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:: 17/nov/2012 . 21:44

O aniversário da GRINGA DA RUA DA LINHA

O futuqueiro começava cedo porque quando terminasse a missa das 17 horas as ‘meninas’ do coral e as colegas da Igreja chegavam aqui na rua da Linha, no nº 130. Só uso “Bento Berilo” quando é para assuntos jornalísticos. Em toda a minha vida eu nunca ví sobrar um pedaço do bolo. Aquelas meninas da Igreja comiam com gosto rsrsrsrs Os padres, ao longo dos tempos, foram descobrindo o endereço e baixavam aqui também. Tem um mesmo que 80% daquela “barriguinha” foi criada aqui.

Importante dizer que era uma festa. O assunto? os mais variados: santos, papas, bispos, padres, reforma de igreja, escolha de hinos, de mensagens, vela, altar, flores, procissão etc. Imagine: aquelas “meninas”, falando ao mesmo tempo e cada uma mostrando mais conhecimento no tema religiosidade rsrsrsrs

Refrigerantes, bolos, salgadinhos e docinhos. Tinha um tal de perguntar: Geny ainda tem daquele docinho que minha neta adora? tinha e lá ia a gringa fazer o amarradinho para a “netinha”. Uma traíra, certa vez, entregou a colega dizendo que ela não tinha neta. A gringa disse que era pra guardar segredo e fazer de conta que era verdade …

O dengo dela era com a São Jorge. Ela ia – é bem verdade – na Catedral, participava, cuidava, mas o dengo era a São Jorge mesmo. Acho que foi daí que a minha ligação começou… Quando o bicho pega é pra lá que eu vou. Posso dizer, sem medo de errar, que conheço cada cantinho daquela igreja e de tanto fazer piseiro por lá fiquei cheio de intimidade com os Santos que “moram” alí.

Lembram daquela frase manjadinha que diz ninguém morre quando permanece vivo nos nossos corações? Poiszé. É verdade mas a gringa preparou a gente nos exemplos, na dedicação, visão centrada na família (é da raça), amizade franca e leal, solidário, acudir, fazer etc…

Veja a sabedoria:

Nós (Zé, Naldinho e Tinho) fomos bombardeados de ensinamentos, mirávamos nos exemplos, enfim, tudo dentro dos conformes. O tempo passou, nós crescemos e não tem um dia que ela não apareça nas nossas vidas. Numa ajuda, num conselho, num simples ouvir, na gratidão, no reconhecimento, enfim, no nosso dia a dia ela está presente e até, na maioria das vezes, tenho a impressão que ela está falando, dizendo, sugerindo. A massificação do ensinamento deu nisso …

Para quem tem um pezinho “lá” é como se, nestante ou a qualquer momento, a gente vai se encontrar e seguirmos normalmente o que Ele escolher e ou determinar …

Hoje, pra mim, é um dia de alegria, boas lembranças, boas risadas e inúmeras recordações.

Mais viva do que ela está é impossível.

Que meus amigos lá do CÉU sob a batuta do CALUNDUZENTO e com os bálsamos de ZOINHO DE MÃE recebam meus sinceros agradecimentos porque me ajudaram e muito a entender e aceitar a morte como o principal sinal de VIDA.

Bjão pra todos daí de CIMA, pros daqui de baixo e grato por espalhar um perfiume de JASMIM aqui na ‘redação’ enquanto eu estava escrevendo essas linhas rsrsrsrsrsr entendí o sinal rsrsrsrsrsrsrsrsrs referente ao “VIVER” rsrsrsrsrs

+Bjos

Roberto Rabat Chame (Tinho)
e, conforme os ensinamentos, rsrsrsrsrsr Reynaldo Rabat Chame (Naldinho) e José Rabat Chame (Zé).

