Chegamos ao fim de um ano mais uma vez cheio de incertezas e contradições. É a retrospectiva da passagem do tempo em nosso universo em que as pessoas pouco viveram a paz. As suas dúvidas e reclamações não as deixaram verificar as resoluções de tantos problemas criados por imaginações impopulares dos homens públicos. Ninguém jamais poderá continuar a enganar o povo. A sua voz é soberana e quando for necessário o uso da hora da verdade, os que usam a malandragem para gozar de benefícios próprios serão agraciados pela perca da confiança limitando a sua dignidade e todos continuarão dando enormes berros: como os políticos são desonestos e corruptos no Brasil!

Torna-se muito importante entender que tantos conhecimentos adquiridos pelos homens ao longo da vida, em alguns casos deram apenas tristes resultados! É patente a informação que só damos o que recebemos, ou mesmo trazemos de herança nos exemplos colhidos no decorrer de uma boa convivência dentro da sociedade. Aí se inicia a tradução maior da riqueza moral e material. É mistura confusa do ser com o ter, e nessas circunstâncias precisamos medir e controlar os impulsos da nossa vontade de querer e poder. Assim, não devemos imaginar que amor e a caridade são atribuídos a sentimentos iguais, pois a caridade sem amor não existe.

Diante da necessidade urgente da caridade e da solidariedade humana ficamos sem entender tantas coisas! Existem  pessoas que se emocionam diante da ausência dessas carentes afinidades pelo mundo afora. E, se o amor é um sentimento infinito, temos que caracterizá-lo em sua plenitude o “infinito do amor”. Já tendo ouvido e lido tanto buscando exprimir a exatidão do amor, infelizmente pouco se  acha da sua real definição, é muito mais do que nós imaginamos! Quem sabe, um dia possamos entender a sua plenitude na imensidão dos inúmeros e indefinidos mistérios celestiais. Com a ajuda do nosso Deus Criador, Ele que todos os dias nos auxilia e nos mostra a verdadeira paz dentro do nosso planeta chamado Terra, na evocação da sublime mensagem: “amai-vos uns aos outros, como Eu vos amo”. Como uma sábia exclamação: aproveitem a vida, se liguem no tempo bom e sejam felizes.

Passamos por grandes mudanças e vivemos num Universo onde a vida deveria ser sempre um encontro de memoráveis abraços! Sim, porque sabemos que a vida é um encontro, muito embora existam vários desencontros na vida! Além das circunstâncias de que ninguém vale nada sozinho! As realizações humanas vêm sendo desenroladas num mundo atualmente em formato de teatro, cuja peça de maior valor deveria ser a originalidade das pessoas em seu caráter, temperamento e personalidade! Ter uma visão otimista para refletir acerca da capacidade de harmonizar as dificuldades que trazem as incertezas das existências da união e da paz.

Podemos observar que nos instantes de afinidades entre pessoas existem inúmeros momentos de expressivas alegrias de seres humanos que ainda se abraçam, e mesmo assim, é pouco para o amor ser assim de valor tão diminuto em virtude das aparências, muitas vezes falta seriedade nos sentimentos! Então devemos criar a concepção na imagem do amor numa enorme avalanche perpetuada pelo mundo, com a idéia que o amor tem posicionamento de suprema eternidade, sendo um sentimento necessariamente divisível, devendo ser bem partilhado por todas as criaturas nesse lindo e imenso Universo de encantos e desencantos!

O mundo é muito imenso para comportar tantas aptidões magníficas, e, eis que aparece perdido pela rua um homem velho e cansado, pedindo uma moeda para adquirir um pão no anseio de sanar a sua fome material, e alguém lhe estende a mão atendendo seu pedido, julgamos ser a beneficência do ato de amor. Entretanto, numa outra imagem, passando pela porta de uma casa, verifica-se a família reunida numa mesa farta e num ambiente de harmonia, e todos rezam e agradecem aos céus as dádivas do alimento para o corpo, são contentamentos tudo em nome do amor. É o agradecimento por momentos de graça e beleza alcançados pela vida.

Eduardo Afonso (73) 8844-9147 – Ilhéus-Bahia


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