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:: ‘Saúde’

A busca desenfreada pela perda de peso

*Por Doutora Karina Calderoni

A ditadura da beleza é responsável por impor na sociedade padrões físicos inalcançáveis, o que tem ocasionado inúmeros casos de pessoas que desenvolvem compulsões ou distúrbios alimentares por não se sentirem parte do que é considerado belo.

Por outro lado, somos bombardeados diariamente por ofertas irresistíveis de alimentações nada saudáveis, principalmente dos fast-foods que, aliados ao consumo desenfreado, à vida sedentária e estressante, acarretam o ganho de peso.

De acordo com dados do IBGE, metade da população acima dos 20 anos sofre com excesso de peso enquanto a obesidade está presente em aproximadamente 15% deste público. Se as taxas continuarem crescentes, em 10 anos estima-se que dois terços da população estarão acima do peso.

Diante deste cenário, nasceram as receitas milagrosas de emagrecimento, ou seja, perda de peso sem sofrimento, reeducação alimentar e mudanças de hábitos. O resultado é óbvio, a pessoa emagrece, mas não mantém, recupera os quilos perdidos e sofre o efeito sanfona.

É possível obter o equilíbrio entre a estética e a saúde?

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DIABETES NÃO TRATADA PODE LEVAR A PROBLEMAS DE INFERTILIDADE

Doença pode comprometer a fertilidade, tanto do homem quanto da mulher

Para que o sistema reprodutivo de homens e mulheres funcione bem, é necessário equilíbrio hormonal e desempenho adequado dos órgãos reprodutores. No entanto, doenças crônicas, como o diabetes, podem comprometer a fertilidade, resultando na dificuldade para engravidar. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que cerca de 240 milhões de pessoas sejam diabéticas em todo o mundo.

Segundo o ginecologista responsável pela área de Reprodução Humana da Criogênesis, Renato de Oliveira, o fato de ter diabetes nem sempre interfere na fertilidade, mas o diabético deve tomar certos cuidados. “Controlar a doença é importante para evitar complicações que poderiam, inclusive, diminuir as chances de gravidez. No caso de mulheres diabéticas que já estão grávidas, não controlar o índice glicêmico nas primeiras semanas de gestação pode gerar má formação do embrião. Além disso, as futuras mamães estão mais sujeitas a partos prematuros”, alerta.

No caso das mulheres, o diabetes pode comprometer a fertilidade na medida em que aumenta a intolerância à insulina. “Odiabetes tipo 2 geralmente está associado a obesidade e resistência à insulina. Essas duas condições podem causar deficiência hormonal, assim como ciclo menstrual irregular e infertilidade”, explica. Já o diabetes tipo 1, ocorre quando as células no pâncreas, que produzem insulina, são destruídas por anticorpos. “Esse processo também pode afetar outros órgãos endócrinos, incluindo os ovários, e impossibilitar a gravidez”, complementa o especialista.

Mas, engana-se quem pensa que apenas mulheres diabéticas têm problemas em relação à fertilidade. Os homens também são afetados pela doença. “Devido a alta taxa de glicose, a produção de radicais livres aumenta, o que pode resultar em problemas no material genético. No caso de diabetes tipo 2,  os pacientes podem desenvolver ejaculação retrógrada, que ocorre quando o sêmen, que normalmente sai através da uretra, flui em direção à bexiga urinária. Dessa forma, não há espermatozoides para fecundar o óvulo”, diz Dr. Renato.

Para evitar que a fertilidade seja afetada pela doença, é necessário acompanhamento médico e controle dos índices glicêmicos. “Geralmente, com a doença controlada, os diabéticos têm as mesmas chances de engravidar que uma pessoa que não tenha a doença. Vale lembrar que nem sempre é o diabetes a causa de infertilidade. Por isso, é necessário consultar um especialista”, finaliza.

Sobre a Criogênesis

A Criogênesis nasceu em São Paulo e possui mais de 10 anos de experiência no mercado brasileiro. A clínica é referência em serviços de coleta e criopreservação de células-tronco, medicina reprodutiva, gel de plaquetas e aférese, incluindo a diferenciada técnica de fotoférese extracorpórea. Sua missão é estimular o desenvolvimento da biotecnologia através de pesquisas, assegurando uma reserva celular para tratamento genético futuro. www.criogenesis.com.br

Diabetes já é posta no mesmo patamar de doenças crônicas como hipertensão e câncer

Por ser silenciosa, portadores descobrem a doença em estágio avançado

Mudanças de humor, fadiga, fome e sede frequente são sintomas comuns da diabetes. Silenciosa, porém perigosa, a enfermidade já é posta no mesmo patamar de outras doenças crônicas não transmissíveis, como a doença pulmonar obstrutiva crônica, a hipertensão e o câncer. “O paciente não sente dor, muitas vezes ignora os sintomas e só descobre o problema por conta das complicações”, destaca o endocrinologista Fadlo Fraige Filho, da Beneficência Portuguesa de São Paulo.