DEMARCAÇÃO: O TEMPO É O NOSSO PRINCIPAL ALIADO. DESDE QUE, FAÇAMOS A NOSSA PARTE.

por Edgard Siqueira

Tenho dito reiteradas vezes que O TEMPO É O NOSSO PRINCIPAL ALIADO. O tempo de acontecer às mudanças em andamento na atual legislação. E as possibilidades são muitas. Por isso,  temos que fazer a nossa parte.

Não! Não sou advogado, não sou jurista e nem operador do direito. Mas, sei ler e entender algumas coisinhas. Como por exemplo, o que escreveu o Professor de filosofia Denis Rosenfield, da UFRGS, “No contexto do julgamento do mensalão e das eleições municipais, dois fatos da maior importância passaram despercebidos. Um, a suspensão indefinida da Portaria 303 da AGU, que, finalmente regulamenta as condicionantes do julgamento da Raposa Serra do Sol. O outro, uma decisão do ministro Marco Aurélio de Melo (STF) relativa a uma área determinada no município de Labrea, no Amazonas, tornando validas as condicionantes da Raposa Serra do Sol para esse e outros casos”.

Segundo Rosenfield “O acordão do STF relativo ao julgamento da Raposa Serra do Sol não foi até hoje regulamentado, passados longos cinco anos de insegurança jurídica. Certamente o Supremo não julgará os embargos ainda este ano, postergando tudo para o ano que vem se é que esta questão voltará entrar em pauta em 2013. Neste meio tempo a FUNAI  esta acelerando a identificação e demarcação, como se a nossa Suprema Corte nada tivesse decidido. (Por aqui alguns também têm pressa).

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Defensoria escolherá representantes da Ouvidoria Cidadã em Ilhéus

A diretoria da APPI-APLB-Sindicato, Delegacia Sindical Costa do Cacau, está convidando todos os segmentos da sociedade civil organizada para participar, na próxima segunda-feira, dia 19, da Audiência Pública para discutir sobre a escolha dos representantes de Ilhéus no Grupo Operativo da Ouvidoria Cidadã da Defensoria Pública do Estado da Bahia. O encontro acontecerá às 9 horas da manhã, na Câmara de Vereadores, e vai reunir representantes de entidades que compõem a sociedade civil organizada, com atuação em áreas afins às de competência da Defensoria Pública da Bahia, interessados em integrar o Grupo Operativo da Ouvidoria.

A APPI já participa do Grupo Operativo da Ouvidoria Cidadã da Defensoria Pública do Estado da Bahia, tendo como representante o professor Pascoal João dos Santos, que vem desenvolvendo atividades para aproximar a sociedade da Defensoria Pública onde os cidadão tem acesso a informações acerca de seus direitos e deveres. Os novos representantes do Grupo Operativo da Ouvidoria Cidadã serão eleitos num processo de discussão com representantes de organizações sociais e com o cidadão comum, em diversos municípios do Estado, na tentativa de promover a necessária aproximação entre as expectativas do povo e a administração pública.

A Ouvidoria Externa da Defensoria Pública da Bahia é a segunda no país com esse caráter, porém a primeira a desenvolver uma metodologia que prima pela aproximação das pessoas no seu processo de tomada de decisão, instituindo um grupo de aconselhamento oriundo de representações com atuação comprovada no seio do movimento social. O trabalho é feito através de ações descentralizadas, que atendem as características e necessidades regionais, além de atentar para as peculiaridades sociais, étnicoraciais, de gênero dos sujeitos, além de outras variantes. Durante a audiência pública em Ilhéus os representantes da Ouvidoria Geral do Estado da Bahia estarão fazendo a apresentação institucional da Defensoria Pública, da Ouvidoria, bem como do conteúdo do edital publicado no dia 07 de novembro convocando para a escolha dos novos representantes.

APPI-APLB/Sindicato – Delegacia Sindical Costa do Cacau

BAÍA DO PONTAL – QUE FUTURO TE ESPERA?!

