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:: ‘Notícias’

Governo do Estado construirá galpão para triagem de resíduos recicláveis em Cajazeiras X

O Governo da Bahia autorizou, na quarta-feira (12), a construção de um Galpão de Triagem de Resíduos Recicláveis em Salvador, no bairro de Cajazeiras X. A ordem de serviço foi assinada pela Secretária de Desenvolvimento Urbano do Estado, Jusmari Oliveira, que representou o Governador Jerônimo Rodrigues em evento realizado na área onde funcionará o equipamento. O terreno foi cedido pela Habitação e Urbanização da Bahia (Urbis).
O galpão será utilizado pela Cooperativa dos catadores de reciclagem de Cajazeiras (Coocreja), que atua há mais de 15 anos no bairro. A obra, conduzida pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano (SEDUR), será executada pela Conder, com um investimento de R$ 1.044.000,00, e deve ficar pronta em nove meses.
A presidente da Coocreja, Vanise da Silva, comemora a realização de um sonho antigo, que graças ao Governo do Estado, será concretizado. “O projeto atende muito a nossas necessidades. Estamos muito felizes e gratas, com a cozinha, com o mezanino para capacitações, com os containers para entrega voluntária. É um equipamento diferenciado”, contou.
A Secretária de Desenvolvimento Urbano do Estado, Jusmari Oliveira, reforçou o compromisso do Governo do Estado com as diretrizes do Decreto 22.091/2023, que promove a inclusão socioeconômica de catadores e catadoras de recicláveis. “Não é só galpão. São os equipamentos, são os investimentos que a gente tem feito nos eventos como São João e Carnaval, são os cuidados de capacitação, de inclusão, de cadastramento”, citou.
Para Ana Carine, integrante das Voluntárias Sociais da Bahia e da ONG Cama, ações coordenadas e parcerias são fundamentais. “Trabalhamos com a inclusão socioprodutiva, junto com o Governo do Estado e com o Comitê de Inclusão Socioeconômica de Catadores e Catadoras. Iniciar o galpão da Coocreja é um símbolo de resistência e, acima de tudo, de um Governo que cuida de quem cuida”, destacou.
Na avaliação do coordenador de Acompanhamento de Políticas de Inclusão Socioprodutiva e Sustentabilidade da Casa Civil, José Tosato, a medida fortalece a organização do segmento, aumenta a produtividade e a renda das famílias, garantindo melhores condições de trabalho, além de ampliar a reciclagem, reduzir o volume de resíduos nos aterros e contribuir para uma gestão ambiental mais sustentável, reconhecendo assim o papel essencial desses trabalhadores e trabalhadoras como verdadeiros agentes ambientais.

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Estande da Bahia Pesca confere toque de baianidade à Fenacam

A Bahia Pesca participou, entre os dias 11 e 14 de novembro, da 21ª edição da Feira Nacional do Camarão – Fenacam 2025, realizada no Centro de Convenções de Natal (RN), reafirmando a força da Bahia na aquicultura brasileira e apresentando ao público seus principais programas e projetos.
Com um estande de 18 m², a empresa levou sua equipe técnica para dialogar com produtores, investidores, pesquisadores e representantes do setor aquícola de todo o país. Este ano, a participação contou ainda com a presença especial de Cacá, o mascote camarão, que atraiu visitantes de todas as idades e se tornou um dos destaques do espaço.
A Bahia Pesca também garantiu um toque de baianidade ao evento. Uma baiana caracterizada distribuiu fitinhas do Senhor do Bonfim e cocadas, aproximando o público da cultura e das tradições do estado. Outra grande novidade foi a apresentação de pratos típicos da culinária baiana, preparados e servidos no próprio estande, como acarajé, abará, moqueca de chumbinho e de camarão — todos muito elogiados pelo público.
A ação ganhou ainda mais significado por ser executada por Itamara Oliveira e Priscila dos Santos, ex-alunas do programa Elas à Frente da Pesca, que promove a capacitação e o empoderamento socioprodutivo de mulheres pescadoras e marisqueiras. As cozinheiras foram responsáveis pelo preparo e serviço dos pratos, mostrando, na prática, como a qualificação oferecida pelo programa se transforma em oportunidades reais de trabalho e renda.
Além da gastronomia, o estande apresentou ao público os projetos e programas estruturantes da Bahia Pesca, que hoje estão presentes em todo o estado, fortalecendo a produção de pescado, a inclusão produtiva e o desenvolvimento das comunidades pesqueiras e aquícolas.