Essa falta de atenção com a diabetes pode explicar seu crescimento na população: de acordo com a Vigilância de Fatores de Risco e Proteção de Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), os casos subiram de 5,5% para 6,9% entre os anos de 2006 e 2013.  Atualmente, uma média de 8 milhões de brasileiros já são diagnosticados diabéticos e outros 4 milhões não sabem que tem diabetes. De acordo com o especialista, a ignorância e falta de cuidados necessários podem custar muito caro: além dificultar o metabolismo da glicose no corpo e criar resistência aos efeitos da insulina, a doença pode causar cegueira e amputações.

Segundo Fraige, o risco de desenvolver diabetes está relacionado ao índice de massa corpórea da pessoa. Obesos, sedentários, idosos, hipertensos, parentes de diabéticos e mães cujos bebês tenham nascido com mais de 4 kg configuram grupos de risco.  Reconhecidos os perigos, que tal prevenir ou, ao menos, controlar este problema? Para isso, o ideal é manter hábitos saudáveis, como boa alimentação e exercícios, evitar o tabagismo, controlar o peso e a pressão arterial e realizar check ups médicos frequentes.

Beneficência Portuguesa de São Paulo participa de ação de prevenção à diabetes

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Mamas densas: risco aumentado para câncer de mama

Estudo publicado no Breast Cancer Research demonstrou a importância de não incluir apenas as mulheres com histórico de câncer de mama na família, mas também aquelas que têm mamas densas no grupo de risco. Afinal, esse é considerado um fator de risco significativo que deveria ser acompanhado de perto como forma de prevenção da doença. No Reino Unido, o número de pacientes diagnosticadas com câncer de mama está numa escalada e deve aumentar até 2030 – em parte por causa do aumento da expectativa de vida das pacientes, em parte por causa do sedentarismo, da obesidade, do consumo elevado de álcool e até mesmo pelo fato de as mulheres adiarem a maternidade para depois dos 40 anos.  Acrescentar informações sobre a densidade mamária resulta em melhor modelo de prevenção. Afinal, mulheres com mamas densas têm até cinco vezes mais chances de desenvolver câncer de mama em relação àquelas com baixa densidade mamária

De acordo com a radiologista Vivian Schivartche, especialista em diagnóstico da mama do Centro de Diagnósticos Brasil (CDB), em São Paulo, mamas densas – principalmente nos níveis três e quatro – podem dificultar a interpretação das imagens. “Na imagem mamográfica, o tecido denso aparece em branco, enquanto a gordura é caracterizada pelas áreas escuras. Como os tumores também aparecem em branco nessas imagens, é mais difícil diferenciar o que é tecido altamente denso de um tumor. Os avanços da mamografia nos últimos anos, quando passou de um simples exame em filme para um exame digital e, mais recentemente, para um exame em três dimensões (tomossíntese), caminham na direção de aumentar a detecção de tumores cada vez menores. Ao lado disso, a ultrassonografia também auxilia a encontrar alterações no meio do tecido denso”.

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Novembro Azul: homens conquistam vida saudável pós câncer de próstata

Urologista do Einstein explica que a recuperação é rápida e os possíveis efeitos colaterais são tratáveis com tecnologias cada vez mais acessíveis

A prevenção e a detecção precoce são os melhores caminhos para evitar os efeitos graves do câncer de próstata, como alerta a campanha do Novembro Azul,  mês dedicado à conscientização sobre a doença. Apesar de tanta informação disponível, por que alguns homens ainda são resistentes a procurar ajuda médica? Especialistas alertam que – além do preconceito do exame – muitos ainda temem os efeitos do tratamento da doença, acreditando que podem ficar debilitados pela cirurgia.

A verdade é que o tratamento de câncer de próstata tem rápida recuperação e todos os possíveis efeitos colaterais são tratáveis de forma cada vez mais acessível no Brasil. “O câncer de próstata é uma doença muito frequente e pode ser curada, desde que diagnosticada precocemente. O homem não deve deixar de procurar seu urologista por medos infundados. As consequências do tratamento do câncer podem ser tratadas adequadamente, mas a evolução do tumor, sem tratamento, pode levá-lo a uma situação de impossibilidade de cura”, alerta o urologista Luis Seabra Rios, do Hospital Israelita Albert Einstein.

