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:: 1/ago/2019 . 20:30

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE ESPECIAL.

1) EXPOCRATO 2019.

2) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.

1) EXPOCRATO 2019.

Aconteceu como estava previsto, a Excursão de 20 Ilheenses saindo de ILHÉUS para a cidade de JUAZEIRO DO NORTE no dia 18-07-2019. Apresentaremos nesse BAÚ, o que aconteceu no sábado (20-07-2019) pela tarde, quando todos os Ilheenses foram conhecer a EXPOCRATO. :: LEIA MAIS »

Startup baiana lança aplicativo gratuito de viagem

Na hora de organizar uma viagem, existem diversos aplicativos para comprar passagens ou conhecer pontos turísticos, mas a Viva Inovação, startup que esteve incubada no Parque Tecnológico, que é administrado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), resolveu ir além. A empresa deu origem ao Namoa App, que é capaz de gerir uma das maiores preocupações dos viajantes: o custo.
Através do Namoa, o usuário pode fazer roteiros de viagem e, ao mesmo tempo, acompanhar o gasto financeiro. “A plataforma propõe um mecanismo que sugere, de acordo com o perfil do viajante, hotéis, restaurantes, museus e outras opções de passeios que já estão cadastrados. A partir daí, é possível definir a quantidade de dias e o valor a ser gasto diariamente”, explicou o sócio-diretor da Viva, Albert Moreira.
O sistema conta com avaliações que ajudam a gerar informações sobre os melhores lugares e, consequentemente, auxilia no feedback para as empresas. Além disso, a interface interativa permite sugerir novos locais para o turista visitar, além de alterar valores.
De acordo com Albert Moreira, há uma curiosidade a respeito do nome escolhido para o app. “Muitas pessoas me perguntam, pois nunca escutaram a palavra Namoa. Ela pertence à língua tupi, e significa ‘pessoa que vem de fora’, então, por se tratar de uma startup com origem brasileira, nada melhor que relacioná-la com a língua histórica”, pontuou.
Totalmente gratuito para o usuário viajante, o Namoa App, que está disponível em versão beta para Android e IOS, lançou uma ação promocional que vai conceder cadastro grátis para os 100 primeiros estabelecimentos que se inscreverem. A startup, assim como a Viva, também deve ser submetida para o processo de incubação no Parque Tecnológico da Bahia, que, atualmente, abriga 40 empresas. O espaço é administrado pela Secti e integra as investidas do Governo do Estado em estimular o empreendedorismo e a inovação através da ciência e tecnologia. A Viva também é apoiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb).

Audiência Pública possibilita diálogo sobre Ciência, Tecnologia e Inovação

AVEP EXPORTA CRAQUE PARA ITÁLIA

É tradição nos quase 100 anos de existência da Associação dos Veteranos de Esporte Praiano –AVEP, seus integrantes –no passado e no presente– possuírem uma relação de amor com o esporte bretão.

É o caso de CRISPIM PEREIRA DOS SANTOS ou –em razão da atividade profissional que exercera– simplesmente CRISPIM VIDROS.

Nascido em Belmonte em 1962, chegara à Capitania dos Ilhéus ainda em tenra idade, cidade onde se estabeleceu na área comercial de artefatos de vidros para prédios urbanos e rurais.

Portanto, como um aficionado pelo futebol, de prima não titubeia em separar o domingo para seu ‘baba de praia’ em algum local do extenso e aprazível pedaço praiano de Ilhéus, conciliando assim o prazer de “bater o baba” com os afazeres comerciais. Não tarda então se tornar presidente da Associação Desportiva de Veteranos da Avenida Itabuna –ADVAI, outra entidade que vem contribuindo há bom tempo para a permanência do futebol praiano de Ilhéus.

No ano de 2006 ingressa na AVEP e, logo, logo vem a ser um de seus entusiastas, além de ativo participante da Banda Podre, entidade com objetivo de jogos aleatórios, nascida nas entranhas da referida associação e a ela vinculada.

Por motivo de foro pessoal, CRISPIM VIDROS foi arriar as malas noutro terreiro. E sabe onde? Na península itálica, e fincar residência na famosa Roma dos Césares. Mas quem disse que Crispim no espaço italiano do Velho Mundo deu folga ao futebol? Nada disso. Lá, enfronha-se com futebolistas romanos e, rapidinho já estava o homem –atuando pela Embaixada Brasileira– a participar do Campeonato das Embaixadas. E mais: sagrasse-se campeão em 2018 com direito a levantar taça, receber medalhas e ingerir champanha da melhor qualidade no grande dia da conquista. Vale dizer que o quadro da Embaixada Brasileira além da mencionada competição se envolve com jogos amistosos nos arredores da capital italiana. Um detalhe: Em Roma, o exímio peladeiro ‘ítalo-ilheense-belmontense’ teve de trocar as ‘peladas’ praianas –e descalço (nas “paletas” como se diz) – pelo Futebol Soçaite e Futebol de Salão (o Futsal), modalidades que o obrigou, para a prática, ao uso de chuteiras e tênis.

Terminamos esta nota deixando para os diletos ledores decidirem se o qualificado ‘craque’ ao exportado no ‘título’ é meritório ou se só ‘amante’, na continuidade, bastaria. Para Paulo Gois do Bradesco, seu correspondente brasileiro, o cara jogou e jogou como ‘meia-direita-de-avanço’, mas não entrou em detalhes.

