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:: ‘Cultura’

Lançamento de “Histórias Dispersas de Adonias Filho” em Itajuípe

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A coletânea “Histórias Dispersas de Adonias Filho”, com prefácio, organização e notas de Cyro de Mattos, teve lançamento na Sede do Memorial Adonias Filho, em Itajuípe, no dia 08 de junho de 2012, às 19 horas. Compareceram ao evento a professora Silmara Oliveira, diretora do Memorial, Itália Santos Castro, secretária de Educação, os professores João Clímaco do Vale, Maria da Luz e Márcia Lima. o presidente da Associação dos Filhos e Amigos de Itajuípe, José Alberto Gomes, Neyde Adri, presidenta do Centro Espírita A Caminho da Luz, a ex-prefeita Gilka Badaró, Mariza Mattos, esposa do autor, a Defensora Pública Josefina Mattos, o agente cultural Leo Junquilho, o médico Jonga Lucas e outras pessoas da sociedade local.

“Histórias Dispersas de Adonias Filho” é uma publicação da Editora da Universidade Estadual de Santa Cruz, com ilustrações belíssimas do desenhista Ângelo Roberto, nascido em Ibicaraí, e o projeto gráfico é de George Pellegrini. Nessa obra, o escritor Adonias Filho transmite sua paixão por uma humanidade feita de verdades fundamentais através da visão dramática, lírica e amorosa, que palpita em seus protagonistas, vivendo as ações das narrativas “O Brabo e Sua Índia”, “A Lição”, “A Volta”, “Nosso Bispo” e “Amor no Catete”. O livro apresenta ainda o estudo “Experiência de um romancista”, do Professor Emérito Doutor Fred Elisson, da Universidade do Texas, com tradução de Luiz Angélico, Professor Emérito da Universidade Federal da Bahia, e um valiosa pesquisa etnográfica mostrando momentos importantes da vida do consagrado escritor.

C O N V I T E / José Ricardo Chagas

Lançamento de “Histórias Dispersas de Adonias Filho” em Itajuípe

A coletânea “Histórias Dispersas de Adonias Filho”, com prefácio, notas e organização do escritor Cyro de Mattos, teve lançamento na Sede do Memorial Adonias Filho, em Itajuípe, no dia 08 de junho de 2012, às 19 horas. As dependências do Memorial Adonias Filho tornaram-se pequenas para abrigar o grande número de pessoas representativas da sociedade local, que ali compareceram para prestigiar o evento, e, entre elas, as professoras Silmara Oliveira e Maria da luz, a ex-prefeita Gilka Badaró, Dr. Jonga Lucas e Lali, filhos do saudoso médico humanitário Montival Lucas, e o designer George Pellegrini, autor do belíssimo projeto gráfico do livro. Presentes ao evento também a professora Mariza Mattos e a Defensora Pública Josefina Mattos, esposa e filha do autor Cyro de Mattos, respectivamente.

A coletânea é uma publicação da editora da Universidade Estadual de Santa Cruz, com capa e ilustrações do desenhista Ângelo Roberto. Nessa obra, o escritor Adonias Filho transmite sua paixão por uma humanidade feita de verdades fundamentais através da visão dramática, lírica e amorosa, que palpita em seus protagonistas, vivendo as ações das narrativas “O Brabo e Sua Índia”, “A Lição”, “A Volta”, “Nosso Bispo” e “Amor no Catete”. O livro apresenta ainda o estudo “Experiência de um romancista”, do Professor Emérito Doutor Fred Elisson, da Universidade do Texas, com tradução de Luiz Angélico, Professor Emérito da Universidade Federal da Bahia, e um valiosa pesquisa etnográfica mostrando momentos importantes da vida do consagrado escritor.

Espetáculo teatral “Capitães do Morro” estreia nesta sexta em Ilhéus

Caminhos, sobrevivência, juventude, escolhas. “Capitães do Morro”, a trigésima montagem do diretor e dramaturgo Pawlo Cidade, estreia nesta sexta (15) e fica em cartaz até domingo (17), no Teatro Municipal de Ilhéus, sempre às 20 horas. A entrada custará R$ 20,00/R$ 10,00. A classificação é de 12 anos.

No palco, 14 atores se revezam e dão vida a jovens personagens contemporâneos da década de 80 e, depois já adultos, na década seguinte.  A história contada é a de Binho, morador da Comunidade do Morro que cresce em um ambiente dominado pelo tráfico de drogas, sob o comando do traficante Cabeção. O garoto, após ter a mãe assassinada, enfrenta dilemas, passa por cima de suas convicções e acaba se envolvendo no tráfico de drogas.