01

Temos notado que a Baía do Pontal, cada vez mais está evidenciando o seu assoreamento. Já é possível observar uma nova “coroa” (Banco de Areia), que surgiu aproximadamente em 2011.

Tudo isso, são reflexos da má distribuição das chuvas, principalmente nas cabeceiras dos rios Colônia e Salgado, que são os dois principais formadores da Bacia do Rio Cachoeira.

Vale ressaltar, que a quantidade de chuva em milímetros (mm), em média, é praticamente a mesma dos últimos 40 anos, o que alterou na verdade são as intensidades irregulares destas chuvas ao longo do ano, ou seja, chove de uma só vez uma quantidade que seria o esperado para um mês, num tempo de 48 horas, por exemplo.

Com isso, ocorre uma maior erosão, onde os solos são arrastados com mais intensidade, devido exatamente incidir na metade superior da bacia hidrográfica, uma vegetação predominantemente de gramíneas, ocorrentes de maneira geral em pastos limpos (manejado) e pastos sujos, notadamente no Rio Colônia.

 

02

E é justamente no Rio Colônia, que deverá ser construída uma barragem, represando suas águas, para o Sistema de Abastecimento de Água da cidade de Itabuna num futuro bem próximo.

Os especialistas nesta área são sabedores que com isso, o volume de água após a barragem, terá uma redução significante, levando o Rio Cachoeira e principalmente na sua foz, na Baía do Pontal, um assoreamento que no nosso entender, será num prazo máximo de 05 anos, caso as medidas complementares não sejam realizadas ao mesmo tempo.

Isto já foi constatado na foz do Rio Jequitinhonha, na cidade de Belmonte, com a construção de uma barragem nas proximidades da cidade de Itapebí com a BR-101. Nesta foz, houve o fechamento total da saída das águas para o mar, tão era a diminuta quantidade de água, tornando-se uma grande lagoa, ou represa natural. Com isso, causando um prejuízo enorme para os pescadores que dependiam da pesca de “alto mar”; por um bom tempo. Só depois com ajuda de “máquinas pesadas”, foi possível desobstruir a passagem do rio para o mar.

É bom lembrar, que a Bacia do Rio Jequitinhonha é bem superior a Bacia do Rio Cachoeira, então está claro que num futuro próximo teremos problemas gravíssimos na nossa Baía do Pontal. E mais uma vez, informamos que isto só ocorrerá se nada for feito no tempo certo.

Queremos também deixar bem claro, que não somos contra a barragem para suprir o complemento no abastecimento de água de Itabuna, pois com o crescimento populacional desta cidade nos últimos 10 anos, já necessitava desta nova captação, que inclusive já deveria ter sido resolvido há muito tempo.

A questão é que o Poder Público atente para isso e faça os devidos investimentos com antecedência, ao longo do Rio Cachoeira e sua foz, para que no futuro, não tenhamos coisa parecida com o que vem ocorrendo com a ponte Lomanto Júnior, onde se deixou tudo pra última hora, e o resultado não merece nenhum outro comentário qualquer. Além de tudo isso, ainda temos o recuo de maré neste trecho, provocado pela construção do Porto Internacional do Cacau, que também contribuiu para o estreitamento da entrada da barra.

Fica aqui nossa observação em TEMPO, porque depois o remendo não vai dar certo.

Rezende

MINUTO MAÇÔNICO

por José Everaldo Andrade Souza .’.

 Trabalho em Loja

 

Ir.’. Everaldo.

Ir.’. Everaldo.

A Maçonaria é, antes de tudo, uma escola em que individualidades escolhidas e animadas pelo espírito progressista vêm, inicialmente, aprender para si mesma, e em seguida ensinar aos outros as doutrinas morais, filosóficas e sociais que preparam a evolução no sentido de progresso humano tal como o conhecemos, isto é, dentro da Liberdade, da Justiça e da Paz.

