAD) no povoado de Italegre, município de Baixa Grande, transformou-se numa fonte de cultivo de milhares de tilápias e camarões em pleno desenvolvimento.
O “milagre” é na verdade resultado do projeto Pesque PAD, realizado pela Bahia Pesca em conjunto com a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (SEMA), cujo objetivo é transformar um resíduo ambiental em fonte de renda e alimento para comunidades em situação de vulnerabilidade. O projeto-piloto foi implantado em 2024, na comunidade de Mandassaia, em Riachão do Jacuípe. Em Baixa Grande, o Pesque PAD é desenvolvido em parceria com a Associação de Mulheres Produtoras de Italegre e conta com o apoio da secretaria de Agricultura municipal de Baixa Grande.
Um dos destaques desta nova etapa é o sistema consorciado de produção. Segundo o gerente de projetos da Bahia Pesca, Júnior Sanches, a iniciativa utiliza ração exclusivamente para a tilápia, enquanto o camarão se alimenta dos resíduos da ração e dos dejetos produzidos pelos peixes. O modelo reduz custos de produção e otimiza o aproveitamento de nutrientes no tanque, tornando o sistema mais eficiente e sustentável.
“Implantamos há dois meses 12.000 pós-larvas de camarão e 5.000 alevinos de tilápias que vem apresentando um desenvolvimento muito satisfatório”, avalia o profissional, que após a realização da primeira biometria nesta quinta, 26, prevê a despesca para o início do mês de junho.
Segundo a presidente da Associação de Mulheres Produtoras de Italegre, a implantação do Pesque PAD é uma conquista da população local, que foi contemplada em edital de chamamento público da Bahia Pesca em 2023, mas que teve de lutar por três anos para conseguir levar energia elétrica ao aerador que oxigena a água do tanque antes de ver o projeto ser colocado em prática.

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“Raiz de MarÉ” lança luz sobre o contexto de mulheres Tupinambá no Sul da Bahia

O documentário “Raiz de MarÉ – De água a água” apresenta ao público experiências de mulheres negras e indígenas do território Tupinambá de Olivença, no Litoral Sul da Bahia, ao conectar memória, cultura popular, meio ambiente, equidade de gênero e luta por direitos. O filme, já disponível ao público, registra as vivências cotidianas, a atuação política e o cotidiano de marisqueiras, pescadoras, artesãs, mães, avós e jovens lideranças.

Filmado em paisagens marcadas pela presença do mar, dos rios e da Mata Atlântica, a produção mostra como as práticas da pesca e mariscagem contribuem para consolidar as relações comunitárias e culturais do povo Tupinambá de Olivença. Para isso, o documentário traz histórias de cinco mulheres – Ana Liz Tupinambá, Ana Maria Oliveira de Almeida, Vilma Serqueira da Silva, Eliana Batista dos Santos e Raimunda Guedes Alves – destacando seus contextos desafiadores e historicamente marcados por desigualdades. Aqui, elas trazem luz sobre a relação com a natureza e seus fazeres e saberes, como os recursos naturais foram primordiais para a criação de suas famílias e como elas se tornam guardiãs das águas e das matas que as rodeiam. Ana Liz Tupinambá, liderança jovem, mulher travesti e educadora é o fio condutor que dialoga com todas as personagens que aparecem no vídeo.

“A escolha da linha narrativa, centrada no protagonismo feminino e na relação com as águas, dialoga diretamente com o contexto atual, no qual se faz urgente ampliar e potencializar as vozes de mulheres indígenas e negras”, conta a professora da Universidade Federal do Sul da Bahia, Fabiana Costa, que assina a direção com a artista visual Mariana Cabral. 

O documentário dá continuidade ao projeto “Raiz de MarÉ”, cujo primeiro registro foi iniciado em 2020, com o fotolivro “Saberes: Flores e Frutos do Mar”, assinado por Mariana Cabral, e realizado com apoio do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia). Neste sentido, a produção audiovisual chega para reforçar a documentação dessas narrativas femininas, contribuindo com o reconhecimento dessas mulheres enquanto sujeitos de direitos e agentes do seu tempo e território.