O médico explica que a recuperação tem duas fases. Na primeira, que dura de sete a 14 dias, é mantida uma sonda uretral de proteção. “Retirada esta sonda, o paciente volta a urinar espontaneamente e fica em observação, para saber se está tudo bem”, explica. Se não houver efeitos colaterais na cirurgia, o paciente volta a vida normal em quatro semanas.

Sem efeitos

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Mês do doador de sangue

No mês do doador de sangue – dia 25 de novembro é o Dia Nacional do Doador  Voluntário de Sangue – o curso de Idiomas Yázigi e o Banco de Sangue de Ilhéus, estão promovendo uma campanha de incentivo a doação voluntária de sangue. Até 28 de novembro qualquer pessoa que doar sangue no Hemocentro de Ilhéus pode passar na escola, retirar um brinde e depositar o atestado de doação numa urna para participar de um sorteio de uma bolsa integral do curso de inglês para o 1º
semestre de 2015.

A campanha faz parte da gincana da escola, Passaporte Yázigi Ilhéus, que premiará um de seus alunos com uma viagem com acompanhante para Miami. Assim os alunos também são incentivados a levar doadores para conseguir pontos para a
gincana.

Cada doação de sangue pode salvar até 3 vidas e o Banco de Sangue precisa de uma média de 800 bolsas por mês (número dificilmente alcançado). Todos com boa saúde, com mais de 50 kg, maiores de 16 anos (com autorização dos pais) e menores de 69 anos, que não tenham histórico de malária ou hepatite, podem doar sangue. Não é necessário jejum e o procedimento é seguro e indolor.

O Banco de sangue promove vários eventos neste mês para poder conseguir mais doadores, pois com a proximidade do fim de ano há um aumento da necessidade de  doações.

O  Banco de Sangue de Ilhéus fica na Ladeira do Café e o Yázigi, na Avenida Soares Lopes  1460. Maiores informações 3231-8299.

Att
José Morais
Gestor
Yázigi Ilhéus

Infertilidade masculina é responsável por cerca de 40% dos casos de dificuldade para engravidar

Infertilidade masculina é responsável por cerca de 40% dos casos de dificuldade para engravidar
Varicocele é uma das principais causas de infertilidade masculina

Se até pouco tempo a infertilidade conjugal era considerada um problema exclusivamente feminino, hoje se sabe que cerca de 40% dos casos de infertilidade de um casal são atribuídos à mulher, 40 % aos homens e em 20% dos casos o problema está presente em ambos os parceiros. “É de fundamental importância que o homem tenha acompanhamento médico e participe junto com a sua parceira da investigação para diagnóstico e tratamento da infertilidade”, afirma o médico Joaquim Lopes, especialista em Reprodução Humana e diretor do Cenafert – Centro de Medicina Reprodutiva, em Ondina. Segundo o médico, a varicocele (varizes na bolsa escrotal) é uma das causas mais comuns da infertilidade no homem e consiste na dilatação anormal das veias que drenam o sangue na região dos testículos.

A doença, que ocorre principalmente a partir dos 15 anos, compromete o fluxo venoso, causando o acúmulo de substâncias nocivas no órgão e o aumento da temperatura local, o que pode acarretar diminuição na produção e na qualidade dos espermatozóides, conseqüentemente, comprometendo a capacidade de fertilização do óvulo. Podem acontecer dores e inchaços na região, mas em grande parte dos casos a doença é assintomática, não afeta a vida sexual, e, muitas vezes, só é descoberta quando o paciente não consegue engravidar sua parceira. O espermograma (exame de análise laboratorial do sêmen) é indispensável na avaliação do fator masculino no casal infértil.

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Medula Óssea

Diabetes não controlado pode ocasionar Doença Renal Crônica

Hospital Alemão Oswaldo Cruz alerta para os riscos de doenças que atacam silenciosamente

São Paulo, 27 de outubro de 2014 – A crescente prevalência do diabetes no Brasil e no mundo tem tornado mais frequente também a ocorrência de Doença Renal Crônica. Quando associado ao diabetes, esse problema se desenvolve de maneira silenciosa e gradativa, podendo ocasionar a perda de função renal e a necessidade de tratamento com diálise ou transplante, impactando na qualidade de vida e aumentando o risco de morte prematura. Nos Estados Unidos, o diabetes melito é a principal causa para iniciar o tratamento dialítico e no Brasil, a segunda causa, perdendo apenas para hipertensão arterial.