Segundo Cidade, “a peça é um psicodrama, tão fortemente explorado na obra de Timochenco Webi (autor de ‘Palhaço’, ‘O longo caminho que vai de zero a ene’, entre outros) para explicar as idas e vindas da trama”. O diretor também explica que o outro ponto importante do espetáculo é o clímax, o desfecho. “Se alguém resolver assistir ao espetáculo três vezes seguidas, verá três finais diferentes. Nunca ninguém fez isso aqui. Na verdade, não tenho conhecimento disso na Bahia. E, por fim, foco a questão da escolha. Alerto para o fato de que todos nós temos escolhas. Você constrói seu próprio futuro, você escolhe todos os dias ‘matar ou morrer’. Claro que é uma força de expressão, mas esta questão é bem latente no texto”, afirma o diretor.

O elenco “Capitães do Morro” é composto por: Germano Lopes, Andréa Bandeira, Ruy Penalva, Val Kakau, Roma Góis, Maurício Lima, Beto Santana, Ricardo Rodrigues, Rafael Kau, Hilton Divino, Jorge Hatus, Léia Raquel, Laiane Vitória e Paula Cristina.

A equipe é formada também pela produtora Viviane Siqueira, pelo figurinista Justino Viana, pelo cenógrafo Jofferson Ferreira (Jó), assistente de direção Ciro Nonato, concepção de iluminação de Paulo Rosário, assessoria de imprensa de Tacila Mendes e fotografia de Julay e Tacila Mendes. A trilha sonora é originalmente composta por “D’Jesus.

O espetáculo foi selecionado na demanda espontânea do Fundo de Cultura do Estado da Bahia, Secretaria de Cultura do Estado, Secretaria da Fazenda e Governo do Estado da Bahia. Tem como parceiros O Grupo Teatro Total, a Comunidade Tia Marita, a Imapel, Fundação Cultural de Ilhéus e Sindicato dos Bancários de Ilhéus. Após a estreia, a peça será apresentada no Projeto Escola no Teatro.

Toda a trajetória desta montagem está no site: http://www.capitaesdomorro.blogspot.com.br e no Facebook: www.facebook.com/CapitaesDoMorro.

 

 

Tacila Mendes

Ilhéus concorre ao Título de Cidade Baiana da Cultura

Será anunciado na próxima quarta-feira (13), às 17 horas, em Maragojipe, cidade sede que agora se despede do título, o nome do município ganhador do Concurso Cidade Baiana da Cultura 2012. Criado desde 2010 pela Expo Eventos, o concurso tem o objetivo de valorizar, promover e preservar as riquezas culturais e históricas, bem como a diversidade e a identidade cultural dos baianos.

Nas edições anteriores, as cidades de Rio de Contas e Maragojipe foram as contempladas e receberam todo o suporte para realização e divulgação das festas tradicionais locais. Em 2012, dos 417 município baianos, as cidades finalistas, em ordem alfabética, são: Alagoinhas, Cachoeira, Caculé, Conceição do Coité, Ilhéus, Irará, Jacobina e Santo Amaro, representando sete dos vinte e seis Territórios de Identidade da Bahia.

Para o presidente da Fundação Cultural de Ilhéus, a expectativa é grande, pois foram meses de preparação. “Fizemos a nossa lição de casa da melhor maneira possível, encaminhamos um kit cultural completo, com todos os eventos, grupos artísticos e manifestações culturais do município. Esperamos que a Comissão Julgadora leve em conta o capricho e cuidado que tivemos na elaboração do material”, afirma Maurício Corso.

Neste ano em que se celebra o centenário de nascimento de Jorge Amado, baianos e turistas revisitam o patrimônio histórico, artístico, cultural e ambiental da região de Ilhéus e se reconhecem na música, na culinária, na dança, nas artes plásticas, cênicas, nos sotaques e nas mais diversas manifestações culturais locais. Acreditamos que isto faz da Princesinha do Sul uma forte candidata ao título de Cidade Baiana da Cultura, o que certamente fortalecerá ainda mais o nosso turismo e as expressões artísticas e culturais da nossa amada Ilhéus. Agora é esperar e torcer!

Adiamento Lançamento do Livro

Informamos o adiamento do lançamento do livro “Os Peixes e os Frutos do Mar à Mesa” de autoria de Antônio Olímpio Rhem da Silva em razão de a gráfica não ter tido condição de entregar os livros a tempo.