A circulação vai acontecer em aldeias indígenas, escolas, universidades e outros espaços culturais e formativos, ampliando o acesso às narrativas e promovendo o diálogo sobre cultura, território, direitos e sustentabilidade. O objetivo é que o filme alcance públicos diversos, fortalecendo a visibilidade das lutas históricas, incluindo o processo de demarcação das terras indígenas Tupinambá de Olivença, que recentemente registrou avanços importantes. Para acessar o fotolivro e o documentário, clique aqui: https://linktr.ee/marianacvcabral   :: LEIA MAIS »

Alta ocupação e investimentos imobiliários aquecem o turismo em Itacaré

Cidade do litoral sul da Bahia registra recorde de visitantes e vai ganhar novo empreendimento do Grupo Aguilar Lima

Um dos destinos mais “hypados” do verão baiano, Itacaré confirma a preferência na alta estação com número recorde de visitantes e de ocupação de leitos em 2026. De acordo com estimativas da Secretaria de Turismo da Bahia (Setur-BA), a cidade recebeu durante o período carnavalesco 50 mil turistas, superando o volume do ano passado. A boa fase é puxada pela expansão do setor hoteleiro, que representa uma grande fatia na economia local.

Atraindo os olhares do Brasil e do mundo por suas belezas naturais, ecoturismo e vida noturna agitada, Itacaré também se destaca pela infraestrutura de suas hospedarias, com opções econômicas e luxuosas. O potencial do segmento impacta moradores, hóspedes e gestores, atuando como um motor de desenvolvimento econômico, urbano e social na cidade.

Segundo Pedro Aguilar Lima, diretor comercial da rede de hotéis Aguilar Lima, o crescimento é resultado de uma combinação entre a busca pelos atrativos da cidade do litoral sul baiano com a gama de serviços oferecidos pelo GAL.

“Em janeiro de 2026 tivemos um crescimento de 17% comparado ao mesmo período do ano anterior. Essa fidelização e aumento se deve a boa experiência dos nossos clientes em nossas acomodações, que atendem aos mais diversos gostos, junto com tudo que Itacaré representa enquanto um verdadeiro Destino Completo”, disse.

Responsável por administrar quatro estabelecimentos localizados no coração de Itacaré – Resende Imperial Hotel e Spa, Terra Boa Hotel Boutique e pousadas Pedra Torta e Vira Canoa -, o Grupo Aguilar Lima anuncia expansão. O novo projeto tem previsão de conclusão em 2028 e contará com cem unidades habitacionais.

“Esse novo empreendimento não é apenas um projeto imobiliário. É mais um passo consistente dentro de um plano de crescimento estruturado do Grupo Aguilar Lima. Seguimos acreditando em Itacaré, no potencial do destino e na força do turismo bem feito, com gestão profissional, governança e visão de longo prazo. Crescer exige responsabilidade. E é exatamente assim que estamos construindo.” Concluiu.

Itacaré, destino em ascensão

No início de 2026, Itacaré consolidou-se como um dos destinos mais procurados do estado, registrando taxas de ocupação hoteleira próximas a 100% durante o verão, segundo a Secretaria Municipal de Turismo. A pasta ainda afirma que a cidade concentra cerca de 10 mil leitos, entre resorts, hotéis, pousadas e locações por temporada. :: LEIA MAIS »

Saiba quais erros levam à malha fina e podem bloquear restituição no IR 2026

O prazo para a entrega do Imposto de Renda 2026 exige atenção redobrada dos contribuintes. Um dos motivos é a tecnologia utilizada pela Receita Federal no cruzamento eletrônico de dados. O órgão mantém sistemas sofisticados que confrontam, em tempo real, as informações declaradas com dados fornecidos pelo contribuinte. O Conselho Regional de Contabilidade da Bahia (CRCBA) reforça a importância do planejamento ao realizar a declaração e ressalta que pequenas inconsistências, que antes passavam despercebidas, hoje são rapidamente identificadas e podem levar o contribuinte à malha fina.

No ano de 2025, a Receita recebeu 45.645.935 declarações. Desse total, 8,7% ficaram retidas em malha fiscal durante o processamento. Entre as declarações retidas no mesmo ano, 69,2% eram de contribuintes que tinham imposto a restituir, 27,9% de pessoas com imposto a pagar e 2,9% apresentavam saldo zero. Isso demonstra que nem mesmo quem tem valores a pagar está livre da fiscalização.

Os principais motivos de retenção revelam os maiores deslizes. As deduções com despesas médicas lideraram, representando 32,6% das inconsistências. Em seguida, aparecem a omissão de rendimentos, com 30,8%; outras deduções (exceto médicas), com 16,0%; e diferenças no Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), com 15,1%. Esses dados reforçam que o cruzamento automático identifica divergências entre o que foi informado e os dados transmitidos por prestadores de serviços.