Também conhecida como nefropatia diabética, a Doença Renal Crônica em pacientes com Diabetes é resultado da longa exposição à glicemia elevada, associada ao mau controle da pressão arterial, dos níveis do colesterol, do hábito de fumar, do aumento do peso e também de fatores genéticos. Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, a chance de um portador de diabetes ter algum grau de nefropatia diabética é cerca de 30%.

Segundo o Dr. Américo Cuvelo Neto, Coordenador do Centro de Nefrologia e Diálise e Membro do Corpo Clínico do Centro de Obesidade e Diabetes do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, a insuficiência renal em estágio avançado nos pacientes com diabetes é caracterizada por aumento dos níveis de creatinina e uréia no sangue, e por sinais e sintomas como falta de apetite, fraqueza geral, náuseas, anemia, inchaço no corpo devido à retenção de água no organismo, aumento da pressão arterial, do potássio e acidose metabólica. “Neste quadro, o rim é incapaz de controlar a concentração de vários sais vitais para o corpo, do volume de líquido e de excretar substâncias tóxicas ao nosso organismo. Nesta fase, é necessária a utilização da terapia renal substitutiva, ou seja, a diálise. Além disso, quando o diabetes afeta os rins, o controle glicêmico deve ser individualizado e é preciso pesar os riscos devido à maior chance de ocorrência de hipoglicemia”, afirma Dr. Américo.

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Usuários de computador estão sujeitos a trombose venosa

O uso de meias de compressão é uma das recomendações para evitar o problema

Você ainda vai ouvir falar de “trombose venosa eletrônica”. Segundo o Dr. Newton de Barros Jr., cirurgião vascular e Professor Associado da Escola Paulista de Medicina, pessoas que trabalham com computador e que permanecem sentadas por várias horas seguidas, estão sujeitas a trombose nas pernas que podem resultar em embolias pulmonares. “Estamos notando a incidência crescente desse tipo de caso, o que é preocupante pois temos hoje um grande contingente de pessoas que trabalha horas seguidas diante de um computador, sem a consciência de que esse tipo de atividade pode acarretar graves problemas de saúde”, explica Barros Jr.

 

Audace -Panturrilha Natura_Ponteira fechada.JPGUma pesquisa da Universidade da Carolina do Sul, nos Estados Unidos, publicada na revista “Medicine & Science in Sports & Exercise”, evidenciou que o sedentarismo, especificamente o tempo em que um indivíduo fica sentado em frente a um computador, televisão ou até mesmo dirigindo um carro, é capaz de elevar em até 64% o risco de morte por doenças cardiovasculares em homens. Para o Dr. Barros Jr, há atividades profissionais hoje em dia que são exercidas diante de computadores por várias horas, como atendentes de call center, operadores de equipamentos e até profissionais da área de administração, que passam as 8 horas de trabalho sem se mover da cadeira:

 

As pesquisas médicas mostram já há alguns anos que ficar sentado muito tempo faz mal. Entre 1980 e 2000, o tempo que os norte-americanos passaram sentados aumentou 8% e isso está relacionado à natureza do trabalho nos dias de hoje, quase todo ele mediado por computadores. Esse modo de trabalhar é totalmente incompatível com a natureza do nosso corpo, que simplesmente não foi projetado para passar Actitud Preta.jpglongas horas sentado”.

 

Na maior parte dos escritórios no país, não há estímulos a atividades físicas. Segundo o Dr. Barros, para profissionais que passam às vezes até 10 horas por dia na frente do computador, alguns cuidados são fundamentais como intercalar exercícios com os pés e caminhadas aos períodos de inatividade e usar meias de compressão que ajudem a manter o fluxo de sangue das pernas para a parte superior do corpo:

 

Já recomendávamos o uso de meias de compressão para aquelas pessoas que tinham que ficar sentadas em voos de longa duração, ou até mesmo em viagens de trem ou de automóvel por períodos superiores a 5 ou 6 horas. Agora, percebemos que as mesmas recomendações precisam ser feitas a pessoas que ficam diante de computadores o dia todo. Interromper o trabalho a cada duas horas, exercitar os pés, fazer caminhadas e usar meias de compressão no dia a dia podem reduzir drasticamente a incidência de trombose venosa decorrente de sedentarismo”, orienta o Dr. Barros.