Estudo premiado integra pesquisa e extensão no estudo de poluentes em colônias de abelha sem ferrão

Um projeto investiga os efeitos da poluição nas populações de espécies polinizadoras no Sul da Bahia. O resultado mais recente foi a premiação do trabalho apresentado pela acadêmica Geanne de Jesus Silva, com orientação da professora Leila Oliveira Santos e colaboração da professora Tácia Costa Veloso e do professor Caio Silva Assis Felix (UFBA) no Simpósio de Meliponicultura dos Biomas: Caatinga, Cerrado e Mata, ocorrido em setembro deste ano em Vitória da Conquista, na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB).

O projeto Impactos da poluição atmosférica sobre as abelhas Melipona mondury Smith 1863 (Hymenoptera: Apidae) é realizado pela coordenadora, professora Leila Oliveira Santos, pela coorientadora, professora Tácia Costa Veloso e pela bolsista e discente do Bacharelado Interdisciplinar em Ciências, Geanne de Jesus Silva. O objetivo é despertar o interesse pela cultura e sustentabilidade, promovendo a conscientização do público-alvo sobre questões ambientais, focalizando o incentivo à reflexão sobre a redução do impacto ambiental das atividades humanas nas populações de abelhas. Para esse fim, as pesquisadoras e extensionistas desenvolveram atividades de coleta e análise de dados e ações extensionistas junto a escolas da região. No âmbito da pesquisa, o interesse esteve em realizar a análise de contaminação do mel por metais.

No âmbito da extensão, as ações tiveram a intenção de sensibilizar a comunidade sobre a importância das abelhas sem ferrão; demonstrar os impactos dos poluentes atmosféricos sobre as abelhas e o meio ambiente, bem como disseminar a informação dos resultados através de oficinas em escolas públicas e demais comunidades externas. As responsáveis pelo projeto também atuaram para promover atividades práticas e teóricas sobre meliponicultura e estimular a troca de conhecimentos entre pesquisadores, estudantes e profissionais. O público de interesse incluiu discentes, docentes, técnicos administrativos e terceirizados da UFSB, estudantes de escolas públicas, pesquisadores e professores e comunidade externa interessada em sustentabilidade e meliponicultura, com certificação nos minicursos e ações abertas à participação em geral. 

Polinização ameaçada, segurança alimentar em risco

A importância das abelhas em geral como agentes de polinização é elevada. E as abelhas sem ferrão, como a espécie Melipona mondury (popularmente conhecida como uruçu-amarela), são polinizadoras nativas essenciais para a manutenção da biodiversidade e o equilíbrio dos ecossistemas. Dentre as ameaças às colônias de abelhas, e consequentemente, à polinização e à qualidade do mel que produzem, a poluição atmosférica é das mais urgentes. Por isso, o estudo realizado pelas pesquisadoras tratou de avaliar os impactos da poluição sobre colônias dessa espécie com a análise da presença de mercúrio (Hg) nos ninhos.

A determinação do mercúrio total foi realizada com o Direct Mercury Analyzer (DMA-80 TriCell, Milestone, Itália), que utiliza decomposição térmica, amalgamação em ouro e detecção por espectrofotometria de absorção atômica em 253,65 nm. Os resultados mostraram variações entre os pontos de coleta, indicando influência do transporte atmosférico e da deposição a longa distância. As concentrações encontradas foram: Itacaré (0,002411 mg/kg), Reserva em Serra Grande (0,000973 mg/kg), Fazenda Caipora (0,000421 mg/kg), Ilhéus/Zona Sul (0,000371 mg/kg) e Ilhéus/Olivença (0,000374 mg/kg). O maior valor, observado no ponto de Itacaré, pode estar associado a processos de deposição úmida ou seca e à biomagnificação local. 

Como a equipe explicou no trabalho premiado, a ANVISA segue as diretrizes do Codex Alimentarius e, embora não haja limites máximos específicos para mercúrio no mel, a legislação nacional e normas internacionais monitoram contaminantes em alimentos, estabelecendo 0,01 mg/kg como limite de referência para avaliação de risco. Os resultados indicam que, a partir das amostras, não há risco imediato para o consumo humano. 