Entre os erros mais comuns que levam à malha fina estão a omissão de rendimentos, incluindo os dependentes, a declaração de despesas médicas sem comprovação adequada, a inclusão indevida de dependentes, divergências com informes de rendimentos fornecidos por empresas e bancos, além da não declaração de rendimentos de aluguel.

A penalidade para quem não regulariza a situação pode incluir multa mínima de 1% ao mês sobre o imposto devido, limitada a 20%, sendo o valor mínimo de R$ 165,74, além de juros calculados com base na taxa Selic. Em casos mais graves, a restituição pode ficar retida por tempo indeterminado e o CPF pode apresentar situação irregular até a resolução da pendência. :: LEIA MAIS »

Brasil é o país que faz mais atividades sobre Anne Frank no mundo

Evento internacional sobre o tema ocorre no Brasil, em março

 

Em 2026 comemora-se os 20 anos da parceria exclusiva entre o Instituto Plataforma Brasil (IPB) e o Anne Frank House, da Holanda. Ambas entidades trabalham em prol de tornar a memória de Anne Frank viva, por meio de ações educativas e culturais para a comunidade. Nestas duas décadas, o Brasil se tornou o país com mais atividades relacionadas ao tema em todo o mundo. São exposições em escolas públicas, treinamento de monitores e monitoras, ações culturais, ações da Rede Jovem Anne Frank, palestras, oficinas e muito mais. Estima-se que aproximadamente 1,2 milhão de pessoas foram impactadas em todo este período no Brasil.

 

A Anne Frank House, da Holanda, além de abrigar o esconderijo secreto onde Anne se escondeu, faz um trabalho educativo com alunos e alunas de diferentes idades, onde exploram o universo literário de Anne, utilizando recursos didáticos desenvolvidos para cada faixa etária sobre a autora, a Segunda Guerra Mundial e a perseguição dos judeus. Existem braços da Anne Frank House em diferentes partes do mundo.

 

Já o IPB também trabalha diretamente com educação e cultura no Brasil, adaptando muitos dos materiais utilizados pela Anne Frank House, ajustados para a realidade brasileira. Isso torna a experiência de visitar as exposições uma oportunidade ao qual, muitas vezes, alunos e alunas, em situação de vulnerabilidade social, fazem conexões com problemas aos quais vivem.

 

Apenas em 2025, foram 65.142 crianças e jovens envolvidos, 87.971 participações e 341 atividades promovidas.

 

“No Brasil, os jovens têm uma forte identificação com Anne Frank. Eles a veem não como vítima, mas como um exemplo de superação. A partir disso, se engajam e têm coragem de enfrentar os problemas pelos quais vivem e, dessa forma, dão continuidade ao legado de Anne e seus sonhos e idealização de um mundo melhor”, diz a presidente do IPB, Joëlke Offringa.

 

Programa Educativo Anne Frank

 

Apoiado no tripé Recordar/Refletir/Reagir como princípio pedagógico, o Programa Educativo Anne Frank, no Brasil, é um conjunto de ações educativas planejadas para acontecer gradualmente criando processos de mudança de consciência. O legado de Anne sensibiliza e chama para a ação e é um caminho efetivo rumo ao despertar para a urgente necessidade de mudança de postura de todos.

 

O programa educativo inicia abordando a necessidade do respeito profundo pela identidade de cada indivíduo e pela valorização da diversidade. Dessa forma, colabora para o desenvolvimento de comunidades integradas por projetos geradores de aprendizados mútuos, que se espalham e promovem um processo de transformação sistêmico, promovendo agentes de mudança na sociedade.

 

Evento Internacional

 

De 2 a 6 de março de 2026 ocorre o 2º Encontro Internacional Anne Frank “Ainda Acredito: Educação e Legado de Anne Frank no Brasil”, em Parnaíba, no Piauí. O evento, promovido pelo IPB, pelo Anne Frank House e pelo Projeto Anne Frank Presente, será realizado no estado onde pesquisas apontam O Diário de Anne Frank como o livro educativo de maior circulação, leitura e impacto formativo — e envolverá também instituições como a Anne Frank Center (EUA) e os HUB´ s Anne Frank de Piauí, Minas Gerais e São Paulo, além de pesquisadores, gestores públicos, educadores e jovens. O evento será realizado na Universidade Federal do Delta do Parnaíba (UFDPar).  :: LEIA MAIS »





















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