SITUAÇÃO DE CONDOMINIO EM ILHÉUS
Condomínio Residencial São Jorge próximo à CEPLUS é um problema não só dos condôminos, mas um risco à saúde pública.
O condomínio Residencial São Jorge, construído pela Caixa Econômica em parceria com a Prefeitura de Ilhéus e entregue em 2007, tem apresentado vários problemas administrativos por parte da empresa
administradora CONTADATA que retirou os funcionários da portaria e da limpeza desde novembro do ano passado, porém ainda mantém estipulado os valores gastos com portaria e limpeza bem como os produtos de limpeza sem ao menos ter os serviços. Os serviços de portaria e limpeza eram terceirizados pela CONTADATA que pagava a empresa Prisma.
Uma representante da CONTADATA esteve no condomínio somente para
avisar que iria aumentar a taxa de condomínio devido a gastos, aumentar de R$73,00 para pouco mais de R$96,00 parece pouco mais é um aumento muito auto se for comparado ao condomínio vizinho que é financiado pela CAIXA, Pontal Ville, cujo o valor da taxa de condomínio é de R$119,00 sendo que tem piscina, parquinho para crianças, salão de jogos, quadra de esportes, roçagem freqüente na grama, etc. No Residencial São Jorge, servidor público paga mais caro, não é financiamento é arrendamento, ou seja, no final de 15 anos
ninguém é dono, pois pertence a CAIXA.
Há mais problemas como limpeza de tanques, da área, roçagem (só quando tem alguma reunião), bombas d’águas queimadas ou ausentes – as bombas devem encher o tanque superior automaticamente, porem a mais de um mês está sendo ligado manualmente pelos condôminos, pois a síndica Pedrelene (conhecida como Leninha), funcionária da CONTADATA não resolveu a situação.
Tem problemas a respeito também dos tanques de água inferiores (que
ficam no chão) que estão sem tampas ou quando tem estão enferrujadas com o risco de uma criança cair no tanque ou se cortar com as tampas enferrujadas, animais urinarem, e ainda a proliferação do mosquito da dengue o que torna o condomínio Residencial São Jorge um risco a saúde pública.
Ainda tem infiltrações em alguns apartamentos, um aumento da altura do muro inacabado que custou R$ 15.000,00 e o restante do dinheiro não se sabe, pessoas construído mesa de concreto para fazer um bar dentro do condomínio, na área de festa não há hora para parar o som (incomodando até quem mora fora do condomínio), tem apartamentos que nunca morou ninguém e atrapalha outras pessoas que mora nos apartamentos logo em baixo de colocar cabo de antena, pois é no mesma entrada dos cabos dos vizinhos de bloco, paredes descascando, não tem estacionamento numerado, campo de futebol de lama, tampa da caixa de gordura quebrada, salão de festa depedrado, extintores vencidos ou vazio, resumindo parece mais uma favela.
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Espaço aberto para os citados – querendo – se manifestar




























