A professora Leila explica que a ideia do projeto surgiu a partir da preocupação com os impactos ambientais decorrentes da industrialização e da construção do Porto Sul, na região Sul da Bahia, área que sofre com desmatamento e emissão de poluentes. O estudo investigou as consequências da poluição atmosférica sobre a espécie Melipona mondury  com análises para detectar a presença de diversos metais, como alumínio (Al), cálcio (Ca), cromo (Cr), ferro (Fe), o potássio (K), magnésio (Mg), manganês (Mn), sódio (Na), selênio (Se), estrôncio (Sr), zinco (Zn) e mercúrio (Hg), nas colmeias e no mel. A presença desses elementos indica possíveis contaminações oriundas da poluição do ar.

“A escolha do mel como objeto de análise deve-se ao fato de ele refletir diretamente as condições ambientais do entorno das colmeias, funcionando como um bioindicador de poluição. Em virtude das análises estarem sendo realizadas na UFBA, até o momento só foi possível analisar o mercúrio (Hg), mas em breve teremos resultados dos demais metais, estamos aguardando o resultado da análise”, detalha a coordenadora do projeto.

A professora Leila Oliveira Santos explica que, dentre as fontes possíveis da contaminação, estão as emissões veiculares, os gases que saem pelo escapamento de motocicletas, automóveis e veículos de carga movidos por motores a combustão. É uma situação que pode ser agravada após a duplicação da rodovia na zona Sul de Ilhéus, além da queima de combustíveis fósseis, construção de portos e mineradoras (como o Porto Sul), desmatamento, queimadas e uso de agrotóxicos. “As medidas de mitigação incluem ações como redução de emissões atmosféricas, reflorestamento e conservação da Mata Atlântica, incentivo à meliponicultura sustentável, educação ambiental para comunidades locais e monitoramento contínuo da qualidade do ar e do mel”, lista a pesquisadora. :: LEIA MAIS »

Hemoba promove Gincana do Bem para incentivar doação de sangue entre os profissionais de saúde

A Fundação Hemoba realiza, pelo terceiro ano consecutivo, a Gincana do Bem, ação que mobiliza profissionais de saúde de hospitais e maternidades de Salvador para doação de sangue. A campanha segue até o dia 5 de dezembro e integra as atividades da Semana Nacional do Doador de Sangue, que acontece de 24 a 29 de novembro. O objetivo da iniciativa é estimular o sentimento de corresponsabilidade entre os profissionais da área da saúde e incentivar familiares e amigos a participarem do gesto solidário de doação de sangue, fortalecendo a cultura da doação e ampliando o número de doadores regulares ao longo do ano.
Participam da gincana trabalhadores das principais unidades de saúde da Rede SUS e conveniadas de Salvador, que são abastecidas com hemocomponentes fornecidos pela Hemoba. No momento do cadastro, o doador informa o código de identificação da unidade à qual deseja vincular sua doação, pontuando para sua equipe. Ao final da campanha, a Hemoba fará a apuração das doações e divulgará as unidades vencedoras. As três primeiras colocadas receberão placas de reconhecimento em agradecimento pela mobilização e compromisso com a causa.
Os códigos de identificação das unidades participantes são: Amigos do Roberto Santos – 0106; Amigos do HGE (Hospital Geral do Estado) – 0200; Amigos do Martagão Gesteira – 056; Hemohupes (Hospital Universitário Professor Edgard Santos) – 0174; Amigos do HEOM (Hospital Otávio Mangabeira) – 0194; Amigos do HAN (Hospital Ana Nery) – 0193; Doador Amigo do HM (Hospital da Mulher) – 0195; Amigos do Hospital do Subúrbio – 0197; Amigos do CICAN (Centro Estadual de Oncologia) – 0217; Amigos do Ernesto Simões Filho – 0215; Amigos do Hospital Irmã Dulce (OSID) – 0250; Amigos do Ortopédico (HOE) – 0277; Amigos do Metropolitano – 0164; Amigos do Aristides Maltez – 0294; Amigos do Dois de Julho – 0206; Amigos da Maternidade Magalhães Netto – 0266; e Amigos do CERPDF (Centro de Referência às Pessoas com Doença Falciforme) – 0289.
Onde doar – Em Salvador, o Posto Temporário no Shopping Bela Vista funciona durante todo o mês de novembro, de segunda a sábado, das 9h às 18h. Já as unidades fixas atendem com o seguinte horário: o Hemocentro Coordenador (sede da Hemoba), de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h30, e aos sábados, das 7h30 às 16h30; o Hospital do Subúrbio, de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h30; o Hospital Ana Nery, de terça a sexta-feira, das 7h30 às 12h30; o Hospital Roberto Santos, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h; e o Hospital Santo Antônio (OSID), de segunda a sexta-feira, das 7h10 às 11h30 e das 13h às 16h. Para informações sobre os horários de atendimento das 20 unidades de coleta no interior, consulte o site da Hemoba: https://www.ba.gov.br/hemoba/onde-doar.