 

Trombose – A trombose venosa profunda é a formação de coágulos nas veias profundas das pernas e que costuma ocorrer em função da inatividade física. Esse trombo pode se fragmentar e correr pela corrente sanguínea, indo se alocar no pulmão e impedindo a respiração: É a embolia pulmonar. “Os sintomas de uma embolia pulmonar decorrente de trombose venosa são falta de ar aguda, tosse e dor no peito. Podem ser confundidos com outras doenças tais como bronquite ou problemas cardíacos e em poucos casos são causa de morte súbita. Há pacientes com embolias pequenas e podem nem apresentar sintomas, mas se a embolia for causada por êmbolos maiores a chance de óbito é considerável. A trombose venosa do viajante ou a trombose venosa eletrônica pode ser prevenida: caminhar ou fazer exercícios a cada duas horas e utilizar meias de compressão anti trombose ”, alerta o médico.

Mitos e verdades sobre disfunção erétil

Uma doença tão comum quanto desconhecida

A disfunção erétil, popularmente conhecida como impotência sexual, atinge em algum grau cerca de 50% dos brasileiros acima dos 40 anos ou 25 milhões de pessoas. No entanto, essa incidência massiva não quer dizer que existe um amplo conhecimento de homens e mulheres sobre essa doença que cresce anualmente em todo o mundo e possui estreita relação com problemas de saúde epidêmicos como o diabetes e doenças cardiovasculares. No Brasil, o assunto continua negligenciado no ambiente familiar e nas relações íntimas e infelizmente se mantém cercado de muitos tabus.

Para lançar luz sobre o tema, a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) concentrou este ano parte de suas atividades educativas para orientar as pessoas sobre a gravidade da disfunção erétil. Lançou no primeiro semestre a campanha nacional DE VOLTA AO CONTROLE – www.devoltaoacontrole.com.br – e vem reforçando cada vez mais o papel do urologista e de sua equipe multidisciplinar no diagnóstico correto da disfunção erétil e na indicação dos tratamentos adequados.

Abaixo, os urologistas da SBU Archimedes Nardozza e Antonio de Moraes, porta-vozes da campanha DE VOLTA AO CONTROLE, esclarecem ao público os principais mitos e verdades sobre a disfunção erétil.

 

1 Ter dificuldade de alcançar e manter uma ereção, esporadicamente ou em raras situações, é um indício de que o homem tem disfunção erétil.

MITO – O fato de o homem eventualmente “falhar na hora H” não significa que tenha disfunção erétil ou impotência sexual. A doença pode estar presente quando há total incapacidade ou inconsistência para se atingir uma ereção ou a tendência de se sustentar ereções curtas é recorrente. A Sociedade Brasileira de Urologista disponibiliza no site www.devoltaaocontrole.com.br/teste um teste preliminar para o homem que está em dúvida se tem a doença. A entidade sempre orienta o homem a se consultar com o urologista, especialista no assunto que poderá atendê-lo com o auxílio de outros profissionais, como psicólogo, cardiologista e endocrinologista.

2 O homem desenvolve a disfunção erétil basicamente por causa do estresse da vida moderna e da ansiedade cada vez mais presente nas pessoas.

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Segundo pesquisa, brasileiros subestimam o acidente vascular cerebral

Pesquisa da World Stroke Organization e da Covidien mostra que população possui pouco conhecimento sobre a prevenção contra o acidente vascular cerebra – mulheres são as mais impactadas

São Paulo, Brasil – 22 de outubro de 2014 – Apesar de ser a segunda principal causa de morte no mundo, muitos brasileiros ainda não reconhecem a ameaça que o acidente vascular cerebral (AVC) representa. De acordo com um novo estudo de opinião pública patrocinado pela Covidien e a World Stroke Organization (WSO), é preciso reforçar os sinais de alerta associados a doença com toda a população brasileira.

A pesquisa mediu o conhecimento sobre os acidentes vasculares cerebrais e a prevenção contra os mesmos em adultos com idades entre 18 anos ou mais no Brasil e constatou que, apesar de a maioria dos entrevistados ter dito que estão bem informados sobre o AVC, apenas 18% percebem que cerca de uma em cada seis pessoas sofrerão um acidente vascular cerebral e, apenas 13% entendem que as mulheres são mais propensas que os homens a sofrer um acidente vascular cerebral.

“O acidente vascular cerebral afeta uma em cada seis pessoas em todo o mundo, portanto é fundamental que enfatizemos o risco e as medidas que as pessoas podem tomar para evitar um AVC”, disse o Dr. Rodrigo Meirelles Massaud, neurologista do Hospital Albert Einstein. “O acidente vascular cerebral é a segunda principal causa de morte no mundo e no Brasil. Todos podem ser úteis para salvar uma vida, se souberem o que fazer. Os resultados dessa pesquisa identificam uma lacuna significativa – mas tratável – no conhecimento quando se trata de consciência sobre o acidente vascular cerebral”.

Os resultados adicionais da pesquisa no Brasil incluem:

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