PSICOMUNDO – PAZ PELA COMPREENSÃO – 68ª PARTE
Pelas constantes modificações que vem passando o nosso mundo moderno, pouco se oferece de boas qualidades analisando as percepções de que somos destinados a serem os portadores dos dons que nos elevam aos recíprocos respeitos em todos os sentidos da vida. Existem grandes os momentos de dificuldades para compreender importantes assuntos acerca da mútua confiança interpessoal, a obediência às leis e a confiança nas instituições é considerada componente central de um padrão cultural democrático. Estamos impressionados diante de tantas irregularidades que se estendem todos os dias, sempre relacionadas ao mau caráter de muitos homens públicos, em sua superlativa essência de ausência de honestidade e indignos sentimentos.
Manter a prudência, usar a calma como valioso sentimento que ofereça força para chegar aos caminhos que nos levem à robusta confiança, a solidariedade e a magnânima tolerância com a grande generosidade de coração aberto ao bem que fomos criados, são resultados atributos do comportamento cívico que deve existir dentro de cada cidadão que se faz respeitar. Sacrificaram os direitos e as igualdades sociais, e agora ter ou não ter responsabilidade não faz parte como mérito da conduta humana há muito tempo no Brasil.
Aceitar a própria decisão de outra pessoa nem sempre traduz a capacidade de escolha de pessoas numa sociedade sóbria e inteligente. A força da relação entre a confiança e as várias formas de comportamento; as atitudes políticas podem ser testadas por um conjunto de dados, enquanto que em outros, seria extremamente limitado. É duro ter que escrever sobre situações em que existe uma quebra de confiança em um serviço ou marca, marcando uma luta desigual na tentativa de exterminar das tacanhas falcatruas que destrói, estaremos corrompendo todos nós. Por exemplo, o grau de confiança entre duas pessoas ou mais, é determinado pela capacidade que elas têm de prever o comportamento uma da outra, dentro de uma ou várias classes sociais. Será que todos os brasileiros têm consciência da passagem pelos caminhos dessa ética?
No entanto, devemos ter consciência a fim de analisar as ações das pessoas em todas as direções e medir suas qualidades nesse sério sentido de vida. Aceitar a decisão de outra pessoa nos faz crer que alguém realmente pode nos ajudar desinteressadamente. Existem pessoas que mudam de amizades igualmente como de trajes. Não podemos entender as traições premeditadas ao bel-prazer, as quais criam sofrimentos dentro da alma humana, pois esquecer pode ser fácil; desculpar é um assunto dependente de individualizada situação ponderável, e perdoar deploráveis enganos provenientes de ações de maldades desnecessárias, é às vezes pouco fácil de ser um gesto bem executado, porque precisa existir a pureza do espírito revestido de muito amor.
É preciso gostar muito dos justos sentimentos de renuncia a certos atributos humanos pela elevação da humildade, e acreditar que vale a pena investir na leal relação afetiva para que esse processo aconteça de verdade. Sim, é um processo e exige muita paciência da parte do traidor, assim como um enorme investimento de energia de ambos. Confiar em outras pessoas é muitas vezes considerado ato de amizade ou amor entre os humanos, que costumam dar provas dessa confiança. Perdoar uma traição que foi esmerada friamente pela vontade de outra pessoa para atingir violentamente os mais importantes sentimentos da outra, não é uma das coisas mais fáceis de fazer na vida.
A traição articulada disfarçadamente ao bel-prazer cria sofrimentos dentro da alma humana e esquecer pode ser pouco fácil, e perdoar é um assunto dependente de cada situação ponderável e perdoar uma traição não é uma das coisas mais fáceis de ser realizada com perfeição. É preciso gostar muito e acreditar que vale a pena investir na relação para que esse processo aconteça de verdade. Sim, é um processo e exige muita paciência da parte do traidor, assim como um enorme investimento de energia de ambos.
O melhor conselho que uma pessoa pode oferecer a qualquer ser humano diante dos seus sofrimentos e agruras recebidas no cotidiano da sua existência, às vezes por tentativas de injusta desconfiança é o silêncio que traduz relevante alerta às pessoas para que aprendam a gostar de si próprias! Porque se não gostarmos de nós e do que somos, se perdemos a autoconfiança, sentiremos muita falta da capacidade de sentir as forças necessárias quando formos enfrentar as tarefas do dia a dia. E quando perdemos as qualidades de seguir em frente para alcançar o que nos fará bem, e muitas vezes buscar de volta os ideais desperdiçados ou tragicamente perdidos com passar do tempo. É observado tantas vezes que o juízo humano desaparece pela capacidade humana de sobrevivência nas crises administrativas.
Vale ressaltar a importância da decisiva valorização pessoal ligada aos destinos de todos os brasileiros, não importando os péssimos homens públicos e as classes sociais desajustadas. Necessitamos seguir na busca dos padrões com projetos sólidos, fazemos parte de tudo que possa valorizar o mundo e trazer benefícios com muita paz e solidariedade ao nosso imenso País. Os homens públicos precisam acabar com as suas desorganizadas discussões cheias de inverdades, promessas visionárias trocadas por anseios de supostos votos, e tomarem conhecimentos de que o Brasil tem somente necessidade de homens sérios e trabalhadores.
Eduardo Afonso – Ilhéus-Bahia
—
Para ler a 67ª PARTE clique AQUI.


























