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O impacto do esporte na vida de jovens

Bianca é uma das crianças e jovens que frequentam um projeto social na cidade de Itapecerica da Serra (SP). Ela iniciou quando tinha 11 anos e afirma ter sido uma motivação própria: “nasceu em mim uma vontade de começar a jogar bola, e tinha um projeto social perto da minha casa, e comecei a fazer”. Desde que participa das aulas esportivas no bairro Santa Julia, Bianca tem percebido mudanças em si mesma e quando fala a respeito diz que isso aconteceu após iniciar no projeto social Cruyff Court – Futebol Social. “Fiquei uma pessoa mais madura, aprendi várias coisas além do futebol, compreendi que a vida às vezes não é só ganhar, aprendi a incluir as pessoas mesmo elas sendo diferentes umas das outras”.

O potencial social que o futebol possui e que, quando bem trabalhado, pode promover transformações humanas, também era a crença do inesquecível futebolista e treinador holandês Johan Cruyff. Pensando nisso, ele propôs praticar futebol e aprender sobre: espírito de equipe, responsabilidade, respeito, inclusão, iniciativa, cooperação, personalidade, participação social, técnica, tática, desenvolvimento, aprender, jogar juntos e criatividade, as chamadas 14 Regras de Johan Cruyff, base da metodologia própria desenvolvida no projeto.

Este legado tem sido desenvolvido em 25 países por meio da atuação da Johan Cruyff Foundation. No Brasil, um dos parceiros da organização holandesa é o Instituto Plataforma Brasil (IPB), que desde 2010 promove o projeto de esporte-educação Cruyff Court no estado de São Paulo. As ações visam criar um espaço seguro para crianças e jovens que vivem em situação de vulnerabilidade social aprenderem regras de sociabilidade enquanto praticam o esporte. Esta é a experiência que Bianca tem experimentado durante os 18 meses de participação nas atividades do projeto.

Bianca tem algo mais a dizer: “Indicaria para todas as crianças, especialmente para as que gostam de jogar futebol mas tem um pouco de vergonha, tenho certeza que com os ensinamentos elas irão se soltar bem mais, e fazer várias amizades inesquecíveis”.

Outro participante é Luiz Henrique, 11, e frequenta o projeto há quase 2 anos em Santos, no Cruyff Court Pelé. O equipamento público foi construído em parceria com a Johan Cruyff Foundation, UEFA Foundation for Children e empresas locais na Comunidade B52, na maior favela de palafitas da América Latina, na Zona Noroeste da cidade de Santos. No início, ele relata que somente achou legal, depois percebeu que há um diferencial na maneira que as professoras ensinam o futebol e isso fez diferença para ele continuar jogando. Luiz Henrique diz que agora pode jogar todos os dias aprendendo e desenvolvendo as habilidades do futebol. Ele também diz que o seu comportamento mudou e agora trata outras crianças e adultos de modo mais educado. Em especial, Luiz destaca que está falando menos palavrões. :: LEIA MAIS »

CADÊ A CEPLAC NA COP 30 – BELÉM?