Os trabalhos ritualísticos são caminhos mais seguros que conduzem ao ensino filosófico. Uma peça de arquitetura sobre um assunto maçônico não é uma dissertação teológica sobre um assunto de convenção; é um estudo que, sempre, por um lado, há de referir-se às altas questões de Doutrina, de Filosofia, de Moral ou de Sociologia.

Os trabalhos ritualísticos formam realmente a base essencial da obra de ensino das nossas Lojas, e serão o prefácio obrigatório e fecundo de uma outra categoria de trabalho e Loja: as conferências sobre vários assuntos, seguidas geralmente de uma discussão contraditória, da qual caberá a cada Irmão tirar as conclusões no segredo de sua consciência.

Deste modo, vê-se que a razão de ser verdadeira dos trabalhos de uma Loja maçônica é educar e instruir os seus membros não em assuntos que são tratados no mundo profano, mas nos princípios maçônicos e nos conhecimentos que possuam real fundamento iniciático.

Esse espírito de progresso regula a orientação e a organização das atividades das Lojas, não em suas manifestações tradicionais que permanecem idênticas, mas em todas as suas pesquisas, em todos os seus trabalhos, em todas as suas ações para o aumento em qualidade de seus adeptos, e depois, por eles, de todos os seres que o rodeiam.

A boa organização dos trabalhos em Loja necessita que eles se coadunem com os princípios e as metas da nossa Associação.

Os organizadores do trabalho em Loja deverão lembrar-se sempre: em primeiro lugar, o “Progresso Moral”, individual, de inicio, coletivo; em seguida, até atingir a unidade moral da humanidade.

Esse processo, absolutamente notável em seu principio, não pode, contudo, produzir o seu pleno efeito se não for condicionado pelo que traz cada um em beneficio de todos.

“O trabalho Maçônico concretiza-se, dessa maneira, pela educação e pela instrução do adepto só de certa forma, a fim de que ele possa determinar-se a seu modo, em vista do seu desenvolvimento intelectual e moral.”

O plano de trabalho deve ser organizado pelas Luzes da Oficina, plano que deve ser posto em ação de maneira razoável, gradativa e sábia.

Alfredo Amorim da Silveira em: Contra FOTO não há argumento..

(in) JUSTA HOMENAGEM

O que está acontecendo nos bastidores da nossa cidade são situações por demais hilárias e terríveis, estamos relembrando a velha sucupira.
Vejam senhores e senhoras! A centenária ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE ILHÉUS,tomou uma atitude neste momento quando se prepara para comemorar seu centenário, que não condiz com sua grandiosa história.
Será que esta centenária senhora levada por sua idade avançada não sabe mais o que está fazendo? Esta (in) merecida homenagem ao nosso alcaide é de uma infelicidade sem precedentes, premiando e valorizando o pior prefeito de todos os tempos que passou pelo Palácio Paranaguá.
Admira-me que a sua diretoria composta de pessoas lúcidas e inteligentes se reúna e resolva prestar uma homenagem esdrúxula e fora de tempo a um gestor público que alcançou 100% de rejeição junto à população de Ilhéus.
Às vezes a idade ajuda a gente a ter mais sabedoria e discernimento, mas no caso da gloriosa ACI, é um problema neurológico em estágio avançado.
Espero que o novo alcaide que vai tomar posse em janeiro não receba uma homenagem desse tipo, senão a cidade vai sumir do mapa.
Fico triste porque conheço muitas pessoas da atual diretoria e outras que por ali passaram e marcaram com grandes atuações a presença da nossa ACI na comunidade.
Cada vez mais é difícil entender o que se passa na cabeça das pessoas.
A (in) justa homenagem já está marcada e vamos aos discursos, aos elogios, aos agradecimentos.
Senhor! A idade está me proporcionando a presenciar fatos inusitados e que nos faz duvidar ainda mais das ações dos homens enquanto aqui na terra.
ZÉCARLOS JUNIOR

























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