Informaremos em breve a nova data do lançamento.

Sessão especial de “A Bela e a Fera” estréia com sucesso de público

A grande estréia do aguardado espetáculo musical A Bela e a Fera aconteceu com sucesso na noite da última quinta-feira (07), em uma sessão especial no Centro de Convenções de Ilhéus. O público lotou o auditório e ficou extasiado com os diversos efeitos especiais e vídeos em 3D. O encanto da noite ficou por conta da interpretação de músicas inéditas e animadas performances, que contaram com atores extremamente profissionais. Para a construção desta atmosfera mágica a produção envolve cerca de 40 personagens vestidos nos mais de 180 figurinos, elaborados com muita beleza e criatividade.

Acima de tudo, foi uma noite de solidariedade. A apresentação especial foi feita para diversas instituições e organizações que trabalham com menores carentes no município de Ilhéus. Crianças de diversas idades beneficiadas por programas como o PETI (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil), APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), Creche Renascer e entre outras, puderam ter uma noite de muita alegria.

A assistente social, Márcia Menezes, também saiu encantada com a apresentação da noite. “A peça é extremamente cativante e envolve não só as crianças como também os adultos que estão na platéia. É sensacional!”, afirmou a mãe da pequena Liliane de 9 anos. A expectativa agora está voltada para as apresentações que ocorrerão neste final de semana, nos dias 09 e 10 de junho, para o público de Ilhéus e de cidades vizinhas.

O espetáculo é inspirado no musical da Broadway, dirigido pelo italiano Billy Bond, um dos principais diretores de musicais em cartaz no país, e chega a Ilhéus após uma temporada de apresentações pelo Brasil, onde foi sucesso de público e crítica. Além das imagens em 3D, há movimentos de cenário controlados por computador, iluminação muito potente, som digital e outros recursos de ilusionismo que deixam o espetáculo ainda mais rico.

Os ingressos para as sessões de sábado e domingo do espetáculo “A Bela e a Fera” poderão ser encontrados no Stand do Karioka, loja Mulekada (Ilhéus), Bicho Festeiro, Central de Ingressos (Itabuna) e Encantur (Ilhéus e Itabuna). Os preços praticados são R$40 (meia), R$80 (inteira) e R$100 (área vip). A superprodução é assinada pela MVU Eventos, uma empresa do grupo M21.

 

Superprodução “A Bela e a Fera” chega a Ilhéus para apresentações neste final de semana

Ilhéus recebe neste final de semana nos dias, 09 e 10 de junho, o espetáculo musical A Bela e a Fera, uma superprodução que é, sem dúvida, um das mais aguardadas do ano. A equipe de produção já está na cidade, realizando os últimos preparativos e ensaios para as apresentações. O espetáculo chega a Ilhéus após uma temporada de apresentações pelo Brasil, onde foi sucesso de público e crítica.

I M P E R D Í V E L

Inspirado no musical da Broadway e dirigido pelo italiano Billy Bond, um dos principais diretores de musicais em cartaz no país, o espetáculo conta com a participação de 200 profissionais, entre eles 22 atores que interpretam 40 personagens em cena. A produção apresenta ainda mais de 180 figurinos, 04 cenários principais, 10 toneladas de equipamentos, muita pirotecnia e efeitos visuais deslumbrantes.

Toda esta grandiosidade poderá ser sentida durante o espetáculo, através de recursos de última geração, que proporcionarão ao espectador uma experiência única, fazendo com que todos na platéia mergulhem neste universo mágico. A história é contada com o uso de telões que farão projeções de animações com tecnologia de cinema 3D. Durante a apresentação uma tela é posicionada no palco e o público acompanha, com o uso de óculos especiais, as passagens que ilustram a história.

“Fizemos como nos grandes musicais da Broadway, misturando essa projeção de cinema para ajudar a contar a história de uma maneira mais vibrante. Além do filme em 3D, há movimentos de cenário controlados por computador, iluminação muito potente, som digital e outros recursos de ilusionismo que deixam o espetáculo mais rico”, conta Billy Bond. Este tipo de produção, que conta com a participação do público, é uma característica dos espetáculos do diretor. Daí a versão apresentada por ele estar entre as de maior sucesso da obra assistida por mais de um milhão de espectadores em cidades brasileiras e em outros países como Espanha, Argentina, Chile e Peru.