Luiz Ferreira da Silva, 88
 
Oportunidade ímpar para a CEPLAC mostrar a sua cara e dar um exemplo efetivo com a sua contribuição magistral ao ecossistema amazônico.
Sem conversa fiada, mas com mais de 150 mil hectares plantados em sistema de agricultura ombrófila, convivendo com a floresta original.
Como a Natureza ensina, o bioma da mata úmida tropical tem vocação para cultivos perenes, que pouco alteram o ambiente fitogeográfico, por não necessitar de constantes replantios e, tampouco, uso de maquinária pesada. E se for possível em condições de interação com a floresta original, melhor ainda.
E para o leitor entender melhor, mais detalhes dessa planta dadivosa, o cacaueiro:
– Convive em condições naturais sob as matas, sobretudo de várzeas;
– Cobre o chão de sua folhagem rica em nutrientes, melhorando o solo;
– Ativa com eficiência o processo de reciclagem, mantendo um ciclo produtivo em conexão; luz-solo;
– Aufere renda, sobretudo ao pequeno agricultor, cuja visão é mais ecológica do que economicista; a das “plantations.
Pois bem. O caminho para o uso da floresta amazônica aí estar ditado pelo cacaueiro e ensinado pela CEPLAC de tempos idos.
Cabe à engenharia genética produzir variedades de outras espécies, que possuam um sistema de reciclagem eficiente, capaz de produzir sob condições de pouca luz solar, a agricultura ombrófila referida.
E como partícipe dessa epopeia, seja mapeando os solos para o retorno do cacau às suas origens, que fora “passear” no Sul da Bahia, bem como dirigindo a instituição em Belém, no período da implantação do PROCACAU (Programa Nacional de Expansão da Cacauicultura), só tenho a lamentar essa omissão da CEPLAC (08.11.2025)

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE.

1) 65 ANOS DE JOSÉ LEITE EM ILHÉUS.

2) OS 113 ANOS DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE ILHÉUS

3) A QUINTA VIAGEM DE JOSÉ LEITE PARA JUAZEIRO DO NORTE ESSE ANO (1ª PARTE).

4) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA. :: LEIA MAIS »

Bahia Pesca assina termo de cooperação técnica com a prefeitura de Camaçari

A Bahia Pesca e a Prefeitura de Camaçari firmaram um termo de cooperação técnica. O instrumento prevê o apoio da municipalidade às atividades realizadas pela empresa no âmbito da Estação de Piscicultura Joanes II, que pertence à empresa vinculada ao Governo do Estado e está situada no município.
O ato foi realizado durante o Workshop Construindo Redes, nesta quinta-feira (6), na Casa do Trabalho, diante de uma plateia de mais de 350 pessoas e contou com a presença do presidente da Bahia pesca, Daniel Victória, a vice-prefeita, Pastora Déa Santos, e do secretário municipal de agricultura e pesca (Sedap), Fabiano Dourado, Na ocasião, foram distribuídos mais de 60 mil alevinos para os produtores rurais.
“Esse termo de cooperação é mais do que um documento assinado, na verdade, é o firmamento e o compromisso de uma nova política pública que estava um pouco abandonada em Camaçari. A gente está falando de uma retomada da piscicultura familiar, de uma retomada de dignidade, de uma alimentação mais saudável, de novos empreendedores. A Bahia Pesca treina, acompanha e faz com que os que estavam esquecidos voltem a ser enxergados aqui em Camaçari”, declarou Daniel Victória.
Fabiano Dourado, destacou que o acordo possibilita a retomada da piscicultura enquanto atividade de geração de renda para o município. “Camaçari é uma cidade que tem uma extensão territorial gigantesca, tem vários piscicultores e há mais de década que não tinha essa parceria. E essa parceria vai fazer com que Camaçari comece a ter um polo da piscicultura mais forte, com mais robustez e assim a gente possa alavancar a atividade”, afirmou.

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Fiocruz e Bahia Pesca reúnem lideranças dos movimentos sociais