Heckel Januário

(Escrito um tanto assentado nos pitacos do aludido Paulo Gois do Bradesco, beque-de-espera II e atual assessor avepiano para assuntos extracampo.

Nota da Reitoria da UFSB à Comunidade

NOTA DA REITORIA À COMUNIDADE

No último dia 16 de julho, os/as reitores/as das Universidades e Institutos Federais foram comunicados/as sobre o “Programa Institutos e Universidades Empreendedoras e Inovadoras — FUTURE-SE”, apresentado pelo Sr. Secretário do Ensino Superior do Ministério da Educação (MEC), Arnaldo Barbosa de Lima Júnior.

No dia seguinte, 17 de julho, na sede do INEP, em Brasília, houve nova apresentação, amplamente divulgada e transmitida . Em 18 de julho, foi publicizada a notícia da abertura de consulta pública (com prazo até 15 de agosto) sobre a minuta de um Projeto de Lei a ser encaminhada ao Congresso Nacional no dia 28 de agosto.

A partir da divulgação do programa, a Andifes deliberou pela realização de uma série de debates orientados, principalmente, por um questionamento fundamental: como é possível discutir um projeto dessa natureza, que muda de forma tão significativa a estrutura das instituições, num momento de tão profunda crise orçamentária?

Os bloqueios nas despesas discricionárias anunciados no início do mês de maio e outras medidas afetaram de modo abrupto e severo as instituições federais de ensino, ameaçando sua sobrevivência. Contratos assumidos com fornecedores dos mais variados serviços essenciais para a manutenção dessas instituições já estão comprometidos pelo contingenciamento.

Nesse cenário de incertezas, o anúncio do Programa Future-se surpreendeu pela apresentação inespecífica de propostas sem detalhamento sobre as formas de operacionalização. Também causou incômodo o prazo exíguo estabelecido pelo MEC para manifestação das IFES e de toda a sociedade, por meio da consulta pública.

O Programa reedita ações já praticadas pelas IFES a partir da legislação em vigor, o que indica reconhecimento do trabalho dos/as gestores/as das universidades. No entanto, alguns elementos novos não parecem afinados ao Plano Nacional de Educação (PNE) nem ao artigo 207 da Constituição Federal de 1988. E também não apresenta de que modo será cumprida a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e se haverá restituição dos recursos bloqueados.

A proposta de exigência de firmar contrato de gestão abrangente com uma empresa privada sem fins lucrativos, especificamente uma Organização Social (OS), atinge profundamente a autonomia das universidades, com impacto mais imediato na gestão financeira e patrimonial, mas também na autonomia didático-científica. Além disso, não foram devidamente esclarecidos os critérios a sustentar a relação entre a universidade e a OS. O entendimento é de que se trata de uma interferência externa na administração das IFES, tanto do ponto de vista financeiro quanto na gestão de pessoal, já que a OS teria como atribuição gerenciar recursos e contratos.

Não parece que as universidades precisem realmente de uma instituição como essa para auxiliar na gestão, pois as IFES já se orientam por protocolos e processos altamente auditáveis pelos órgãos de controle (TCU, AGU, CGU) e se guiam pela legislação atinente à transparência eaccountability, a exemplo da Lei de Acesso à Informação, Lei 12.527, de 18 de novembro de 2011.

Outra questão preocupante é a proposta de criação de um Fundo de Investimento, o que alerta para o descompromisso crescente com o financiamento público do ensino superior, o que fere o Artigo 55 da LDB (Lei No 9.394, de 20/12/1996). Esses e outros questionamentos estão sinalizados na nota emitida pela Andifes (Carta de Vitória), publicada na última segunda-feira, 29 de julho. O documento foi elaborado no processo de discussão inicial dos/as reitores/as desde o anúncio do Programa.

Até o momento, a Reitoria da UFSB convidou a comunidade acadêmica para participar de reuniões para apresentação do Programa. Nos próximos dias, será constituída uma comissão, com representação das três categorias e dos três campi, para discutirmos todos os aspectos da proposta. Além da socialização com a comunidade interna, estão agendadas audiências públicas nos municípios onde estão instalados nossos campi, nas quais deveremos ampliar o debate, envolvendo a comunidade externa. Também estamos organizando encontros com especialistas para contribuir no processo de análise do Programa.

Em nível nacional, a Andifes comprometeu-se a conduzir as discussões, já que agrega todas as IFES, além de outras instituições que defendem a autonomia das universidades. A Andifes também tem buscado interlocução com os/as parlamentares, pois as discussões sobre as 16 legislações que precisaram ser alteradas para que a proposta do governo possa ser viabilizada acontecerão no Congresso Nacional.

Por isso e pelo teor da proposta, julgamos necessárias as ações acima expostas, dentre outras que certamente adotaremos. Neste momento, entendemos que a comunidade acadêmica precisa se envolver profundamente e se apropriar de todos os itens da proposta, a fim de que tenhamos segurança nas decisões e nos posicionamentos institucionais a serem assumidos, pois a existência e a sobrevivência da universidade como instituição pública, gratuita e de qualidade é que são os pontos principais dessa pauta.

 

A Reitoria





















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