Os ingressos para o espetáculo “A Bela e a Fera” poderão ser encontrados no Stand do Karioka (Ilhéus), Bicho Festeiro, Central de Ingressos (Itabuna) e Encantur (Ilhéus e Itabuna). Os preços praticados são R$40 (meia), R$80 (inteira) e R$100 (área vip). A superprodução é assinada pela MVU Eventos, uma empresa do grupo M21.

Fundo disponibiliza R$ 1,7 mi para projetos de Patrimônio, Arquitetura e Museus

Os editais da Secretaria de Cultura de “Museus” e “Patrimônio, Arquitetura e Urbanismo” oferecem apoio financeiro do Fundo de Cultura do Estado para projetos que visem a salvaguarda de bens culturais baianos.

Interessados em desenvolver projetos voltados para a salvaguarda de bens culturais baianos têm até o próximo dia 15 (junho, 2012) para inscrever suas propostas nos editais setoriais de ‘Patrimônio, Arquitetura e Urbanismo’ e de ‘Museus’ – ambos sob a coordenação do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), autarquia da Secretaria de Cultura do Estado (Secult/BA). As setoriais fazem parte do conjunto de Editais lançados pela Secult/BA no último dia 15 (maio, 2012) e juntas dispõem de R$ 1,7 milhão oriundos do Fundo de Cultura do Estado para apoio a projetos.

Neste ano, cada um dos editais, sem categorias pré-estabelecidas, abarca todas as propostas dos segmentos, o que proporciona mais liberdade de proposição e possibilita maior diversificação dos perfis. Na setorial de ‘Patrimônio, Arquitetura e Urbanismo’, o foco está em amparar propostas culturais nas áreas de patrimônio cultural, sítios arqueológicos, arquitetura e urbanismo, que tenham como objetivo a preservação, salvaguarda, restauração, valorização, pesquisa, inventário, difusão, dinamização, formação e educação patrimonial.

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O DESTERRO DOS MORTOS

O DESTERRO DOS MORTOS

LIVRO SELECIONADO PARA O VESTIBULAR DA UNEB
Autor: Aleilton Fonseca    |     Editora: Via Litterarum

 

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Capa

SINOPSE

O desterro dos mortos constitui-se de um conjunto de 12 contos escritos numa linguagem simples e elegante, com uma profusão de vivências e experiências experimentadas por personagens emblemáticos do cotidiano. As histórias são surpreendentes, cheias de humanidade e busca de compreensão do outro. E os narradores estão sempre empenhados em desvendar e compreender as vicissitudes da existência humana.

Em cada conto, o leitor se depara com situações em que as personagens enfrentam os confrontos e os dilemas da vida – a aceitação, o amor, a dor, a finitude, a compaixão. A morte aparece não apenas como perda e dor, mas como experiência profundamente humana, rica em significados e sabedoria. Os narradores trazem à tona as diversas questões que envolvem as relações interpessoais, entre amigos e familiares, em que a reflexão sobre as pessoas e os seus afetos transformam-se em conhecimentos e experiências para a compreensão do mundo e da vida.

O livro é todo vazado em uma prosa simples, atraente, poética, que narra os fatos com a leveza, detalhes e uma enorme solidariedade para com as personagens e o leitor. A morte marca as narrativas e instiga o leitor a pensar na existência humana e na importância de tentar compreender e aceitar as diferenças no convívio com as pessoas próximas e com os semelhantes.

APRESENTAÇÃO

CONTOS DE INTENSA HUMANIDADE

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Capoeiragem da primeira Sexta do mês

Idealizado pelo Grupo de capoeira Bangalô, o projeto Capoeiragem da Primeira Sexta do Mês, foi inaugurado no clube da Av. Itabuna neste 1º de Junho com presença dos grupos Mucumbo, Tribo Unida, Negra Raiz, Raça, Barro Vermelho Aguia Dourada e o Mvimento Feminino de Capoeira, com os respectivos mestres Virgílio, Marquinhos Tabaco, Rafael Gomes, Gué, Segurança e Claudívia. O Grupo de Estudos e Ação pela Negralidade foi representado pelo professor Morcegão, enquanto que o MNU (Movimento Negro Unificado) o foi pelo seu Coordenador Geral Edson Vieira elogiando a iniciativa do Bangalô considerando que “encontros assim, fortalecem os laços de companheirismo entre os capoeiristas”. Lembrou também que “lá, no começo, ainda nas senzalas, o espírito de fraternidade entre as diversas etnias fortaleceu a resistência do povo negro”.

C O N V I T E / José Ricardo Chagas





















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