O Centro Vocacional Tecnológico Territorial do Pescado (CVTT) da Bahia Pesca foi o palco de mais uma mobilização que reuniu representantes de organizações sociais presentes e atuantes em 12 municípios dos territórios de identidade do Recôncavo, Metropolitano de Salvador, Litoral Sul, Portal do Sertão, Litoral Norte e Agreste Baiano.
Entre os dias 3 e 5 de novembro, 62 lideranças de comunidades de pescadores e marisqueiras, quilombolas e indígenas, além de integrantes de movimentos negro, feminista e LGBTQIA+ e dos trabalhadores rurais sem terra participaram do segundo módulo do Curso de Formação-Ação; Promoção da Saúde e Fortalecimento da Participação Social. O primeiro módulo foi realizado em outubro e o terceiro e último está programado para o início de dezembro, no mesmo local.
O evento integra o projeto Territórios de Cuidado, promovido pela Fundação Oswaldo Cruz  (Fiocruz) de Brasília e pelo Sistema Único de Saúde (SUS), vinculados ao Ministério da Saúde.
Segundo a coordenadora do projeto, Gislei Siqueira Knierim, o projeto visa promover a saúde a solidariedade e a sustentabilidade mediante à mobilização das organizações sociais presentes nos territórios  que reúnem elevados índices de vulnerabilidade socioeconômica e de insegurança alimentar.
Ela explica que a Fiocruz escolheu realizar o evento na estrutura sediada na unidade de maricultura da Bahia Pesca devido à relação sólida já existente entre as duas instituições, e à própria natureza dos movimentos sociais presentes na Bahia, sobretudo no recôncavo, em grande parte vinculados à pesca artesanal.
“Nosso processo de formação-ação envolve a imersão das organizações sociais. E aqui dispomos de alojamento, alimentação de qualidade e um espaço físico que permite ficar dois, três, quatro dias imersos neste processo formativo, que não se restringe apenas ao conteúdo programático do curso, mas à convivência, às relações e a outras práticas que se dão em outros espaços para além da sala de aula”, justifica.
Situado na Fazenda Oruabo, em Acupe, Santo Amaro, o CVTT é uma estrutura da Bahia Pesca formada por seis pavilhões, entre eles os quais os Alojamentos para técnicos e alunos, o Refeitório, e o Pavilhão de Ensino, que abriga auditório, foyer e salas de aula onde são realizadas a maior parte das atividades do curso.
“O isolamento natural do CVTT facilita a interação do grupo. A gente fica distante do ambiente urbano e consegue se concentrar na preparação que precisa fazer para esse trabalho de desenvolvimento das nossas comunidades”, destaca o professor de matemática de Santo Estevão Francisco Anísio Costa Pinto.

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Hemoba divulga roteiro de coleta externa em Salvador no mês de novembro

A Fundação Hemoba oferece atendimento em diversos pontos estratégicos de Salvador ao longo do mês de novembro, por meio da sua unidade móvel de coleta de sangue (hemóvel), no horário de 8h às 17h. A iniciativa busca facilitar o acesso da população ao serviço, levar a coleta de sangue e o cadastro de medula óssea a locais de grande circulação e estimular a doação regular, contribuindo para manter o estoque de hemocomponentes e garantir o abastecimento das unidades de saúde e hospitais.
Até o dia 7/11, o hemóvel estará no HUPES/UFBA (Hospital Universitário Professor Edgard Santos). Nos dias 8, 10, 24, 25 (Dia Nacional do Doador de Sangue) e 29/11, o atendimento será realizado no Salvador Shopping. A unidade também atenderá na Faculdade de Farmácia (UFBA) nos dias 11 e 12/11 e na UniDomPedro (Patamares) em 13 e 14/11, seguida pelo Hospital da Mulher, de 17 a 19/11. Nos dias 21 e 22/11, o hemóvel estará na Igreja Vida Plena e, no dia 26, no SENAC Aquidabã. Já em 27 e 28/11, haverá coleta na Parvi/Bremen (Barros Reis).
O hemóvel é um ônibus totalmente adaptado, com estrutura semelhante à de uma unidade fixa da Hemoba. Ele conta com sala climatizada com quatro cadeiras de coleta, triagem clínica, equipamentos e mobiliário adequados, além de uma equipe multidisciplinar preparada para garantir conforto e segurança aos doadores. Durante o atendimento, também é possível realizar o cadastro para doação de medula óssea no Redome (Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea).
Critérios para doação – Para doar sangue, o candidato deve estar em boas condições de saúde, pesar acima de 50 kg e ter idade entre 16 e 69 anos. Menores de 18 anos devem ir acompanhados dos pais ou responsável legal, e idosos acima de 60 anos só podem doar se já tiverem doado anteriormente. No dia da doação, o voluntário não pode estar em jejum, nem ter ingerido bebida alcoólica nas 12 horas anteriores, além de não fumar por pelo menos duas horas antes do procedimento. É necessário ter dormido, no mínimo, seis horas na noite anterior. Também é recomendável evitar alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação. Para doar, é necessária a apresentação de um documento oficial com foto, válido em todo o território nacional.

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Pesquisa do PPGES/UFSB mostra como o protagonismo indígena fortalece a governança da água em Porto Seguro

A pesquisa de doutorado de Ricardo Almeida Cunha, defendida no Programa de Pós-Graduação em Estado e Sociedade (PPGES) da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), destaca o papel do povo Pataxó na preservação dos recursos hídricos e na construção de políticas públicas participativas voltadas à governança da água. A tese foi orientada pelo professor Roberto Muhajir Rahnemay Rabbani e coorientada pelas professoras Allívia Rouse Carregosa Rabbani e Rahma Bentirou Mathlouthi. A defesa ocorreu no dia 20 de outubro de 2025.

 
Conforme Ricardo Cunha, a pesquisa abordou o protagonismo indígena na governança da água no município de Porto Seguro (BA), com foco na Aldeia da Jaqueira, território do povo Pataxó. O estudo analisou como a integração entre saberes tradicionais e ciência cidadã pode contribuir para a conservação dos recursos hídricos e o fortalecimento da gestão participativa da água, considerando a água como bem social, cultural e espiritual.
O contato com a comunidade Pataxó da Aldeia da Jaqueira veio há muito tempo, quando Ricardo Cunha iniciou sua atividade profissional como professor do Instituto Federal da Bahia, em Porto Seguro, há mais de 20 anos. A atuação acadêmica, em projetos de pesquisa e extensão, e a convivência pessoal se intensificaram na implantação do Curso de Licenciatura Intercultural (LINTER), voltado à formação de professores indígenas. Isso aproximou Ricardo ainda mais das aldeias da região e despertou a vontade de retribuir o aprendizado com a comunidade, com uma contribuição acadêmica que une o olhar científico e o saber ancestral.
“Essa convivência transformou meu olhar sobre o território, o meio ambiente e o sentido da palavra ‘comunidade’. Aprendi que o tempo da natureza é o tempo da sabedoria, e que pesquisar com os Pataxó é aprender a escutar o rio antes de medir seu pH. A tese, portanto, é também uma retribuição: um gesto de reconhecimento e gratidão à confiança e à partilha de saberes que essa convivência me proporcionou”. 
O problema motivador do estudo partiu da constatação de que o Rio Itinga, que corta o território da Aldeia da Jaqueira, vinha sofrendo com alterações na qualidade da água, provocadas pela expansão urbana desordenada, pelo turismo de massa e pelo lançamento inadequado de efluentes domésticos. Esses impactos ameaçavam não apenas o equilíbrio ambiental, mas também o modo de vida do povo Pataxó, que tem na água um elemento sagrado, central em sua cosmologia e nas suas práticas cotidianas.
“A ausência de políticas públicas específicas para o saneamento e gestão ambiental em terras indígenas de Porto Seguro foi outro fator determinante. A percepção de que os próprios Pataxó poderiam ser protagonistas no monitoramento da água e na construção de soluções motivou a elaboração de uma proposta que unisse ciência, legislação e saber tradicional”, pontua Ricardo.

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UFSB e o Novo PAC: campus de Jequié e melhorias no campus de Porto entram em fase de licitação

Com o objetivo de ampliar o acesso à educação superior pública, gratuita e de qualidade, dando continuidade ao processo de consolidação institucional, a UFSB publicou, no dia 5 de novembro, mais duas licitações de obras previstas no Plano de Contratações Anual – PCA da UFSB e no Novo PAC do Governo Federal.

Como o uso de energia elétrica requer constante investimento no meio universitário, mesmo com utilização de recursos cada vez mais eficientes, para o Campus Sosígenes Costa (CSC) foi proposto um retrofit no sistema elétrico com duas novas subestações e reforma de outras duas, por meio da Concorrência eletrônica n. 90087/2025.

Já a Concorrência eletrônica n. 90104/2025 visa garantir a implantação novo campus da UFSB em Jequié, recentemente aprovado pelo Conselho Universitário da UFSB, em agosto de 2025. A contratação prevê a construção do Pavilhão de Aulas e toda infraestrutura para o novo campus (área externa, pórtico, etc).

Com os dois editais de licitação publicados, a equipe técnica responsável agora segue as diretrizes e demais trâmites das contratações públicas conforme a Lei n. 14.133/2021 e demais regramentos, sendo que cada detalhe e etapa pode ser acompanhada pelo Portal Nacional de Contratações Públicas – PNCP ou pela página de Licitações e Contratos da UFSB.

Vale lembrar que em 2024, a UFSB realizou o processo licitatório que possibilitou o início, já em 2025, da construção dos Restaurantes Universitários (RUs) do Campus Jorge Amado (CJA) e Campus Paulo Freire (CPF), além da Reforma do Restaurante do Campus Sosígenes Costa (CSC), com foco em uma alimentação de qualidade para a comunidade acadêmica. :: LEIA MAIS »





















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